Nissan Kicks 2018 – Início da Produção no Brasil


Modelo produzido no país custará cerca de R$ 70 mil.

Acabamos de finalizar o mês de maio e junho chega para trazer grandes e esperadas novidades automobilísticas. Estamos falando do Nissan Kicks, agora produzido no Brasil e prestes a ter seus primeiros modelos lançados no país.

É isso mesmo, o Nissan agora deixa de ser um modelo importado e passa a ser fabricado na cidade de Resende, no estado do Rio de Janeiro, o que com certeza vai fazer uma sutil diferença na hora da compra.

Mas vamos às novidades previstas para esse mês de junho.

E já que estamos falando de novidades, vamos direto ao modelo de entrada, a versão S, que chega com um motor 1.6v e câmbio manual, sairá por R$ 70.500, um preço bem mais baixo se comparado a sua versão mais barata vinda do México, que sai por R$ 86.490.

O modelo que ainda não apareceu publicamente só teve algumas fotografias divulgadas de forma que são visualmente notáveis as rodas de aço, em calotas muito bem desenhadas.

A fotografia do Nissan Kicks S foi publicada na última quarta-feira, dia 31 do mês de maio. O lançamento oficial será na Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, que está na sua 15ª edição, a conhecida Reatech.

As informações iniciais são de que a Versão S chegará com alguns equipamentos a menos como o sistema de chave presencial (que a partida é dada por botão) e ar-condicionado. Contudo, outros itens devem ser mantidos, como os importantes controles de estabilidade e tração, controle eletrônico de frenagem, fixadores traseiros Isofix para as cadeiras de crianças, assistência de frenagem para os freios ABS, CD player com entrada auxiliar, sistema inteligente de partida em rampas, entre outras.

Outras novidades ficam por canta das cores, novos equipamentos e novas versões.

Outro fator que deve conquistar muitos admiradores é um modelo especial desenvolvido para pessoas portadoras de deficiência e também taxistas.

Sem dúvidas o Nissan nascido em terras brasileiras vai fazer muito sucesso em todas as suas versões, principalmente sua versão de entrada, cujo preço deve agradar a muitos. Nesse sentido, resta apenas aguardar o seu lançamento, que está previsto para acontecer em Junho.

Sirlene Montes


Nova BMW G 310R – Fabricação no Brasil


BMW passará a fazer a montagem da moto no Brasil a partir de maio de 2017.

A motocicleta é uma das paixões dos brasileiros, todos os anos ainda são impressionantes os números de vendas deste objeto. A moto possui muitas vantagens para os seus proprietários, como: preço menor comparado a outros veículos, mais fácil de transitar pelas ruas assim se chega mais rápido ao destino, mais facilidade em achar um local para estacionar, dentre outros. Devido a isto e outros fatores, as montadoras cada vez mais investem em veículos com um design moderno, bonito, com excelente preço e que ofereçam cada vez mais segurança.

A BMW é uma empresa alemã que fabrica carros e motos há mais de 100 anos e é uma das instituições mais importantes e respeitadas do mercado, que possui exemplares espalhados pelo mundo inteiro. E para 2018, a empresa da Alemanha está preparando um grande lançamento: a nova BMW G 310R, que será montada a partir de maio deste ano no Brasil, o anúncio foi feito na última quarta-feira, dia 10 de maio de 2017.

O modelo possui baixa cilindrada, o motor é potente e pode atingir mais de 30 cavalos, sistemas de seguranças bem planejados e com pneus preparados para enfrentar qualquer tipo de solo. A motocicleta é um desses modelos mais altos, imponente e as primeiras imagens mostram que os exemplares iniciais serão fabricados nas cores branca ou azul. O painel é todo digital, com cores fortes e que ficam mais fáceis para se enxergar com muita ou pouca luminosidade. A empresa possui o seguinte plano: começar a produção na Índia e trazer as peças para serem montadas no Brasil, já que o país asiático possui uma das bases de montagem da marca. Ainda não foi divulgado o preço da BMW G 310R.

Adquirir este modelo é sem dúvidas um grande investimento, pois ele foi planejado para proporcionar momentos inesquecíveis para o seu proprietário ou proprietária. Essa motocicleta pode ser muito útil tanto para trabalhar ou para momentos de lazer sozinho ou acompanhado. Levando em consideração todas as características descritas acima, este modelo com toda certeza é um diferencial no mercado. Por isso, se você pensa em comprar uma motocicleta nova, a BMW G 310R é um excelente negócio. Por isso, após o lançamento compareça em uma concessionária, veja e avalie você mesmo esse excepcional modelo.

Isabela Castro.


Ford Ka chega a 1 Milhão de Unidades Produzidas no Brasil


Modelo começou a ser produzido nos anos 90 e se tornou um dos queridinhos da população.

Fundada nos Estados Unidos há mais de 100 anos, a distribuidora de automóveis Ford é uma das marcas mais reconhecidas neste segmento de mercado. A organização possui modelos urbanos e de luxo, que são reconhecidos graças a sua excelente e tradicional linha de montagem, que faz com que os veículos sejam um dos mais procurados pelos consumidores. Atualmente a empresa está presente em praticamente todo território mundial, sendo os seus modelos um dos mais consumidos no mundo.

E um dos carros mais vistos, principalmente nas ruas das cidades brasileiras, é o Ford Ka. O modelo começou a ser produzido no final dos anos 90 e em 2017 atingiu a incrível meta de um milhão de unidades produzidas no país. O automóvel se tornou um dos veículos preferidos dos motoristas graças a uma série de características como o seu bom valor de mercado, a sua estética que agrada bastante aos motorista e claro, ao grande desempenho que ele comprova nas pistas brasileiras.

O Ford Ka está hoje entre os cinco utilitários mais vendidos no país. E ao longo dos anos passou por algumas transformações, como um design mais moderno para atrair mais compradores, sobretudo os mais novos, já que por ele possui um tamanho menor, torna-se mais fácil para conseguir um local para estacionar, por exemplo. Outra ponto que chama atenção, quando se fala do design, é as opções de cores, nos dias atuais o Ford Ka possui 5 exemplares de coloração, do branco ao vermelho. Ou seja, tentando agradar a todo tipo de consumidor.

Outra questão que é priorizada na fabricação do Ford Ka é a segurança que ele proporciona ao condutor e passageiros. Os modelos possuem freios do tipo ABS, Airbag duplo e Controle Eletrônico de Estabilidade. Tudo isso para que o motorista tenha certeza que está conduzindo um carro que foi planejado para garantir a segurança de todos os ocupantes.

Devido a isso e outras características, este incrível automóvel conseguiu essa significante marca de um milhão de exemplares fabricados no país. Pois os brasileiros são apaixonados por carro e dessa forma sabem apreciar e a valorizar um excelente automóvel como é o caso do Ford Ka. E se você ainda não possui o seu exemplar, a próxima vez que for comprar um carro avalie as condições que o Ford Ka pode lhe proporcionar. Você não vai se arrepender!

Isabela Castro.


Fim do Renault Clio – Modelo Sai de Linha após 20 Anos


Após 20 anos de fabricação, Renault Clio sai de cena no Brasil.

O famoso Renault Clio, que foi um estouro de vendas no final da década de 90 até meados de 2005, vai deixar de ser produzido no Brasil. Segundo a montadora francesa, foram emplacadas apenas 43 unidades do veículo em dezembro e em outubro do ano passado a fábrica na cidade de Córdoba, na Argentina, interrompeu a produção do modelo. As últimas unidades restantes que foram vendidas no mês passado eram do estoque da fábrica.

