Novas Tecnologias podem Aposentar o Pneu Estepe


Novas tecnologias prometem aposentar o pneu estepe e aumentar o espaço interno do carro.

Algumas tecnologias estão próximas de fazer com que o pneu estepe não exista mais. O intuito das fabricantes de veículos é, com a inexistência desta roda em automóveis de passeios, haveria uma diminuição do peso e de consumo. Os modelos também poderiam ter um melhor aproveitamento do espaço no porta-malas.

As tecnologias:

– Compact Spares:

São pneus temporários que são feitos apenas para a função. Os produtos vão prejudicar o conjunto todo, caso os mesmos tenham a sua utilização feita de modo regular. Eles também não contam com uma durabilidade boa e não rodam com velocidade maior que 80 km/h.

– Kit de Reparo:

Ele vai apresentar um selante líquido e um compressor. Alguns modelos que são importados já contam com o kit, mas o mesmo pode ser encontrado em lojas do ramo.

– Pneu Seal:

O produto tem uma película interna com um selante que vai vedar de maneira automática o furo no pneu.

– Run-Flat:

Ele é o mais utilizado pelas fabricantes de carros que aposentam o estepe. O produto vai poder rodar totalmente vazio com velocidade e distância que são determinadas previamente. O pneu pode andar com uma velocidade máxima de 80km/h e um trajeto de até 200 km. O Run-Flat conta com um reforço de borracha mais rígida que se encontra nas suas laterais. Isso vai fazer com que o mesmo se apoie no reforço se acontecer uma perda completa de pressão. Esse produto pode rodar com furos que podem chegar a mais de 5 milímetros, coisa que os selantes não conseguem.

O Run-Flat, porém, é mais caro e, como é mais rígido, o conforto não é igual aos dos pneus tradicionais.

Quando se há a “aposentadoria” do estepe, o meio ambiente também agradece, uma vez que não se tem um peso extra e o consumo de combustível é reduzido. Isso faz com que a emissão de poluentes também seja menor. O que deve acontecer? Ainda vai demorar algum tempo para que os estepes saiam por completo dos automóveis.


Problemas no Freio do Carro – Como Verificar?


Confira abaixo os problemas mais comuns com os freios e como resolvê-los.

Você está sentindo que o seu carro pode estar com problemas no freio? Mas e como posso diagnosticar tal coisa no meu veículo?

Meu pedal está duro:

Segundo o nosso mecânico Gabriel Colaço, em grande parte dos casos, o problema está no servo do freio ou hidrovácuo. A peça funciona para amplificar a força que o motorista vai aplicar no pedal e, assim, deixá-lo com maior eficiência.

Quando há algum problema no mesmo, o pedal do freio ficará duro. O seu veículo conseguirá parar, mas o motorista achará mais pesado para que isso aconteça e a força que é aplicada no pedal é maior.

Pedal parece que vai ceder:

Isso acontece quando, por exemplo, o motorista está parado em algum farol com o pé no frio e começa a perceber que ele cede aos poucos. Nesse momento, pode acontecer algo de errado com o cilindro mestre. Verifique se encontra algum tipo de vazamento no circuito hidráulico.

O pedal também pode parecer que não está sendo bem eficiente. Esse problema ocorre quando o sistema hidráulico se encontra com bolhas de ar. Caso seja isso que esteja acontecendo, a solução é trocar o óleo de freio e fazer a sangria do sistema. Se não resolver o problema em questão, é indicado observar de maneira mais atenta o servo freio e também o cilindro mestre.

Outro problema pode ser o nível de óleo baixo. Quando o carro é mais novo, isso poderá indicar que as pastilhas estão com um desgaste excessivo. Caso o carro conte com mais de 30 mil quilômetros, o dono deverá fazer uma verificação de um possível vazamento nos cilindros de freio das rodas traseiras.

O importante nestes casos é saber indicar a causa do problema que está se passando nos freios. Desta maneira, o dono do veículo pode chegar com uma informação pronta para o mecânico, o qual poderá solucionar com mais rapidez o problema. 

Confira no vídeo abaixo mais algumas dicas de cuidados que você deve ter com os freios:


Manutenção dos Freios do Carro – Principais Problemas e Quando Trocar as Peças


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve ter com os freios de seu carro. Saiba quais são os principais problemas que podem acontecer e quando é o momento certo para trocar cada peça.

Um dos principais itens de segurança do carro são os freios. Este item, que aparentemente tem um sistema de funcionamento bastante simples, muitas vezes sofre com o descuido dos motoristas, o que pode acarretar em graves acidentes. Para evitar que isso aconteça, é preciso ficar sempre atento às manutenções e também aos sinais de que algo está errado em seu funcionamento. Mas você sabe como identificar os principais problemas e sinais de que os freios de seu veículo não estão bons? Se não sabe, confira abaixo algumas dicas:

Primeiramente, o motorista precisa entender o funcionamento do sistema de freio, uma vez que há muita coisa além do pedal que pisamos para parar o veículo. O sistema de freios funciona basicamente da seguinte forma: Junto com a roda existe um disco, que gira conforme o veículo está em movimento. Já na suspensão do carro, estão fixadas as pinças e as pastilhas de freio. Ao acionar o pedal de freio no interior do veículo, as pastilhas fazem uma espécie de sanduíche com o disco, o que acaba segurando a rotação das rodas e consequentemente diminuindo a velocidade do carro.

