Início da Produção do Jeep Renegade no Brasil


A Jeep muda sua proposta no Brasil com o Jeep Renegade. O novo modelo trata-se de um SUV compacto e é o primeiro carro fabricado na nova montadora da Fiat Chrysler em Pernambuco. A produção do novo SUV ainda é incipiente no país, começou na última quinta-feira (19), mas finalmente representa a última etapa antes da chegada do modelo às concessionárias brasileiras. Algumas informações sobre as novidades do automóvel foram divulgadas, dentre elas, a opção por um motor a deisel nas três versões: Sport, Longitude e Trailhawk. Os preços devem variar entre R$ 68 mil e R$ 120 mil.

Entre os três modelos, o Jeep Renegade Sport é o único com a opção de câmbio manual de 5 marchas, com motor 1.8 de 132cv. A versão Longitude, por sua vez, é dotada de câmbio automático no motor flex, enquanto a versão Trailhawk, topo de linha, possui um motor 2.0 turbodiesel de 170cv, com 9 marchas e sistema de tração com reduzida (20:1), além do bloqueio do diferencial traseiro.

Alguns equipamentos devem ser de série, como o ar condicionado, o trio elétrico, o freio de estacionamento eletrônico, a direção elétrica e o computador de bordo com tela de 7 polegadas. Recursos mais sofisticados como a baliza automática (Park Assist), o teto solar elétrico e removível, os bancos em couro e o rádio com tela sensível ao toque, serão distribuídos entre as versões.

Internamente, o Jeep Renegade proporciona o máximo de conforto através de uma combinação entre tecnologia inteligente, materiais sofisticados, acabamento acima da média e cores modernas. Seus bancos são altos e o ângulo de abertura das portas facilita o embarque e desembarque, com 70 graus de abertura nas portas dianteiras e 80 graus nas traseiras.

Externamente, o novo Renegade conta com um visual off-road, típico da Jeep. As rodas disponibilizadas variam entre16 e 18 polegadas, dependendo do modelo. A clássica grade do radiador com sete ranhuras e as lentes de seus faróis relembram o lendário Jeep Willys.

O Jeep Renegade deve chegar às concessionárias brasileiras no primeiro semestre deste ano.

Por Allan Carlos Marques