A Renault informou que o Clio deverá ser substituído pelo Kwid, considerado pela montadora um mini SUV. O carro deverá ser comercializado a partir do segundo semestre de 2017 e as expectativas são grandes em relação as vendas. O líder de vendas da Renault é o Sandero, que custa a partir de R$ 42.500,00. O Clio era ofertado a R$ 34.900,00 na sua versão mais completa. A verdade é que o carro ficou sem um atrativo face-lift por muitos anos e com motorização fraca, o que emperrou suas vendas, já que modelos da concorrência eram mais atrativos pelo bolso e pelo visual.

O Clio deu as caras por aqui no final de 1996 já como modelo de 1997 e era importado da França, sua terra natal. Já em 1999, o compacto ganhou uma nova versão e passou a ser produzido em território nacional na fábrica em São José dos Pinhais, no estado do Paraná. Foi em estouro de vendas na época, já que estava bem a frente de seus concorrentes e oferecia ítens como airbags muito antes das leis brasileiras exigirem tal equipamento. Em meados de 2007, perante a alta concorrência, as vendas do Clio caíram vertiginosamente e toda sua produção foi direcionada para a fábrica na Argentina, onde foram feitos quase 550 mil carros. Parecia que o Clio estava com seus dias contados e de lá para cá o carro quase não teve modificações, ao contrário da sua versão na Europa, que teve outras gerações. Impossível de competir com modelos mais bonitos e que ofereciam mais ítens de luxo, o Clio não aguentou e sucumbiu ano passado. O carro não ganhou outras gerações e pecava pela falta de alguns ítens de série, não sendo viável sua compra. No final, era vendido apenas em versão única com ar condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos e um motor 1.0 com 77 cavalos.

Rodrigo Souza de Jesus


Honda CR-V 2017 1.5 Turbo – Início da Produção


Honda anuncia início da produção da nova geração do CR-V. Veículo será produzido em Ohio (EUA).

O SUV que é sucesso entre o público, é atualmente, nos Estados Unidos, o crossover mais comercializado, batendo a marca de emplacamentos de cerca de 400 mil no ano. Com o objetivo de se manter na posição alta da lista, a montadora Honda anunciou na quarta-feira, dia 23, que a nova geração do veículo terá sua produção iniciada e acontecerá em Ohio, na cidade de East Liberty.

As unidades primárias do novo CR-V começaram a sair da linha de produção ainda esta semana. Batendo de frente com grandes concorrentes como Ford Escape e Toyota RAV4. O SUV que está em sua quinta geração tem previsão de início de vendas no mês de dezembro, na América do Norte.

Mais robusto que o modelo da geração anterior, o crossover foi desenhado recebendo uma nova identidade visual, com linhas que remetem o novo Civic na parte da frente. O visual ficou ainda mais imponente, chamando bastante atenção por seus novos para-choques e também pelas lanternas na coluna traseira, que lembram o Volvo XC90.

Ao desenvolver o modelo, a montadora utilizou como modelo veículos premium como por exemplo, o BMW X3. O CR-V, que está maior e um pouco mais espaçoso, promete vir com um melhor nível de acabamento, além de ofertar ainda mais tecnologia.

A quinta versão do modelo será comercializada nos Estados Unidos em quatro versões: EX-L, EX, LX e Touring. Contará com LED’s diurnos, ar-condicionado automático, acesso sem chave, câmbio automático CVT e volante multifuncional como itens de série. O modelo terá motor de 1,5 litros com turbocompressor, o mesmo utilizado no Civic e com injeção direta gera uma potência de 192 cv e um torque de 24,8 kgfm.

Além de ser produzido em Ohio, o modelo também será fabricado em Indiana, na cidade de Greensburg e em Ontário, no Canadá.

O veículo, que é bem popular nos Estados Unidos, já teve melhores momentos no Brasil, onde acumulou no ano de 2016 1.639 unidades emplacadas, sendo comercializado somente na versão top de linha com motor flex 2.0 no preço de R$ 148 mil. A montadora ainda não determinou a data em que o modelo chegará ao Brasil.

