Riscos de se Dirigir o Carro com Pouca Gasolina


Veja aqui quais são os principais perigos de se dirigir o carro com pouca gasolina.

Quando você está rodando pelas ruas e observa que o seu tanque está com sinal de combustível baixo, menos de 1/4 , por exemplo, o que você faz?

Segundo uma pesquisa feita pela empresa inglesa de seguros LV (Liverpool Victoria), são mais de 820 mil pessoas todos os anos que simplesmente ignoram a luz que avisa que o combustível está na reserva e isso pode acarretar na quebra do automóvel pela falta da gasolina.

Deste estudo, um quarto de todos os motoristas apontaram que acreditam que conseguem rodar ao menos mais 65 quilômetros quando a luz da reserva ascende ou pisca. Do total dos entrevistados, dois milhões admitem que dirigem com a luz de reserva acessa com o pensamento de guardar alguma grana antes de encher o tanque.

Mas os motoristas devem ficar atentos com os problemas que a falta de gasolina pode acarretar no automóvel. Quando o carro está com somente um quarto do tanque completo, a direção hidráulica e os freios poderão ser prejudicados sem o funcionamento perfeito. E não precisa nem citar que esses itens são essenciais.

As pessoas necessitam entender que o medidor de combustível não é para ser tido como um instrumento altamente preciso. Em carros mais modernos em termos de tecnologia, a medição é feita através de um flutuador, como aquelas encontradas na caixa d’água. Com isso, quando um motorista está, por exemplo, subindo uma ladeira, o nível de combustível poderá ser distinto do que rodar em uma pista plana.

Outro ponto importante é que a distância que você pode percorrer quando a luz da reserva acende é distinta em cada modelo. A melhor dica é chegar até o posto mais perto e abastecer o carro. Quando força o tanque com pouco combustível, esse fator poderá prejudicar muito o motor, o que sairá bem mais caro posteriormente em uma oficina mecânica.

Quando acaba gasolina e você abastece com um pouco de combustível, o suficiente apenas para chegar em um posto, o motorista ainda poderá ficar na rua, uma vez que pode ter entrado ar no sistema e a gasolina não vai conseguir passar do tanque e chegar até o motor. Se isso ocorrer, algum mecânico terá que fazer o processo chamado de “sangrar” o sistema.

Dicas:

  • Quando estiver com pouca gasolina, a velocidade deve ser mantida entre os 60 km/h até 80 km/h.
  • Evite aceleradas ou freadas mais bruscas.
  • Opte por manter uma marcha em que o propulsor rode por volta dos 2.000 até 3.000 rpm.
  • Não deixe o veículo em ponto morto, uma vez que a economia não será grande.
  • Só desligue o carro para economizar combustível se o mesmo ficar parado por mais de um minuto.

Carro na Reserva de Combustível – Riscos e Cuidados


Confira aqui os principais riscos de se dirigir com o tanque do carro na reserva.

Você já se perguntou se deve andar com o seu carro na reserva de combustível? Bom, vamos listar alguns pontos na matéria que dão conta que isso não é um bom negócio na maioria das vezes.

Um estudo feito na Inglaterra e publicado no Daily Mail aponta que em todos os anos mais de 820 mil pessoas não dão a atenção devida para a luz que avisa que o seu carro está na reserva e o mesmo quebra pela falta de combustível. A pesquisa foi realizada pela empresa de seguros Liverpool Victoria.

Foi um quarto dos motoristas que responderam à pesquisa que pensam que podam rodar, pelo menos, mais 65 km quando observa que está ligada a luz de reserva. O seu carro pode acabar tendo um problema mais sério do que apenas acabar com o combustível no meio do caminho.

Quando o veículo está com somente um quarto do tanque com combustível, o carro poderá ter problemas nos freios e também na direção. Eles podem não funcionar corretamente. São itens importantes que salvam muitas vidas em problemas de trânsito.

Os motoristas devem estar cientes que o medidor de combustível de seus veículos não são tão precisos assim. Na maioria dos carros, inclusive naqueles mais modernos, a medição é realizada por um flutuador, da mesma forma como acontece com as caixas d’água. Um exemplo é: quando o veículo está subindo em uma ladeira o nível pode ser distinto quando se está em um plano de pista.

Outro ponto importante é que a distância que pode ser percorrida com a gasolina na reserva varia de modelo em modelo. A melhor dica para evitar os problemas é abastecer o quanto antes. Para esse problema, vale a frase que o barato sai caro. Se você ficar por muito tempo sem o combustível necessário, pode entrar ar no sistema e mesmo abastecendo um pouco, o carro poderá ficar parado. Com isso, você deverá chamar um mecânico e “sangrar” o sistema.

Está com pouca gasolina?

Primeiro de tudo, não se deve dirigir com menos de um quarto de tanque. Quando se está com pouca gasolina, o melhor é manter a velocidade do veículo entre 60 a 80 km/h. O motorista não pode fazer movimentos bruscos com freadas ou acelerações.  Ele deverá tentar deixar que o motor fique com 2 mil a 3 mil rpm


Cinto de Segurança no Banco Traseiro – Qual a Importância


Uso do cinto de segurança no banco traseiro é obrigatório e pode evitar tragédias.

As últimas notícias badaladas da internet, acerca da morte do cantor Cristiano Araújo e sua namorada, trouxeram novamente à tona uma preocupação que deveria ser constante no nosso dia a dia: o uso do cinto de segurança no banco traseiro.

Os especialistas em trânsito afirmam o que todos já imaginávamos, andar no banco traseiro é mais seguro que andar no banco da frente, mas se o passageiro estiver sem o cinto, o risco é redobrado: além de colocar sua própria vida em risco, ele estará colocando a vida do motorista e do carona da frente também em perigo.

O que acontece é que quando ocorre um impacto, os passageiros do banco de trás são projetados com força para o banco da frente, podendo machucar gravemente e até matar os ocupantes do banco dianteiro. Além disso, dependendo do impacto há o risco dos ocupantes do banco traseiro serem lançados para fora do veículo, o que na maioria das vezes provoca a morte certa.

A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) realizou uma pesquisa em que mostra que o uso de cinto de segurança no banco da frente pode reduzir o risco de morte em até 45% e o seu uso no banco de trás reduz o risco em até 75%.

O problema é que a maioria dos brasileiros não possui o hábito de usar o cinto quando estão no banco de trás. Segundo o IBGE, 79,4% dos usuários usam regularmente o cinto quando viajam no banco da frente, mas esse número cai para 50% quando o passageiro está no banco de trás.

É importante criar um hábito do uso do cinto também no banco de trás, com fiscalização mais acirrada nas blitz pela cidade, para que acidentes fatais pela falta do uso no banco traseiro, como o que vitimou o cantor Cristiano Araújo e sua namorada, cada dia mais sejam eliminados das estatísticas de trânsito. O uso do cinto de segurança também no banco traseiro é indispensável para a segurança de todos os integrantes do veículo.

Por Patrícia Generoso


Manutenção dos Pneus – Dicas e Cuidados


Fazer a manutenção correta dos pneus é extremamente importante. Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve ter para evitar surpresas.

Conservar e realizar a manutenção dos carros requer muito cuidado, mas o que muitos motoristas acabam se esquecendo de dar atenção é com relação aos pneus. Este item, apesar de ser importantíssimo, acaba não tendo o cuidado merecido e coloca em risco a segurança do motorista e de seus passageiros. Para que isso não ocorra, é preciso que os motoristas tomem uma série de cuidados, confira abaixo quais são eles e o que você deve fazer para circular com o seu carro com segurança:

A primeira coisa que os motoristas devem ficar atentos é com relação à calibração dos pneus. É muito importante que os pneus do carro estejam com os níveis de pressão adequados, para que o comportamento do veículo não seja afetado. Vale lembrar que os pneus com pressão muito baixa podem fazer com que seu carro consuma mais combustível para rodar. Por isso, o ideal é que os motoristas calibrem os pneus do carro com a pressão indicada no manual do proprietário a cada 15 dias. 

Outro cuidado que os motoristas precisam ter é com relação ao alinhamento dos pneus. Quando os pneus estão desalinhados, os pneumáticos acabam se desgastando irregularmente, o que pode comprometer em até 50% a vida útil dos pneus, além de afetar os sistemas de direção e suspensão. O indicado é que o motorista faça o alinhamento dos pneus a cada revisão. O motorista também pode fazer um teste para saber se seu carro precisa fazer o alinhamento, para isso basta observar se seu carro pende mais para um lado do que para o outro ao estar em uma reta. Outra maneira é observar se há diferença no desgaste dos pneus.

