CEO da Fiat Chrysler afirma que carro autônomo pode ser realidade em cinco anos

Não faz muito tempo a notícia de que o Google e a Fiat Chrysler se juntaram em uma pareceria tomou conta do noticiário. O objetivo final é aprimorar e colocar logo em prática os conceitos de carros autônomos. Mas para quem acha que o plano era bem mais para frente pode se surpreender. Ao menos segundo o pensamento do presidente da montadora Fiat Chrysler (FCA).

Sergio Marchionne comentou sobre a parceria e avaliou que os carros autônomos, completamente sem a presença de um motorista, já podem estar circulando nas ruas dentro de um prazo de cinco anos.

De acordo com ele o desenvolvimento de um veículo autônomo tem uma grande importância e uso na vida real. O que leva a crer que não é algo tão distante do nosso cotidiano. O mais interessante é o otimismo do presidente. Em declaração para a imprensa ele destacou que enquanto as pessoas falam de coisa de 20 anos nos planos dele não levará os cinco citados.

A “casa mãe” do Google, a Alphabet, anunciou na última semana que havia encomendado 100 unidades do modelo Pacifica (minivan) com a finalidade de praticamente dobrar a frota usada nos testes para a criação do tão falado veículo sem motorista que, provavelmente, irá carregar o nome Google Car.

O processo para agilizar os trabalhos será resultado de uma parceria de engenheiros da FCA com os colegas integrantes da Alphabet. A ideia é que seja possível chegar a uma versão que seja perfeitamente adaptada e que tenha uma integração sem nenhum problema entre os computadores com os programas e sensores de direção autônoma do Google.

O projeto em si deve custar muito caro. Mas sobre esse ponto o presidente da FCA não quis dar nenhum tipo de detalhe.

O próximo passo que se espera da parceria é que seja mais rápido o processo de adequação da tecnologia de direção do Google junto às unidades da Chrysler Pacifica.

A título de curiosidade essa é a primeira vez que uma empresa originária do Vale do Silício se une a uma montadora com a finalidade de trabalhar em um projeto de carro autônomo.

A união promete trazer resultados mais amplos. Mesmo assim, outras montadoras não querem ficar para trás e também trabalham em seus próprios projetos de carros autônomos.

Por Denisson Soares


Lançamento do carro aconteceria dois anos antes de seus principais concorrentes, a Mercedes Benz e a Volvo.

A montadora Tesla está a todo o vapor com a produção do seu veículo totalmente autônomo. A expectativa é de que para até 2018 o seu carro autônomo seja lançado. Isso mostra que a marca está 2 anos à frente de seus maiores concorrentes no setor de veículos autônomos, como a Mercedes-Benz e a Volvo, que tem como data estipulada para o lançamento de seus veículos no ano de 2020.

O maior problema enfrentado pela companhia é a legislação vigente, que ainda não especifica a responsabilidade em caso de algum acidente que envolva um carro que não possua um motorista, como é o caso dos veículos autônomos. Isso pode ser um problema que venha a atrasar o lançamento do veículo para o ano de 2018, e logo após a sua comercialização em grande escala.

Os componentes necessários para a produção de um veículo autônomo já existem. Também, a tecnologia necessária para a produção do mesmo já está disponível. O que falta ainda é apenas um melhoramento nos detalhes de funcionamento do sistema. Por essa razão, o CEO da Tesla, Elon Musk, garante que o veículo em si estará pronto para lançamento em um prazo máximo de dois anos.

Ainda de acordo com o CEO da empresa, o processo de formulação e aprovação das legislações varia de país para país, podendo ser realizada em um período entre um e cinco anos. O que pode vir a influenciar o lançamento do veículo em alguns países.

A esperança da montadora é que dentro desse prazo que é necessário para a finalização do veículo, os países comecem a incluir leis sobre esse novo tipo de veículo, que não precisa de um motorista para ser guiado, que toque em pontos como o das responsabilidades no caso de algum acidente.

A grande força da Tesla está focada em automóveis que tragam novidades para os consumidores, como veículos elétricos como o Model X e também automóveis autônomos. Isso reforça o compromisso da empresa com o meio ambiente, produzindo automóveis de qualidade e que se preocupem com o futuro, abrindo portas para a empresa fazer a sua entrada no mercado automobilístico mundial.