Vale lembrar que o sistema de freios é composto por Pedal, Servo Freio, Cilindro Mestre, Fluído de Freio, Canos e Mangueiras, Pastilhas de Freio, Discos de Freio, Lonas e Tambores. Além disso, é importante citar que geralmente os carros possuem freios a disco na parte da frente e freios com tambores na parte traseira.

Entre os principais problemas encontrados no sistema de freios está a trepidação e o ruído. A trepidação ocorre devido ao desgaste do disco do freio, que provavelmente está com imperfeições que fazem com que a pinça tenha problemas ao entrar em contato com o disco, o que causa a trepidação. Já o ruído ocorre porque as pastilhas de freio estão gastas, com isso, o metal das pastilhas entra em contato com o metal do disco e isso faz com que o atrito dos metais cause barulho. Sendo assim, para arrumar a trepidação ao frear é preciso trocar o disco de freio. Já quando o carro estiver fazendo barulho ao frear, é preciso trocar as pastilhas.

Já quando o nível de óleo baixar, os motoristas devem ficar atentos às pastilhas, pois isso é um sinal de que elas podem estar desgastadas. Para evitar isso, é preciso verificar se não há vazamentos nos cilindros de freio das rodas traseiras. 

Já quando o motorista ouvir um estalo ao pisar no freio, os problemas do carro poderão ser vários. Entre eles está a falta de molas nas pastilhas, as buchas das bandejas estouradas, os pinos das pinças de freio com folga, as buchas da barra estabilizadora, a torre do amortecedor solta, entre outros.

Confira agora os principais problemas dos demais itens que formam o sistema de freio e quando troca-los:

  • Pedal: O pedal nada mais é do que o acionador do freio. Ele geralmente não precisa de troca, exceto se estiver torto devido a alguma batida, por exemplo.
  • Servo Freio: O servo freio serve basicamente para auxiliar no funcionamento do freio, multiplicando para todo o sistema a força empregada no pedal. O principal problema desta peça é deixar o pedal do carro pesado, se isso acontecer é preciso trocar o item. Vale lembrar que a troca desta peça deve ser feita com cerca de 120 mil a 200 mil km rodados.
  • Cilindro Mestre: O cilindro mestre é responsável por abastecer o cilindro do freio com fluído, que é retirado do reservatório e que transforma a pressão mecânica dos pedais em pressão hidráulica. O problema nesta peça geralmente deixa o pedal baixo, o que é ocasionado devido à corrosão interna da peça (que é causada por fluído vencido ou contaminado com água). Esta peça suporta mais de 100 mil km rodados se a manutenção do carro for feita de maneira correta (trocando o fluído a cada 10 mil km).
  • Canos e Mangueiras: Estas peças são responsáveis por levar os fluídos do cilindro mestre para as rodas. O principal problema que pode acontecer com os canos e mangueiras é eles sofrerem furos ou se romperem, se isso acontecer o fluído vazará e o carro pode ficar sem freio. Não existe um prazo exato para a substituição destas peças, por isso, é preciso checa-las toda vez que for trocar o óleo.
  • Pastilhas: As pastilhas são as peças que entram em contato com o disco do freio e param o veículo. Por estarem em constante contato com o disco de freio, as pastilhas tendem a desgastar e reduzir o seu poder de frenagem. Por isso, ao sentir que o carro está tendo mais dificuldade para parar, o ideal é trocar as pastilhas. Com relação ao seu prazo de troca, ele não possui um tempo certo, isso vai depender do quanto o carro já rodou e seu freio foi acionado. Porém, o recomendado é trocar as pastilhas a cada 20 mil km rodados.
  • Discos: Os discos de freio são uma das principais peças que compõem o sistema de freio. Eles podem entortar, quebrar ou ficar gastos. Se isso acontecer pode provocar trepidações que consequentemente também poderão danificar as pastilhas do carro. Não existe um prazo para a troca do item, isso deverá ser feito conforme o motorista sinta o seu desgaste.
  • Lonas: As lonas estão presentes nos freios traseiros e são responsáveis por fazer o atrito nas rodas com os tambores de freio. Esta peça também é responsável por travar o carro quando este está com o freio de mão acionado. O desgaste desta peça diminui a capacidade de frenagem da roda traseira e também dificulta o funcionamento do freio de mão.
  • Tambores: Os tambores ficam localizados no entorno das lonas de freio, nas rodas traseiras. Quando o freio é acionado, a lona toca o tambor, que faz com que o veículo pare. O desgaste desta peça compromete o funcionamento do freio. A troca dos tambores não possui um tempo certo para ser feito, mas recomenda-se que isso seja realizado quando o motorista sentir dificuldade no funcionamento do freio traseiro.