Uma dica super importante para os motoristas é fazer o rodízio dos pneus periodicamente. Como a maioria dos carros possui tração dianteira ou traseira, os pneus localizados na área de tração acabam se desgastando mais rapidamente do que os outros. Para que os pneus se desgastem de maneira igual, é preciso fazer o rodízio, isso estende a vida útil dos pneus e também evita que o carro escape nas curvas ou frenagens. Vale lembrar que o indicado é que o motorista faça o rodízio dos pneus a cada revisão.

Maneira Correta de Fazer o Rodízio dos Pneus.

O estepe também merece uma atenção especial dos motoristas. Apesar de ele ficar esquecido no carro, nunca se sabe quando será preciso usa-lo, por isso é importante que ele esteja em perfeitas condições de uso sempre. Para que isso aconteça é preciso que os motoristas sempre se lembrem de calibrar o estepe a cada 15 dias. 

Se você é daquelas pessoas que gostam de trocar os pneus originais do carro por outros com aros maiores cuidado! Apesar de esta prática ser bastante comum entre os motoristas, saiba que essa alteração pode afetar na conservação dos pneumáticos, com isso o veículo pode perder torque, além de gastar mais combustível já que aumenta o atrito com o solo. Vale lembrar que esta mudança também afeta na velocidade indicada no painel, que pode ter alterações e aumenta o risco do motorista tomar uma multa por excesso de velocidade.

Nos últimos anos, os pneus remoldados começaram a fazer sucesso com os motoristas. Estes pneus são feitos a partir da carcaça de pneus usados e geralmente custam mais barato do que os novos. Porém, o que pode parecer uma economia na realidade pode acarretar em uma tremenda dor de cabeça. Já que os pneumáticos são projetados para ter uma determinada duração, quando eles são remoldados acabam estendendo este tempo, o que afeta a sua estrutura interna e aumenta a possibilidade de que o pneu rompa ou simplesmente se exploda.

Hoje em dia algumas lojas também oferecem os chamados pneus seminovos, que em tese tiveram menos tempo de uso e estão em melhor estado de conservação. Apesar desse discurso bonito, a utilização destes pneus não é recomendada, uma vez que é difícil diferenciar os pneus bons dos que estão em mau estado de conservação.

Por fim, os motoristas também precisam ficar atentos ao momento certo para fazer a troca dos pneus. Muitas pessoas deixam para trocar os pneus apenas quando eles estão realmente "carecas", porém, o indicado é que esta troca seja feita bem antes, seguindo os indicadores de desgaste dos pneus. Para quem não sabe onde estes indicadores ficam, eles podem ser localizados por meio por meio de triângulos ou pela sigla TWI nas laterais. Ao olhar para os sulcos do pneu na direção indicada, o motorista poderá enxergar pequenas lombadas. Se estas marcações aparecerem, já está na hora do motorista fazer a troca do pneu.

Indicador de Desgaste do Pneu.


Garantia do Carro – Tipos e Como Funciona


Carros novos e usados possuem dois tipos de garantia. Confira como funciona cada uma delas.

Comprar um carro, seja ele novo ou usado, sempre gera ao comprador um certo receio de que este possa ter um problema depois de um certo tempo. E para proteger o consumidor deste problema, é que existe a garantia. De acordo com o Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor), atualmente são oferecidos dois tipos de garantia aos consumidores: a Garantia Legal a Garantia Contratual. Estas garantias possuem grandes diferenças e é bom o consumidor ficar atento a elas, para evitar "dores de cabeça no futuro". Se você não sabe como funciona cada um destes tipos de garantia, confira abaixo mais detalhes sobre elas:

Garantia Legal:

A garantia legal é fornecida por todos os fabricantes de bens duráveis e serviços. Esta garantia é obrigatória por lei e possui um prazo de 90 dias. Durante este período, as empresas deverão garantir o perfeito funcionamento de seus produtos ou serviços (desde que estes sejam utilizados adequadamente), o que dá ao consumidor a garantia de que está adquirindo um produto ou serviço de qualidade. Vale lembrar que durante este período as empresas são obrigadas a concertar o produto independente do problema e da quantidade de peças que será necessário trocar para que o produto volte a funcionar perfeitamente.