Por Igor Furraer


Os carros autônomos, ou seja, aqueles "andam sozinhos", estão na mira das grandes empresas que estão investindo milhões para conseguirem ser as primeiras a lançarem um veículo que de fato seja "autônomo"! Hoje no mercado temos vários protótipos, projetos em testes e outros sendo desenvolvidos.

Muitos modelos já foram mostrados e vários testes realizados com sucesso, mas nenhum modelo ainda conseguiu atingir o índice de segurança exigida para que o carro possa realmente ir para as ruas.
Mas a Volvo está bem próxima de atingir o seu objetivo, colocando 100 protótipos nas rua de Gotemburgo muito em breve. A previsão da empresa é que até 2017, vários veículos dotados com a nova tecnologia estarão circulando pelas ruas com segurança e comodidade.

O programa "Drive Me" está passando agora por uma etapa onde os veículos estão sendo dotados de um complexo scanner que emite múltiplos raios laser. O veículo também conta com 4 radares que abrangem 360 graus, mais 2 radares e longo alcance, além da câmera trifocal e ainda 12 sensores ultrassônicos. Todo este aparato é para garantir que o veículo se movimente oferecendo segurança a todos.

Para garantir maior precisão nos movimentos do veículo, o modelo conta ainda com um mapa em 3D de alta definição. No pára-brisa tem um radar de ondas e uma câmera que analisa todo o tráfego e a sinuosidade do caminho à frente.

Acontece que, este sistema não basta oferecer 99% de segurança, é preciso chegar muito mais próximo dos 100% para só aí, a empresa pensar em comercializar tais veículos. A Volvo é bastante conservadora neste ponto e não é por menos, pois se os veículos não oferecerem total segurança, poderão colocar muitas vidas em risco, além de causar uma série de transtornos nos já complicados trânsitos das cidades.

Erik Coelingh, especialista técnico da Volvo, revela que a Volvo tem previsão de que até 2017, os carros autônomos da marca cheguem às ruas, mas até lá, muito ainda precisa ser melhorado, implementado e uma grande quantidade de testes será feitos, para que o carro autônomo da Volvo realmente seja eficiente e não ofereça nenhum tipo de risco quando estiver em circulação.

Por Russel


A ideia não é nova é já faz um bom tempo que as montadoras de veículos têm investido cada vez mais em projetos que envolvam o desenvolvimento de carros autônomos. Ainda não se tem um modelo que seja completamente seguro. Diversos anúncios já foram feitos, até mesmo por empresas que não são do ramo automobilístico, como é o caso do Google. Mas tudo ainda está em uma fase de testes, descobertas e, claro, de adaptação às leis nacionais e padrões internacional sobre como seria a utilização desses veículos.

Esses carros autônomos que em um futuro (próximo ou não) terão a função de dar mais comodidade a quem usa veículos já preocupam muitas autoridades antes mesmos de saírem da linha de produção “de modelo de um carro só”. Como exemplo, temos o FBI, a polícia federal dos Estados Unidos. Esse tipo de tecnologia tem despertado a preocupação de autoridades do órgão.

Recentemente um relatório foi obtido com exclusividade pelo jornal britânico The Guardian. No tal relatório, secreto por sinal, são apontados itens que  mostram que o  órgão de investigação anda preocupado com a tecnologia que envolve os carros autônomos. De acordo com o documento carros que dispensam motoristas para andar poderiam se constituir numa nova modalidade e estratégia de crime. Ou seja, o FBI teme que criminosos possam usar esses veículos para escaparem da polícia.

Na análise levantada pelo FBI uma informação chega a ser interessante. De acordo com o documento com carros desse tipo nas ruas uma nova forma de lei deveria começar a ser trabalhada. O relatório destaca o fato de que a autonomia dos carros deixaria mais eficiente a mobilidade das pessoas. Porém, junto com ela também seriam abertas mais portas para usos impróprios como, por exemplo, usar técnicas para transformar esses veículos em armas mais letais do que de fato os carros de hoje em dia são.

Em certo ponto do relatório o FBI destaca que o criminoso poderia fazer coisas que não poderia fazer em modelo de carro atual. Hoje ele tem que olhar para onde vai, manter as mãos no volante em uma fuga e por aí vai. Em um carro autônomo em uma eventual perseguição ele estaria completamente livre para olhar, mirar e atirar sem se preocupar em provocar uma batida o seguir reto em uma curva.

Esse assunto ainda vai dar muito que falar!

Por Denisson Soares

Carro aut?nomo

Foto: Divulgação





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