Volkswagen pode parar de produzir o Fusca


Queda nas vendas do Fusca incentivaram a montadora a descontinuar o modelo e passar a focar na produção de SUVs.

Eles são charmosos, coloridos e fizeram história ao longo dos anos. Muita gente ainda guarda na memória a história dos primeiros Fuscas produzidos no país e não é preciso andar longe para encontrar quem ainda tenha um na garagem. Mas a notícia divulgada recentemente vai desagradar os amantes do carro. Isso porque há possibilidade dele deixar de ser produzido nos próximos dois anos.

Recentemente a Volkswagen tomou a decisão de acabar com o Fusca. Isso deve acontecer até o final do ano de 2018.

Ao que tudo indica, a empresa pretende agora mudar de estratégia. A montadora alemã agora quer voltar os holofotes para a fabricação dos chamados SUVs, já que esse é um dos segmentos mais lucrativos no atual cenário econômico. Essa mudança também faria com que a empresa pudesse se desafogar, já que acabou investindo alto no desenvolvimento do Dieselgate.

Especialistas apontam que esse tipo de estratégia não é algo que cause muita surpresa, ainda mais depois que a Maserati fez o lançamento do Levante. Vale lembrar ainda que grande parte das marcas premium, como Lamborghini, Alfa Romeo e até a conhecida Rolls-Royce, farão o lançamento de SUVs.

Outra questão determinante para a decisão de deixar de produzir o Fusca é foco no lucro. A Volkswagen detectou que nos últimos anos a venda dos fuscas caiu muito. E essa queda não se restringe a países específicos: a baixa nas vendas foi no mundo todo, o que pesou de forma determinante para que a empresa resolvesse descontinuar a produção do modelo.

A prova de que o Fusca já não fazia mais tanto sucesso entre as novas gerações veio quando a Volkswagen optou por lançar as edições especiais. Essa estratégia dos últimos anos não surtiu nem de longe o efeito que era esperado.

Caso a empresa realmente tire o Fusca de linha no ano de 2018, a geração de um dos carros mais vendidos no Brasil chega ao fim depois de completar mais de 20 anos desde o ano em que estreou: 1997. Notícia acompanhada com pesar por quem gosta e até idolatra o Fusca, pois o carro tem história.

Flaviane Oliveira


Início da Produção do Novo Ford Edge


A Ford divulgou recentemente que começou a fabricação da nova geração do Edge. O utilitário esportivo está sendo produzido na planta da empresa em Oakville, no Canadá, e poderá ser recebido em mais de 100 mercados do mundo este ano, possivelmente também no território brasileiro. Com um visual evoluído em relação à primeira geração, o novo Edge possuirá três alternativas de motorização: 2.0 EcoBoost de quatro cilindros (que oferece 245 cavalos de potência e 38 mkgf de torque), 3.5 V6 Ti-VCT (que oferece 280 cv e 34,6 mkgf) e 2.7 V6 EcoBoost (que oferece 315 cv e 48,4 mkgf).

O design é o grande fator de destaque do novo Edge. O desenho passa a ideia de sofisticação e está presente na nova identidade do modelo. A grade hexagonal é imponente e os faróis mais espichados ficaram mais harmoniosos na parte frontal. Na parte lateral, a coluna C (que é inclinada) e o vinco ascendente (que tem a função de ser uma base para a lanterna), possibilitam um aspecto de esportividade.

É difícil ter modelos que conseguem possuir as lanternas integradas com bom agrado. No exemplo do Edge, esta alternativa o colocou com estilo bem sofisticado, tendo destaque o filete de LED que corta a tampa total.

Na parte de dentro, o acabamento usa materiais com qualidade significativa e possui diversos elementos dos mais atuais lançamentos da Ford. O refinamento é fornecido em detalhes em black piano e em alumínio.

Nos Estados Unidos, o novo Edge é comercializado com várias alternativas de motor. O câmbio é sempre automático de seis velocidades e a tração integral permanente. No território brasileiro, o Edge possui apenas o motor 3.5 V6 Duratec TiVCT, que oferece 289 cv de potência e 35 kgfm de torque. Os valores têm variações de R$ 131.490 na versão SEL 3.5 V6 a R$ 161.590 na versão Limited 3.5 V6 AWD + Vistarrof.

Felipe Couto de Oliveira


Início da Produção do Jeep Renegade no Brasil


A Jeep muda sua proposta no Brasil com o Jeep Renegade. O novo modelo trata-se de um SUV compacto e é o primeiro carro fabricado na nova montadora da Fiat Chrysler em Pernambuco. A produção do novo SUV ainda é incipiente no país, começou na última quinta-feira (19), mas finalmente representa a última etapa antes da chegada do modelo às concessionárias brasileiras. Algumas informações sobre as novidades do automóvel foram divulgadas, dentre elas, a opção por um motor a deisel nas três versões: Sport, Longitude e Trailhawk. Os preços devem variar entre R$ 68 mil e R$ 120 mil.

Entre os três modelos, o Jeep Renegade Sport é o único com a opção de câmbio manual de 5 marchas, com motor 1.8 de 132cv. A versão Longitude, por sua vez, é dotada de câmbio automático no motor flex, enquanto a versão Trailhawk, topo de linha, possui um motor 2.0 turbodiesel de 170cv, com 9 marchas e sistema de tração com reduzida (20:1), além do bloqueio do diferencial traseiro.

