Google, Volvo, Ford, Uber e Lyft se unem para regulamentar Carro Autônomo


Objetivo das empresas é tentar agilizar a regulamentação deste tipo de veículo.

O desenvolvimento de um carro autônomo está sendo trabalhado por várias empresas de tecnologia interessadas na ideia. Agora cinco empresas de grande porte (Google, Volvo, Ford, Uber e Lyft) se juntaram num esforço para regulamentação dos carros autônomos.

Objetivo da coalizão:

Essas empresas tem tudo o que precisam para trabalhar sozinhas, mas escolheram se juntar para auxiliar na regulamentação desse tipo de automóvel. A intenção é conscientizar tanto órgãos federais quanto o público sobre benefícios que os carros autônomos trarão para a sociedade.

Eventualmente os carros que conseguem dirigir sem um motorista serão parte do dia-a-dia da sociedade e é importante que a regulamentação desses veículos aconteça assim como com qualquer outro. Juntando-se essa parceria ao incentivo de US$ 4 bilhões fornecido pelos EUA ao desenvolvimento desses automóveis, espera-se que o futuro de carros autônomos esteja mais próximo do que se esperava.

Benefícios dos carros autônomos:

Mesmo quem estava com um pé atrás sobre deixar uma máquina dirigir está repensando sua visão conforme os veículos saem do papel. Empresas como a Google já estão com esse tipo de carro prontos para testes.

Alguns acham que carros autônomos podem ser a saída para o trânsito extremamente violento que vários países possuem, como o nosso. São milhares de mortos e feridos que podem ser evitados caso a inteligência por trás dos carros que se dirigem consiga se manter longe de acidentes.

A poluição também pode ser diminuída com o investimento em carros autônomos mais econômicos ou até mesmo elétricos. Para países como os EUA, cujas emissões de carbono são muito altas, isso seria maravilhoso. Sem contar com a economia de tempo e estresse dos próprios motoristas, que poderiam sentar no carro e relaxar durante a viagem ao invés de se preocupar com caminhos e trânsito.

Controvérsias:

Claro que nem todo mundo aceita que os carros autônomos serão completamente seguros. Quem vai saber se carros autônomos não podem cometer erros e causar acidentes graves?

Carros da Google, por exemplo, já se envolveram em alguns acidentes desde que começaram a rodar por aí. Em fevereiro um desses carros foi o causador de um acidente com um ônibus, o carro bateu na lateral do ônibus devido a um erro de cálculo.

Gizele Gavazzi


Concorrente do Uber chega ao Brasil com bom preço e ainda permite o cadastro de taxistas


Desde que o Uber chegou ao Brasil os desafios e problemas enfrentados pelo serviço não foram poucos. E isso mesmo quando consideramos o fato de que o serviço conta com uma margem de aprovação de 95% da população de acordo com pesquisa feita pelo Datafolha.

No meio de toda história envolvendo o Uber ainda tivemos cenários de agressões a usuários e profissionais que usam o serviço, problemas envolvendo leis e por aí vai. Mas a história está prestes a ganhar um novo capítulo. Isso porque há a previsão de que muito em breve um rival seu deva chegar no mercado nacional. E como se não bastasse esse rival promete preços mais competitivos e o cadastramento de taxistas.

Aqui estamos tratando da Cabify, uma companhia de origem espanhola que trabalha de forma bem semelhante ao Uber. A previsão é de que desembarque aqui no Brasil já agora em maio.

Em um primeiro momento a empresa está mesmo com intuito de apresentar preços interessantes tanto em relação aos praticados pelo Uber quanto pelos táxis.

Para isso a empresa pretende cobrar o valor de cada corrida tendo como base apenas a distância percorrida. O valor a ser pago será informado ao usuário do serviço por meio do próprio aplicativo. Com isso o tempo da corrida passa a ser desconsiderado pela companhia. No caso do Uber e também dos taxistas há a cobrança de uma tarifa base e o valor da corrida é cobrado com base tanto na distância quanto no tempo gasto na corrida.

Por enquanto o Uber está presente em oito cidades brasileiras. Já o rival quer começar sua atuação por São Paulo. Mas fica o aviso que a empresa parece não estar para brincadeira. Ela conta com presença em cinco países e quer transformar o Brasil em seu maior mercado.

Já sobre como será calculada a receita dos motoristas adeptos do serviço não há informação detalhada. De qualquer maneira antes de se tornar oficial a esperança é que o serviço chegue para facilitar a vida das pessoas e não para se tornar mais uma fonte de problemas para determinados setores como ocorreu com o Uber.

Vamos aguardar.

Por Denisson Soares