Volkswagen Ameo deverá ser lançado na Índia em 2016


Veículo deverá ser apresentado no Auto Expo 2016, em Nova Déli. Carro usará a plataforma modular MQB com modificação.

Notícias de bastidores, porém ainda não oficiais, estão dando conta de que o primeiro modelo compacto da montadora alemã Volkswagen, que irá possuir a plataforma modular MQB com modificação, iria ser lançado no mercado indiano no ano de 2017.

Em seguida, outros modelos do Grupo Volkswagen começarão a ser divulgados no restante do mundo, inclusive aqui no país. Mas retornando à Índia, surgiu nesses últimos dias uma informação que revelou o nome do novo veículo da montadora, que será batizado com o nome de Ameo.

O Volkswagen Ameo, ao que tudo indica, irá fazer a sua estreia antes do previsto, pois já há rumores de que essa novidade será apresentada oficialmente no evento denominado Auto Expo 2016, que é uma mostra indiana feita na cidade de Nova Déli. Pelo o que está sendo veiculado, inicialmente o Ameo surgirá como um sedã compacto com comprimento total de até quatro metros, essa medida foi estipulada para que o veículo consiga obter subsídios ficais do governo indiano.

O Ameo devera ter uma aparência similar a um notchback, lembrando que no seu desenvolvimento o Voyage comercializado aqui no país teve uma variante que passou por testes neste formato. Outro produto da Volkswagen que também será destinado ao mercado indiano será um veículo similar ao modelo SUV, o qual deve compartilhar vários componentes e acessórios com o modelo sedã. A plataforma MBQ compacta pode ser constituída por uma base reduzida entre o eixo dianteiro e os pedais, tendo em vista que esta é a única peça considerada universal nesse modelo de plataforma.

A apresentação do Volkswagen Ageo está prevista para ocorrer no mês de março ou abril de 2016. Com relação à motorização, o Ameo será disponibilizado na Índia com os propulsores 1.0 TSI de 90 cavalos de potência e o 1.2 TSI com pelo menos 105 cavalos de potência. Outra opção será o propulsor 1.5 TDI, que deverá oferecer entre 90 e 105 cavalos de potência, porém, movido à diesel. Já existem notícias que o consumo deste veículo será de 18 Km/litro no modelo equipado com o motor 1.0 TSI, entre 16 e 17 Km/litro no modelo equipado com o propulsor 1.2 TSI e próximo de 24 Km/litro com o motor 1.5 TDI.

Os valores de comercialização dessa novidade deverá ficar entre R$ 29.500 e R$ 59.000.

Por Adriano Oliveira


Ford – Propaganda causa Indignação na índia


Nos últimos tempos, propagandas envolvendo grandes montadoras automotivas têm se tornado o centro das atenções. Ao que parece estão investindo em polêmicas para chamar ainda mais a atenção. O fato mais recente que andou circulando na rede foi em relação a uma série de propagandas que estavam sendo exibidas na índia.

O motivo de tanto barulho é que nas propagandas haviam mulheres amarradas e amordaçadas em um porta-malas de um Ford dirigido pelo também nada polêmico ex -premiê italiano, Silvio Berlusconi. A coisa cresceu a tal ponto que a Ford do país se viu obrigada a emitir um pedido oficial de desculpas.

Um dos motivos que pode ter levado a isso, foi exatamente o fato de que os tais anúncios terem sido veiculados poucos dias depois da aprovação de uma lei mais rigorosa contra crimes sexuais. Para quem não se lembra, em dezembro do ano passado, o ataque de uma gangue a uma estudante acabou provocando protestos que se espalharam por todo o país.

De acordo com as informações divulgadas pela Ford da índia, as propagandas em questão foram desenvolvidas por profissionais da JWT Índia, uma das divisões espalhadas pelo mundo do maior grupo de publicidade mundial, a WWP.

Berlusconi havia sido acusado na Itália sob suspeita de ter pago para ter sexo com uma menor de idade. No comercial, ele se encontra sentado na frente de um Ford Figo em uma atitude de superioridade, enquanto três mulheres amarradas e mal vestidas estão no porta-malas do carro.

A coisa repercutiu nas redes sociais e o que mais se pode ver foram classificações como “nojento” e “vergonhoso”.

Por Denisson Soares


Carros chineses e indianos – Concorrência e preços acessíveis


As empresas automobilísticas estabelecidas no mercado brasileiro estão tendo de enfrentar uma nova onda de concorrentes, especialmente a China e a Índia. Estes dois países estão acima de todos os líderes de mercado de veículos da Europa e dos EUA. No ano de 2007, a participação na produção automobilística era de 84%.  

A fixação dos seus preços em 30% abaixo dos níveis médios do mercado fez com que as montadoras chinesas e indianas tornassem a vida mais difícil para seus concorrentes no segmento de baixo preço. Eles poderiam capturar uma quota de 10% do mercado brasileiro até 2020.

Segundo especialistas, a capacidade de inovação do Brasil continua fraca. No mundo todo, os fornecedores automotivos investem cerca de 5% de sua receita em pesquisa e desenvolvimento, mas o número de fornecedores brasileiros que investem é de apenas 3%.

No entanto, há um grande potencial no mercado automotivo brasileiro. As empresas que estão conscientes de suas fraquezas, e dispostas a realinhar as suas estratégias, podem tirar proveito deste mercado em expansão no Brasil, pois o sucesso exige investimento em instalações de produção modernas.

De fato, os fabricantes de automóveis internacionais já estão planejando investir cerca de 10 bilhões de euros na modernização de suas fábricas até 2014.

Por Salete Dias


Tata Nano – Queda de vendas na Índia


O Tata Nano, considerado o “carro mais barato do mundo” (US$ 2.700 ou R$ 4.600), vem apresentando uma queda vertiginosa no número de unidades vendidas em seu país de origem, a Índia. De acordo com números divulgados pela Tata Motors, fabricante do subcompacto, o Nano vendeu apenas 509 unidades no mês de novembro, o que significa uma queda de 85%.

O veículo, que tem 3,1m de comprimento por 1,5m de largura, utiliza um motor de dois cilindros, que alcança 33 cv de potência e velocidade máxima de 120 km/h. Ele também é bastante econômico, chega a rodar 20 km com um litro.

Apesar de todas as características favoráveis ao trânsito indiano (ruas pequenas e caóticas), o público parece não se interessar mais pelo Nano. Algumas unidades chegaram a pegar fogo, o que pode também ter influenciado. Mas para a fabricante, o principal motivo da redução nas vendas é a dificuldade de os clientes conseguirem crédito.

Confira o vídeo do modelo:

Por André Gonçalves

Fonte: Wall Street Journal