FILIPE R SILVA


Fim do Fiat 500 e Freemont no Brasil


Fiat anuncia fim das vendas do 500 e Freemont no Brasil.

A Fiat interrompeu a importação de mais dois modelos, o Freemont e o 500, cujos últimos modelos estão sendo vendidos pelas lojas que estocaram em 2015 na última importação.

O motivo do cancelamento da importação do compacto 500 se deu exclusivamente pela alta do dólar, que fez com que o modelo no período de quatro anos, encarecesse consideravelmente. Além disso, sua venda foi relativamente baixa, desde a sua chegada em 2009 até 2011, de forma que os números indicam que foram vendidas um total de 2.200 unidades, que eram importadas da Polônia.

O importado polonês era constituído de motor 1.4 de 16 válvulas, que oferecia 100 cv e 13,4 kgfm, movido a gasolina, de câmbio manual e Dualogic, de 5 velocidades.

Em 2011, o modelo começou a ser importado do México, com motor 1.4 de 16 válvulas, 105 cavalos de potência e 13,6 kgfm, com opção de 6 marchas. Modelo que em 2013 ganha motor flex, passando para 107 cv e 13,8 kgfm. Quando as vendas tiveram um aumento, contabilizando o total de 15.922 veículos emplacados em 2012.

Atualmente o 500 possui três versões, a Cult (Manual e Dualogic), a conversível Cabrio (manual, Dualogic e automática) e a Abarth.

Já o Freemont chegou ao Brasil em 2011 com propulsor 2.4, de 173 cavalos e 22,4 kgfm, com câmbio automático de 4 marchas, que após dois anos de vendas passou a ter seis marchas.

No período de quatro anos foram emplacadas 22.593 unidades, sendo que a metade desse montante foi vendida em um único ano. Porém, neste ano as vendas caíram muito, uma vez que se contabilizou até o mês de setembro a venda de apenas 500 unidades. Fato que levou a interrupção da importação do modelo.

Para quem deseja comprar um crossover, o modelo ainda está sendo vendido nas versões de cinco lugares (Emotion) e de sete lugares (Precisison), pelos respectivos preços de R$ 109.500 e R$ 119.900.

Na realidade, o que se observa é que a Fiat não assume o cancelamento da importação dos dois modelos, principalmente devido aos problemas já citados. Mas segundo informações, os modelos não fazem mais parte da FCA Automobiles.

Sirlene Montes


BMW X4 2017 terá Produção no Brasil


Novo veículo SUV será produzido na unidade da empresa na cidade de Araquari, em Santa Catarina.

A montadora alemã BMW anunciou na última segunda-feira, dia 29 de agosto, que a produção do X4 acontecerá no Brasil. O veículo SUV será o sexto modelo a ser montadora na cidade de Araquari, em Santa Catarina. Nesta planta já são montados os modelos Série 1, Série 3, Mini Countryman, X1 e o X3.

A montagem teve seu início dado no dia 31 de agosto, na última quarta-feira (31). A produção apenas irá abastecer o mercado local.

Segundo a marca, o X4 feito no Brasil irá fazer com que as vendas aumentem em 50%, indo de 30 para 45 unidades a cada mês.

O modelo nacional será o X4 xDrive28i X Line, qual conta com um propulsor de 2 litros, a gasolina, gerando uma potência de 245 cavalos. Por enquanto não há nenhum indício de que será lançada uma versão com bicombustível.

Os valores do veículo não serão alterados, portanto, continuará custando R$ 299.950. A versão mais potente, xDrive35i M Sport, continuará vindo dos Estados Unidos.

Apesar do preço não ter sido alterado, as vendas aumentarão, pois o modelo tinha sua ofertada limitada por ser importado, isso de acordo com Helder Boavida, que em fevereiro deste ano se torno presidente da BMW do Brasil.