Segundo a lei, existem dois tipos de defeitos: o Aparente e o Oculto. Os defeitos aparentes, que são problemas mais superficiais e fáceis de constatar, possuem uma garantia de até 3 meses após a entrega do produto ou serviço. Já os defeitos ocultos, que são os defeitos mais difíceis de perceber, geralmente demoram para ser constatados e justamente por isso o seu prazo só começa após a constatação do problema, mesmo que se leve anos para que o problema seja constatado. Com isso, o consumidor está protegido contra defeitos de fabricação menos óbvios, mas é importante salientar que neste caso às vezes será preciso à apresentação de um laudo técnico atestando que o defeito é realmente de fábrica.

Um detalhe muito importante de se mencionar é que a Garantia Contratual é complementar a Garantia Legal. Ou seja, a Garantia Contratual só poderá começar a valer após o período de 90 dias em que está vigente a Garantia Legal. Isso é garantido pelo artigo 50 do Código de Defesa do Consumidor. É preciso ficar bastante atento a isso, pois muitas montadoras e revendedoras insistem que a garantia contratual engloba a garantia legal. No entanto, se no termo de Garantia está mencionado à validade de um ano, após este período o consumidor pode reclamar da Garantia Legal de 3 meses. 

Garantia Contratual:

A garantia contratual nada mais é do que a garantia fornecida pela fabricante. O prazo de validade desta garantia varia de acordo com a empresa, apesar de geralmente ser de um ano. É importante lembrar que cada montadora ou revendedora segue a sua própria política de garantia, ou seja, ela pode definir o prazo e as peças cobertas pelo seguro. No caso dos carros, geralmente as montadoras dão uma garantia de um ano e cobertura para itens mecânicos, para a suspensão e para os acessórios originais.

Já com relação às peças com desgaste natural como pastilhas de freio, pneus, estofamentos, borrachas, amortecedores e itens da suspensão, geralmente estão excluídos das garantias. Vale lembrar que apesar de não estarem inclusos na Garantia Contratual, estes itens estão cobertos nos 90 dias de Garantia Legal. Outra informação importante de se salientar é que a Garantia Contratual não cobre acessórios que não sejam de fábrica.

Falando um pouco sobre os carros usados, eles também possuem garantia, porém, é preciso ficar atento à política da revendedora. Estes veículos obrigatoriamente estão cobertos pela Garantia Legal de 90 dias. Porém, as revendedoras não são obrigadas a fornecer Garantia Contratual e por isso o consumidor deve ficar bastante atento. Além disso, o consumidor deve olhar a Garantia Contratual fornecida pela montadora, pois muitas vezes o veículo ainda pode estar coberto por esta garantia (que mesmo com a mudança de dono do veículo ela continua valendo).

Outro detalhe importante de se mencionar é que as montadoras obrigam os consumidores a seguirem exatamente o manual do veículo para que este esteja coberto pela Garantia Contratual. Ou seja, é preciso fazer todas as manutenções e concertos dentro de oficinas autorizadas pela marca. Caso o consumidor faça qualquer manutenção fora destas oficinas, ele perderá na hora a Garantia Contratual da peça que foi trocada (mantendo esta garantia para os outros itens).

Por fim, com relação aos carros importados, é a Importadora ou a Filial da Montadora que será responsável pela garantia. Se a montadora possui filial no Brasil, é ela a responsável pela garantia, mesmo que o veículo tenha sido produzido em outro país. Já quando a montadora não possui filial no Brasil, quem fica responsável pela garantia é a importadora que vendeu o carro. 


Dicas de Como Saber se o Carro já foi Batido


Confira aqui algumas dicas para saber se o carro que você está pensando em comprar já foi batido.

Na hora de comprar um carro usado, é preciso muita cautela, principalmente para descobrir se o veículo já foi ou não batido. Para muitos, esta parece ser uma missão quase impossível, mas com estas dicas abaixo você vai ver que é fácil descobrir se o carro já sofreu alguma colisão.

O primeiro cuidado que você deve ter é de analisar o carro totalmente seco. Se for um dia de chuva e o carro estiver todo molhado, as gotas de água poderão esconder várias imperfeições na lataria e na pintura também. Se for o caso do carro estar molhado, então é bom secá-lo primeiro.

