O novo modelo da General Motors que ainda será lançado foi flagrado nesta quarta-feira dia 11 por volta das 17h 30 nas estradas brasileiras.
O misterioso lançamento estava “disfarçado” e sendo testado pelas ruas de Santo André, em São Paulo, mais precisamente pela Avenida Giovanni Battista Pirelli.
O leitor do site G1, Raphael Vigatto Méier, conseguiu obter algumas fotos e mandou para o site e ate se arrisca a comentar que “não houve muitas modificações significativas na parte da lateral”, mas informa que “à frente e a traseira ficaram muito mais interessantes”.
O modelo que vimos nas estradas paulistas está mesmo com cara de ser o novo GM Classic 2011. Será que acertamos?
A GM mostra que é valente e investe na produção do Corvette mesmo em tempo de crise. O novo modelo foi avaliado pela agência Automotive News, que divulgou que o esportivo terá mudanças significativas em sua nova elaboração.
Sem entrar em muitos detalhes, a agência informa que o novo modelo terá o design inspirado no conceito Stingray, que fora apresentado em fevereiro deste ano no Salão de Chicago.
O Corvette C7, que antes foi prometido para 2014, tem lançamento previsto para 2012. E, segundo a Automotive News, o modelo pode vir com o motor locado no centro da plataforma e não mais frontalmente. Produzido desde 1953, o esportivo da GM chega a sua sexta geração com muitas mudanças e inovações.
Para você que não tem mais paciência de gastar horrores com gasolina/álcool ao trafegar com seu veículo, saiba que a partir de 2010 deve aumentar a disputa pela produção de carros elétricos.
Que tal abastecer o seu carro na tomada e sem poluir o meio ambiente? Isso já é realidade em muitos países, mas no Brasil a modernidade ainda não chegou com força. Existem alguns carros elétricos à venda, porém, os preços não são nada animadores.
O maior problema do carro elétrico diz respeito ao tamanho da bateria, que ocupa praticamente a metade do espaço do porta-malas de um veículo médio.
A Nissan/Renault apresentou há alguns dias o carro chamado LEAF – o primeiro carro elétrico com emissão zero de poluentes, que pode ser carregado em uma tomada de 220V (8 horas).
Apesar do pedido de concordata da GM dos Estados Unidos, o vice-presidente da GM Brasil afirma que as operações da montadora no Brasil não vão mudar.
Nos EUA, a GM já captou um capital de 50 bilhões de dólares do governo americano, o que fez com que o governo ficasse como sócio majoritário da companhia (cerca de 60% das ações).
No Brasil, José Carlos Pinheiro Neto (vice-presidente da GM), afirma que nada (ou muito pouco) mudará, uma vez que a GM Brasil é lucrativa atualmente, ao contrário da americana.
Até mesmo os investimentos (que devem somar R$ 1 bilhão até 2012) serão mantidos, o que mostra uma certa independência da matriz.
Conseguimos algumas fotos de carros esportivos dos anos 40, 50, 60, 70 e 80 fabricados nos Estados Unidos. A apresentação está disponível para download no site do Slideshare! É só clicar no ícone do canto inferior direito do slide para ir até lá e fazer o download.
Confira algumas fotos de legítimos American Muscle Cars
Há fortíssimos rumores de que a General Motors está para fechar uma fusão com a Chrysler. As duas devem encarar tempos difíceis com a crise que, certamente, atingirá os Estados Unidos em breve. Segundo a Businessweek, a proposta é que a Cerberus Capital Management adquira a maior parte da Chrysler, enquanto mantém sua posição firme na GM. A Cerberus já controla a maior parte (51%) da GMAC, a financeira da GM, e deve ficar com praticamente todo o braço financeiro da Chrysler.
Se o negócio se confirmar, a Chrysler passaria a ser mais uma das marcas a integrar a gigante General Motors, a exemplo de Buick, Pontiac e outras.
Palpite
Deixa eu dar o meu pitaco: o negócio deve mesmo ficar nas mãos da Cerberus e de seus possíveis parceiros. Veja você que a GM acabou de sair de um 2007 horrível, onde teve o segundo maior prejuízo da história do capitalismo (e maior da história da indústria automobilística), nada menos que absurdos US$ 39 bilhões. E 2008 não vinha nada bem também. Mesmo assim, a crise que estourou nos States deve contrair ainda mais o mercado. O bailout de US$ 700 bilhões, que vai ser pago com impostos, óbvio (ou seja, pouco mais de US$ 2,000 a menos, em média, para cada americano gastar com casa, comida, roupa… e carro), também só prejudica o setor. Fica aqui a pergunta: se a maior empresa automobilística americana estava indo para o buraco, será que a Cerberus não acaba caindo junto nessa? Ou o governo vai salvar o negócio, deixar todo mundo feliz e sair sem pagar a conta?