Confira no vídeo abaixo como exatamente funcionam os freios do carro:


Manutenção do Carro Híbrido – Custo pode ser mais Barato que do Carro Comum


Ao adquirir um automóvel, muitas pessoas ficam em dúvida e uma das perguntas mais comuns é: manter um carro híbrido é mais caro que manter um automóvel convencional? Para a surpresa de muitas pessoas, a repostas é negativa, isso mesmo, não é mais caro manter um carro híbrido. No entanto, a reposta passa a ser sim caso o mesmo quebre. Ou seja, a manutenção comum e preventiva, que é recomendada para todos os tipos de carros, não acaba sendo mais cara em um carro híbrido. Em alguns casos o preço da manutenção pode ser inferior ao de carros normais, por exemplo.

As dúvidas quanto aos gastos já começam no momento da compra, pois os híbridos são relativamente mais caros que automóveis convencionais de tamanhos similares e etc. Porém, saiba que o mesmo não acontece quando o assunto é a manutenção. O grande problema está mesmo no sistema híbrido, pois um defeito nessa parte do carro irá trazer grandes gastos em casos como, por exemplo, onde a garantia já tenha expirado.

O preço da manutenção em híbridos e carros comuns é equivalente, pois o motor a gasolina de um híbrido requer a mesma manutenção de um motor de outro carro qualquer. O mito de um preço maior para a manutenção dos híbridos surgiu há muito tempo. Algum tempo atrás as oficinas não gostavam de trabalhar com híbridos. Dessa forma, os clientes tinham que procurar uma concessionária e todos sabem que o preço de manutenções em concessionárias é relativamente alto. No entanto, as coisas mudaram, sendo que hoje em dia é possível realizar manutenções em seu híbrido em qualquer oficina.

Um dos exemplos que comprovam que a manutenção do híbrido pode ser mais barata está em seu motor. Saiba que o motor a gasolina sempre desliga quando o automóvel está em repouso ou a baixa velocidade, dessa forma, o motor elétrico irá fazer todo o trabalho. Isso implica em um menor desgaste de seu motor e, consequentemente, menos manutenções a serem feitas. Outro exemplo está na troca de óleo, pois nos híbridos a mesma é recomendada a cada 8.000 km rodados, enquanto que em carros normais essa troca deve ser feita a cada 5.000 km.

Outro destaque dos híbridos é que o sistema de frenagem dos mesmos produz uma quantidade menor de calor, ou seja, as pastilhas e discos dos freios irão durar mais. Além disso, a maioria dos híbridos não requer manutenção especial no sistema híbrido. O grande custo fica mesmo na parte do sistema especial, caso ele venha a apresentar problemas antes do previsto, o que não é muito comum.

Por Bruno Henrique


Manutenção do Carro – Dicas e Cuidados com os Quebra-Galhos


Carro é uma coisa que necessita de manutenção constante, mas tem épocas que o dinheiro está curto e muitos brasileiros apelam para gambiarras para poder continuar rodando com o carro sem gastar dinheiro. O famoso “jeitinho brasileiro” pode colocar a sua vida em risco, confira quais são os 5 quebra-galhos que você nunca deve fazer em seu carro:

– Desenhar o Pneu Careca:

A faca de corte é utilizada por alguns borracheiros para fazer novos riscos em pneus carecas e depois comercializados como “meia vida”. Pode parecer uma economia, mas esses riscos reduzem a resistência do pneu e pode colocar a vida dos ocupantes do carro em risco. Se quiser economizar, prefira comprar pneus que duram menos de qualidade inferior.

– Usar Martelo para Desamassar Roda:

Ao desamassar a roda o material perde a resistência e com o tempo volta a se deformar, podendo até dobrar ao meio. O melhor é comprar uma roda nova.

– Água Fria no Reservatório:

Se um carro consome muita água é sinal que está com vazamento, por isso você deve procurar um mecânico. Colocar água fria nunca é uma boa opção, pois o choque térmico pode empenar ou até mesmo trincar o cabeçote.

– Tirar a Válvula Termostática:

Quando a válvula termostática não funciona direito o carro desenvolve problemas de superaquecimento, por isso muitos motoristas tiram a válvula e não colocam outra no lugar. Aparentemente o problema está resolvido, mas se o seu veículo trabalha frio, com o tempo as peças do motor irão se desgastar de forma prematura. Em outras palavras, deixar seu carro sem a válvula é como reduzir 50% da vida do motor.

– Peças de Desmanche:

Você não tem como saber se o seu carro irá reagir bem a uma peça usada, além disso, é um reparo temporário.

Dificilmente um mecânico saberá avaliar o real estado de conservação da peça usada, principalmente se for um conjunto como caixa de direção, motor ou câmbio. As peças de desmanche só são boas opções quando se trata de itens mais simples como lanternas, maçanetas, bancos e faróis, ou seja, itens que não comprometem a segurança dos ocupantes do carro.

Por Jéssica Posenato