Com o carro já seco, procure por imperfeições na lataria, verifique se há ondulações na chapa ou desalinhamento das portas. Fique de frente para o automóvel, se afaste um pouco e mantendo esta distância você poderá vê-lo por inteiro e fazer uma boa análise. Tente descobrir se um lado está diferente do outro e procure nesta hora, deixar de lado a observação da cor ou beleza do modelo, fique focado nos detalhes, procurando por ondulações ou partes diferentes.

Outra ótima dica para lhe ajudar nesta verificação é encostar seu rosto no para-lama do veículo, assim você poderá analisar a lateral com mais facilidade. Realmente pode parece estranho para quem te ver fazendo isso, mas não se importe, porque está é uma excelente forma de descobrir imperfeições na lataria do carro.

Para descobrir se o carro teve alguma batida dianteira, abra o capô do veículo e analise as "paredes" por dentro. Neste local, a pintura não pode estar novinha, pois isso é sinal que foi pintado recentemente, ou seja, teve uma batida frontal.

Verifique também os parafusos internos que ajudam a fixar o painel da grade, pois eles deverão estar na mesma cor do veículo.

Utilize seu dedo para medir o espaço entre o capô e o pára-lamas e caso perceba diferenças é sinal que este capô já foi retirado ou então, que o para-lama já foi substituído.

Fique atento também aos faróis e lanternas, pois se não forem os originais, é porque foram substituídos e isso é feito quando o veículo já foi batido.

Procure também por marcas de tinta na grade dianteira ou nos faróis e lanternas, pois algumas oficinas não tiram estas peças para pintar e um sinal de tinta pode indicar que já teve uma batida.

Foto: Marco Antônio Teixeira / Agência O Globo

Por Russel


Dicas de Como Dirigir na Chuva, com Neblina e à Noite


Com as estações do ano todas alteradas e com chuvas que nem sempre vem naquelas estações nas quais já estávamos acostumados, os motoristas devem estar preparados para enfrentar todas e quaisquer tipo de adversidade climática ao volante, principalmente, no período noturno, quando a visibilidade dos condutores fica muito prejudicada. Pensando nesses problemas vividos por inúmeros motoristas, foi desenvolvida pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI), uma cartilha contendo as principais dicas de como dirigir com segurança na chuva ou com neblina no período noturno. Então, pensando na segurança, vamos repassar as principais dicas contidas nesse manual.

Primeiramente, na chuva os motoristas devem ter bastante cautela, haja vista que a realização de manobras fica mais complicadas devido à diminuição do atrito que as rodas do veículo tem com o asfalto. Outra dica muito importante é que os motoristas aumentem significativamente a distância de segurança entre um veículo e outro, uma vez que com o solo molhado e com a possível presença de resíduos de óleos deixados pelos veículos na pista, a frenagem tende a necessitar de um espaço muito maior, principalmente se for necessário imobilizar o veículo de forma repentina. Em casos de possas d’água muito grandes ou alagamentos, evite-os, pois a água pode comprometer o funcionamento de todo o conjunto do motor do veículo. Outra dica relevante é que se a chuva estiver muito forte, o condutor deve trafegar com os faróis baixos para serem visualizados com maior facilidade.

Outro problema muito crítico é a neblina. Caso o motorista depare com uma região de neblina, uma das principais e mais importantes regras é que ele não faça a utilização do farol alto, mas sim do farol baixo, mesmo durante o dia. Se existente no veículo os faróis de neblina, o condutor deverá liga-lo. Como a neblina prejudica muito a visibilidade, as ultrapassagens devem ser evitadas a não ser que o condutor tenha a total certeza da manobra que está realizando.

O certo é que em clima adverso a atenção e os cuidados devem ser redobrados, pois a incidência de acidente aumenta de forma significativa.

Por Adriano Oliveira


Dicas e Cuidados para Comprar Moto Usada ou Seminova


Você que está pensando em comprar uma moto seminova ou usada, já parou para pensar quais são os requisitos fundamentais para se viabilizar um bom negócio? E quais são os cuidados que você dever tomar para que não haja prejuízos futuros em relação a moto que você vai comprar?