Alguns equipamentos devem ser de série, como o ar condicionado, o trio elétrico, o freio de estacionamento eletrônico, a direção elétrica e o computador de bordo com tela de 7 polegadas. Recursos mais sofisticados como a baliza automática (Park Assist), o teto solar elétrico e removível, os bancos em couro e o rádio com tela sensível ao toque, serão distribuídos entre as versões.

Internamente, o Jeep Renegade proporciona o máximo de conforto através de uma combinação entre tecnologia inteligente, materiais sofisticados, acabamento acima da média e cores modernas. Seus bancos são altos e o ângulo de abertura das portas facilita o embarque e desembarque, com 70 graus de abertura nas portas dianteiras e 80 graus nas traseiras.

Externamente, o novo Renegade conta com um visual off-road, típico da Jeep. As rodas disponibilizadas variam entre16 e 18 polegadas, dependendo do modelo. A clássica grade do radiador com sete ranhuras e as lentes de seus faróis relembram o lendário Jeep Willys.

O Jeep Renegade deve chegar às concessionárias brasileiras no primeiro semestre deste ano.

Por Allan Carlos Marques


Chevrolet Bolt Elétrico terá produção em série em 2016


Ocorrido em janeiro desse ano, o Salão do Automóvel de Detroit trouxe inúmeras novidades no mundo automobilístico. E um dos destaques dessa edição foi o Chevrolet Bolt, que fez um grande sucesso durante o evento.

A repercussão não é para menos, já que o novo veículo da montadora norte americana será cem por cento elétrico! O interessante é que a Chevrolet já anunciou quando pretende começar a fabricar em série esse novo modelo. Segundo a agência de notícias Reuters, a intenção da montadora é já iniciar a produção em meados de 2016.

E a previsão de venda também tem uma grande expectativa pela marca, já que a intenção é fabricar inicialmente de 25 mil a 30 mil unidades do Bolt por ano. Apesar desse número não parecer alto, ele é bem expressivo devido ao tipo de carro.

A especulação é de que o modelo custe em torno de 30 mil dólares, o equivalente a R$ 80 mil, o que também pode ser considerado um valor baixo, pois o custo benefício parece ser vantajoso. Quando falamos em economia, acredite, vale muito a pena, pois segundo a montadora, a autonomia do veículo é de até 330 quilômetros rodados com uma única carga.

A previsão é de que o Bolt tenha opções de modelos configuráveis, onde o motorista pode personalizar de acordo com a necessidade de utilização, podendo especificar se está dirigindo em um estilo de fim de semana, rodoviário ou urbano. Isso significa que os diferentes modos ajustam automaticamente a resposta do pedal do acelerador quando o motorista pisa nele, assim como o nível de rigidez da suspensão e a altura do carro em relação ao solo.

O Bolt também foi pensado para economia de forma geral, pois os materiais utilizados em sua fabricação são magnésio, fibra de carbono e alumínio, que ajuda a reduzir o peso do carro.

Essa seria uma ótima alternativa à população brasileira, uma vez que a gasolina em nosso país está cada vez mais cara!

Por Felipe Villares


Opel Insignia chega a 750 mil unidades produzidas


O novo Opel Insignia está conquistando a cada dia o mercado mundial. O carro foi lançado no ano de 2008, sendo tratado como uma espécie de sucessor do Vectra, e acaba de atingir a marca de 750 mil unidades produzidas na fábrica de Rüsselsheim, na Alemanha. O carro, que está conseguindo agora essa marca numérica histórica, conta com um motor de 2.8 litros de seis válvulas, turbo, sendo movido a gasolina. O motor é capaz de gerar uma potência de 325 cavalos, além de um torque de 45 kgfm.

Axel Scheiben, gerente da fábrica de Rüsselsheim, afirmou em entrevista: "Hoje é um dia especial para toda a equipe de funcionários. Nós temos razões para nos sentirmos orgulhosos por produzir o Insignia 750 mil vezes. Essa equipe realiza um trabalho incrível dia sim, dia não, ao fabricar carros altamente complexos e de qualidade excepcional”.

O carro foi lançado com a dura missão de substituir o Vectra no mercado Europeu. O Vectra sempre foi um carro de sucesso e boa aceitação do consumidor, assim acreditava-se que a sua substituição poderia ser perigosa e o carro poderia não vingar da mesma maneira que o Vectra. A previsão perigosa ficou claramente no passado, já que o Opel Insignia foi claramente muito bem recebido no mercado europeu. O carro teve mais de 100 mil unidades vendidas e já representa quase um quinto das vendas da Opel em terras europeias. O modelo também é hoje o quarto carro mais vendido da marca.

O carro está disponível com muitas variações de linhas, sendo elas: hatchback, notchback, Sports Tourer, Country Tourer e a esportiva OPC. Também há variações de motorização que vão desde um motor de 1.4 litros turbo a gasolina (capaz de gerar para o carro uma potência de 140 cavalos) até o V6 (responsável pela movimentação do esportivo OPC). O carro conta ainda com possibilidade de alimentação por Diesel e Gás Natural Veicular (GNV).

Por Nosf