Veículo elétrico tem redução de R$ 60 mil após decisão da Câmara do Comércio Exterior reduzir a alíquota de importação de carros elétricos e híbridos.

A decisão da Câmara do Comércio Exterior (CAMEX) de zerar o imposto de importação em veículos movidos a hidrogênio ou eletricidade veio dia 27 de outubro de 2015, última terça-feira, e já entrou em vigor. A alíquota que antes era de 35% caiu para 0% nos modelos que usam somente eletricidade e vai de 0% a 7% nos híbridos (que usam também motor a combustão). Essa é uma ótima novidade para quem pensava em investir no novo BMW i3, o elétrico da marca que chegou ao Brasil em 2014.

O carro, que é o único elétrico disponível para compra em lojas, já que os concorrentes Nissan Leaf e i-Miev da Mitsubishi só vem sob encomenda, teve o valor reduzido em até R$ 60.000,00. Ao chegar ao Brasil seu preço estava ao redor de R$ 225.950,00, agora o site da BMW indica seu valor como a partir de € 38.250 (cerca de R$ 162.608,40 na cotação de hoje) na versão básica. No site de notícias G1, a informação era de que o BMW i3 está custando R$ 169.950 na versão básica (versão Rex) e R$ 179.950,00 na versão de topo (Rex Full).

A marca de luxo dá grande ênfase a não emissão de carbono, chamando a atenção de um público cada vez mais preocupado com sustentabilidade. No entanto, esse modelo tem seus limites, especialmente no Brasil, onde não existe grande infraestrutura para receber carros elétricos. O público por enquanto encontra-se desconfiado dos carros elétricos e tem medo de ser deixado na mão, apesar da autonomia de até 300 km e contando com o motor a combustão para recarga de bateria. No país, postos de recarga para veículos elétricos são ainda raros, o que limitará a venda desse modelo para algumas poucas cidades já equipadas. A BMW também oferece um carregador para o carro que diminui o tempo de recarga pelo preço de R$ 745,00.

Por Gizele Gavazzi


O BMW i3 é apontando como um modelo bem futurista, já que é um carro de propulsão totalmente elétrico e com tamanho coerente para utilização nas grandes cidades, apesar que também fornece uma versão híbrida com motor a combustão para confirmar maior independência. Utilizando este modelo como base, contudo, a Rispeed, de Fank M. Rinderknecht, pode ter direcionado o modelo para para um novo nível de tecnologia com o Budii.

Na parte externa, foram implementados painéis integrados à carroceria do modelo que o colocaram com design mais esportivo. Não bastasse isso, o carro também possui frisos multifuncionais que auxiliam, tendo luzes indicadoras de alteração de direção, como também as do acionamento dos freios e para utilização diurna, sendo tudo isto sobre grandes rodas de 19 polegadas da Borbet.

O objetivo foi direcionado para o interior da cabine, que foi totalmente remodelada, com a parte externa fechada. Neste momento, o Budii tem sistema independente de direção (para aprimorar a comodidade e segurança dos dois ocupantes), além de contar com suspensão a ar (que possibilita o ajuste da altura do veículo em até 10mm) e coluna de direção (que poderá ser movida de um lado para o outro para modificar o motorista ou para ocultar o volante atrás do painel).

Na parte central, o principal fator é o grande visor do sistema de entretenimento e informação, que atua de forma integrada com os aparelhos dos ocupantes. Somado a isto, o modelo tem portas com acionamento elétrico, duas telas adicionais (onde estariam os protetores de sol do para-brisa) e um grande braço robótico que segue do teto com uma câmera 3D para mapear a trajetória e apontar possíveis dificuldades.

Como componente adicional, o modelo também possui dois patinetes elétricos para utilização dos seus ocupantes no local onde estariam os bancos traseiros. A tese Budii será divulgada ao público no Salão de Genebra, na Suíça, que irá ocorrer a partir do dia três de março.

Felipe Couto de Oliveira





CONTINUE NAVEGANDO: