Rolls-Royce Ghost Series II – Lançamento no Brasil


Rolls-Royce Ghost Series II chega ao Brasil custando R$ 2,9 milhões.

A Rolls Royce iniciou no dia 24 de março as vendas do Novo Ghost Series II no Brasil. O veículo, que custa R$ 2.9 milhões, vem equipado com um motor V12 biturbo 6.6 de 570 cavalos de potência. O carro é a versão comercial do conceito que foi apresentado pela marca britânica em 2009. A Rolls Royce trouxe somente uma unidade do modelo para o Brasil, que estará disponível para pronta entrega. As vendas seguintes serão efetivadas apenas sob encomenda, com demora de aproximadamente seis meses para ser entregue. Nos Estados Unidos, o carro custa US$ 380 mil. 

“As pessoas devem indagar tal questão: 'Por que esse pessoal está lançando um carro de R$ 3 milhões aqui?'. Na crise, é onde se acha as conveniências. Se alguém está submergindo, outro alguém está embolsando. O Brasil já teve outras fases ruins", afirmou Francisco Longo, CEO da Via Itália, importadora oficial da marca no país. "Para nós, cada modelo vendido é uma batalha vencida".

Com 5,40 metros de extensão, o sedã possui poucas alterações visuais: os faróis, o para-choque dianteiro, o vinco do capô e a linha lateral do carro foram submetidos a um novo design. Foram acrescidos detalhes cromados nas entradas de ar dianteiras.

Já com relação ao interior do automóvel, o padrão ganhou tecnologias recém-desenvolvidas pela própria marca, como tela de 10,2 polegadas sensível ao toque, conectividade e interação virtual com internet wi-fi e HD com princípio de armazenamento de 25 GB. O aparelho de som é característico para o modelo e conta com 18 auto falantes que agem com adaptação automática de repartição para que o áudio possa ser escutado de modo suave em todo o interior.

Outra novidade está na utilização de uma nova comunicação por satélite. O preceito, parecido ao empregado nos carros da Fórmula 1, faz a leitura da qualidade do asfalto, antecipa modificações e ajusta automaticamente as marchas mais adequadas.

O Rolls Royce Ghost Series II é apropriado para atingir os 100 km/h em 4,9 segundos, conforme explicações mencionadas pela marca. A velocidade máxima é restringida eletronicamente em 250 km/h.

FOTO: MICHELLE FERREIRA/AUTOESPORTE

Por Lorena de Oliveira


Rolls-Royce Phantom Serenity aparece em Genebra


A montadora Rolls-Royce Motor Cars apresentou durante o evento Salão de Genebra a nova edição Senerity do modelo Phantom. O novo conceito da empresa revela um novo padrão autentico e luxuoso, que demonstra claramente a tradição e comprometimento da empresa em oferecer modelos personalizados. O modelo foi construído para agradar a cultura japonesa e inspirado na realeza japonesa

Os designers da empresa trabalharam arduamente para tornar a nova edição tão bela como nunca antes.  A pintura branca perola do modelo levou cerca de doze horas para ser polida manualmente, e hoje é considerada a pintura mais cara da história automobilística britanica.

Internamente o veículo também recebeu atenção especial. O tecido utilizado para fazer com que os painéis do modelo sejam únicos, foi importado diretamente da China. Além disso, o estofamento possui dois tons de cores e possui desenho de flores por toda cabine interna. Segundo informações da empresa, são necessárias 600 horas para deixar cada veículo como o protótipo apresentado.

 Foram utilizados diversos materiais nobres em todo veículo, como por exemplo, a madeira cereja. Os outros veículos da empresa receberam acabamento em bambu.

Vale lembrar que os modelos personalizados são considerados pelos proprietários e admiradores como "os melhores carros do mundo”. A empresa é conhecida por receber vários pedidos de modelos personalizados, e atender a cada pedido.

A nova edição conta com motor V12, transmissão automática de oito velocidades que promete diminuir o consumo de combustível em até 10%.

O modelo Phantom original custa em média R$1.145 milhões no país. Sendo capaz de atingir a velocidade máxima de 250 km/h. O veículo chega de 0 a 100 km em 5,8 segundos, o que é ótimo para o segmento que o engloba.

A empresa não divulgou notas sobre o preço da edição especial Serenaty, já que a versão é apenas um exercício de estilo e permanecerá sendo único, não tendo previsão de venda.

Por Wendel George Peripato


Apresentação do Rolls-Royce Phantom Coupé Al-Adiyat


A Rolls-Royce divulgou uma unidade única do Phantom. O modelo sofisticado, com o nome de Al-Adiyat Special Edition, possui carroceria em vermelho, com grade frontal, frisos e rodas em aço. O interior tem bancos em couro nas cores branco e vermelha. O tom também está disponível na parte inferior do console, em madeira, e no revestimento das portas.

A denominação Al-Adiyat faz referência ao som que os corcéis emitem ao tocar o solo com o casco. Com isso, os bancos possuem cavalos bordados nos encostos de cabeça, como também um visual de uma ferradura, sendo banhada a ouro, que está presente na soleira. Considerando a potência, o Coupé possibilita 623 cv no motor biturbo V12 de 6.7 litros.

A história da Rolls-Royce começou em 1884, no momento que o engenheiro mecânico Frederick Henry Royce iniciou uma pequena oficina para fazer serviços no ramo eletrônico e de mecânica. Ele produziu seu motor de automóvel pioneiro apenas em 1904, na fábrica de Manchester. Em maio daquele ano ele teve conhecimento do inglês Stewart Rolls, um lorde que gostava de automobilismo e onde a companhia comercializava veículos sofisticados em Londres. Henry fez um projeto diversificado e convenceu Charles para ter conhecimento. Em sua oficina, Charles não apreciou do motor de 2 cilindros até verificar que o veículo era silencioso. Após um passeio, eles fizeram um acordo onde a Royce Limited iria fabricar veículos para serem comercializados unicamente nas lojas CS Rolls & Com. Tratava-se do Rolls-Royce pioneiro a ser produzido.

O sucesso dos veículos determinou a fundação da companhia Rolls-Royce em 1906. O modelo pioneiro comercializado pela nova companhia foi o Silver Ghost (fantasma prateado), denominado assim devido à cor prateada e por não ter ruídos. O modelo tinha a mais atualizada tecnologia da época.

Felipe Couto de Oliveira