Primeiramente, motos seminovas são classificadas por especialistas como motos com até dois anos de uso ou motos que tenham quilometragem máxima de 25 mil quilômetros rodados. Então, se você que está pensando em adquirir um moto seminova, observe essas dicas, pois muitos vendedores oferecem motos acima de dois anos de uso e com quilometragem maior que 25 mil quilômetros, fazendo propaganda enganosa e dizendo que a moto é seminova.

Outro fator primordial é verificar a documentação da moto, hoje em dia existem empresas especializadas em prestar serviço de vistoria, que são capazes de fornecer laudos detalhados sobre a procedência da motocicleta, relatando se a documentação está em ordem ou se a motocicleta já foi fruto de sinistro, se é um produto adquirido em leilão e até se a moto já sofreu acidente com classificação de perda total.

Agora se você tiver dúvidas em relação ao estado da moto ou em relação a quilometragem indicada, observe alguns detalhes como:

O estado da manopla, que se tiver com aspecto visual muito desgastado indica que a moto já foi bastante usada.

A pedaleira, observe o estado da pedaleira pois ela pode te indicar um uso muito acima do que a quilometragem mostrada no painel.

Olhe os estados dos pneus, pois se eles estiverem “carecas” indicam que a moto já rodou muito acima de 25 mil quilômetros e se houver diferenças de um lado ao outro, pode ser que a moto já tenha participado de eventos de corrida.

Olhe o estado das cabeças dos parafusos, pois eles indicam se a moto já teve suas carenagens e pneus trocados ou se já passaram muitas vezes na oficina para manutenção.

Então fique atento as dicas acima para fazer um bom negócio, lembre-se, se você for comprar uma moto usada de uma pessoa física, procure um amigo ou parente, pois dessa forma você poderá saber da procedência da moto, agora se você quer comprar de uma pessoa jurídica exija o seu direito de garantia, pois todas as concessionárias tem o dever de te oferecer uma garantia mínima de três meses.

Foto: G1

Por Rodrigo da Silva Monteiro


Manutenção do Carro Híbrido – Custo pode ser mais Barato que do Carro Comum


Ao adquirir um automóvel, muitas pessoas ficam em dúvida e uma das perguntas mais comuns é: manter um carro híbrido é mais caro que manter um automóvel convencional? Para a surpresa de muitas pessoas, a repostas é negativa, isso mesmo, não é mais caro manter um carro híbrido. No entanto, a reposta passa a ser sim caso o mesmo quebre. Ou seja, a manutenção comum e preventiva, que é recomendada para todos os tipos de carros, não acaba sendo mais cara em um carro híbrido. Em alguns casos o preço da manutenção pode ser inferior ao de carros normais, por exemplo.

As dúvidas quanto aos gastos já começam no momento da compra, pois os híbridos são relativamente mais caros que automóveis convencionais de tamanhos similares e etc. Porém, saiba que o mesmo não acontece quando o assunto é a manutenção. O grande problema está mesmo no sistema híbrido, pois um defeito nessa parte do carro irá trazer grandes gastos em casos como, por exemplo, onde a garantia já tenha expirado.

O preço da manutenção em híbridos e carros comuns é equivalente, pois o motor a gasolina de um híbrido requer a mesma manutenção de um motor de outro carro qualquer. O mito de um preço maior para a manutenção dos híbridos surgiu há muito tempo. Algum tempo atrás as oficinas não gostavam de trabalhar com híbridos. Dessa forma, os clientes tinham que procurar uma concessionária e todos sabem que o preço de manutenções em concessionárias é relativamente alto. No entanto, as coisas mudaram, sendo que hoje em dia é possível realizar manutenções em seu híbrido em qualquer oficina.

Um dos exemplos que comprovam que a manutenção do híbrido pode ser mais barata está em seu motor. Saiba que o motor a gasolina sempre desliga quando o automóvel está em repouso ou a baixa velocidade, dessa forma, o motor elétrico irá fazer todo o trabalho. Isso implica em um menor desgaste de seu motor e, consequentemente, menos manutenções a serem feitas. Outro exemplo está na troca de óleo, pois nos híbridos a mesma é recomendada a cada 8.000 km rodados, enquanto que em carros normais essa troca deve ser feita a cada 5.000 km.

Outro destaque dos híbridos é que o sistema de frenagem dos mesmos produz uma quantidade menor de calor, ou seja, as pastilhas e discos dos freios irão durar mais. Além disso, a maioria dos híbridos não requer manutenção especial no sistema híbrido. O grande custo fica mesmo na parte do sistema especial, caso ele venha a apresentar problemas antes do previsto, o que não é muito comum.

Por Bruno Henrique


Dicas e Cuidados na Hora de Comprar um Carro Usado


Quem vai comprar um carro usado deve se atentar há alguns itens para evitar dores de cabeça. Inicialmente o futuro proprietário deve se atentar a documentação do veículo, verificando se o DUT está em branco e se o vendedor ou loja é confiável. O ideal consultar o Detran para saber se o automóvel está com alguma pendência, como IPVA, DPVAT ou multas não pagas. Se possível peça o laudo técnico da perícia do carro, que pode ser disponibilizado pelas revendas.

Atente-se também a mecânica do veículo e para isso é importante levar um mecânico de confiança para avaliar as condições do carro. Além disso, é importante pedir o manual do carro para verificar se todas as revisões foram feitas. O interessado ainda pode solicitar o laudo técnico para saber se o veículo sofreu algum sinistro. O cliente deve se atentar as diferenças no tom da pintura, que podem indicar batidas. Vale lembrar que Código de Defesa do Consumidor prevê que as concessionárias ofereçam pelo menos três meses de garantia para problemas nas marchas e no propulsor.

A quilometragem também deve ser avaliada, pois a partir dela é possível avaliar se o modelo apresenta muito desgaste. Se ficar na dúvida se o marcador está correto, observe se a manopla do câmbio, pedais ou o volante estão desgastados, que podem provar se a quilometragem foi alterada.

Faça um test-drive com o veículo para saber se a aparência condiz com o desempenho do carro pretendido. Vale analisar o tamanho do porta-malas, checar se os itens de série funcionam e olhar atentamente as condições de pneus e rodas. Caso o modelo tenha sido descontinuado, veja se há disponibilidade de peças e o valor para contratar o seguro.

Se for comprar de terceiros, a atenção deve ser maior para evitar dores de cabeças que vão além de comprar um carro que não atente as suas necessidades. 

Ana Rosa Martins Rocha


Manutenção do Carro – Dicas e Cuidados com os Quebra-Galhos


Carro é uma coisa que necessita de manutenção constante, mas tem épocas que o dinheiro está curto e muitos brasileiros apelam para gambiarras para poder continuar rodando com o carro sem gastar dinheiro. O famoso “jeitinho brasileiro” pode colocar a sua vida em risco, confira quais são os 5 quebra-galhos que você nunca deve fazer em seu carro:

– Desenhar o Pneu Careca:

A faca de corte é utilizada por alguns borracheiros para fazer novos riscos em pneus carecas e depois comercializados como “meia vida”. Pode parecer uma economia, mas esses riscos reduzem a resistência do pneu e pode colocar a vida dos ocupantes do carro em risco. Se quiser economizar, prefira comprar pneus que duram menos de qualidade inferior.

– Usar Martelo para Desamassar Roda:

Ao desamassar a roda o material perde a resistência e com o tempo volta a se deformar, podendo até dobrar ao meio. O melhor é comprar uma roda nova.

– Água Fria no Reservatório:

Se um carro consome muita água é sinal que está com vazamento, por isso você deve procurar um mecânico. Colocar água fria nunca é uma boa opção, pois o choque térmico pode empenar ou até mesmo trincar o cabeçote.

– Tirar a Válvula Termostática:

Quando a válvula termostática não funciona direito o carro desenvolve problemas de superaquecimento, por isso muitos motoristas tiram a válvula e não colocam outra no lugar. Aparentemente o problema está resolvido, mas se o seu veículo trabalha frio, com o tempo as peças do motor irão se desgastar de forma prematura. Em outras palavras, deixar seu carro sem a válvula é como reduzir 50% da vida do motor.

– Peças de Desmanche:

Você não tem como saber se o seu carro irá reagir bem a uma peça usada, além disso, é um reparo temporário.

Dificilmente um mecânico saberá avaliar o real estado de conservação da peça usada, principalmente se for um conjunto como caixa de direção, motor ou câmbio. As peças de desmanche só são boas opções quando se trata de itens mais simples como lanternas, maçanetas, bancos e faróis, ou seja, itens que não comprometem a segurança dos ocupantes do carro.

Por Jéssica Posenato