O X4 sendo produzido no Brasil fará com que a primeira fábrica da montadora em território brasileiro feche 2016 com uma produção de 16 mil unidades, o que representa 50% da capacidade da filial, que é de 32 mil veículos ao ano.

Dentro deste valor também estão contidas as unidades fabricadas para exportação, como por exemplo, os 10 mil modelo X1, que serão destinados aos Estados Unidos.

A montadora germânica, na comercialização de veículos no mercado Premium, em 2015, saiu da liderança e caiu para a terceira posição. A empresa acredita que irá continuar com as vendas bem próximo do estável neste ano de queda, inclusive no mesmo mercado.

A esperança da BMW é que o segmento de veículos premium diminua bem, tendo uma queda de aproximadamente 20%, indo de 58 para 47 mil unidades. No ano passado, foi de 20% o crescimento das marcas de luxo.

FILIPE R SILVA


Chery pode Suspender Produção no Brasil


Medida se deve ao alto estoque e à adequação da fábrica para a produção de um SUV.

A Chery, montadora de veículos chinesa, informou recentemente que decidiu suspender a sua produção de veículos aqui no Brasil. A princípio o período de “parada” será apenas de cinco meses. Mas como todos sabemos da situação complicada que anda a economia, talvez esse período ainda possa se estender ainda mais.

A suspensão da fabricação, de acordo com a montadora, terá início a partir do mês de julho. Entre os principais motivos apontados pela marca para que essa atitude fosse tomada estão os estoques que continuam altos e um problema devido a adequação da linha de produção da fábrica para a produção de um modelo SUV.

A informação foi dada em primeira mão pelo Sindicato dos Metalúrgicos. Segundo os comunicados da classe, algo em torno dos 140 trabalhadores da fábrica localizada em Jacareí, estado de São Paulo, deverão ser colocados sob licença remunerada, o chamado layoff pela montadora. Apesar de parecer pouca, essa quantidade de funcionários em termos gerais não é. Eles representam um percentual de 90% dos funcionários responsáveis pela produção.

Aqueles que restarem irão atuar em atividades que se envolvem com a manutenção e a adequação da nova linha para a fabricação dos SUV.

O diretor do sindicato ressalta ainda que há um acompanhamento sendo feito em relação a crise que atinge o mercado. A Chery consequentemente não conseguiu escapar. Apesar do sofrimento que está sendo causado ele destaca que as montadoras ainda tem tido fôlego para manterem a estabilidade do emprego.

No caso da Chery a moeda tem dois lados. Por aqui a situação não é boa. Em contrapartida, na China vai “muito bem obrigado”.

No último dia 20 os trabalhadores da companhia participaram de uma audiência na qual foram informados sobre o andamento das negociações sobre esse tema. Acabaram aprovando uma proposta que estabelece a garantia tanto dos direitos quanto da estabilidade no emprego.

O diretor do sindicato se diz contra o layoff. Porém, com um cenário de crise tão ameaçador reconhece que não há muitas alternativas daí a concordância com o mesmo.

Com o layoff implantado, uma parte do salário dos trabalhadores é pago pelo governo. O restante será complementado pela montadora.

A previsão é de que o acordo trabalhista seja assinado ainda essa semana.

Por Denisson Soares


Fim do Dodge Viper – Modelo pode Sair de Linha em 2017


Queda nas vendas devem decretar o fim da produção do carro.

Um dos esportivos mais potentes do mercado, o Dodge Viper, deve mesmo sair de linha em 2017. E para desgosto dos apreciadores do modelo com o nome de víbora, não deve deixar nenhum outro modelo como substituto.

O Dodge Viper não chegou a emplacar no mercado automobilístico, as vendas estiveram sempre abaixo do estimado pelo Grupo FCA desde o seu lançamento. Presume-se que o alto valor e a preferência pelo seu concorrente direto, o Corvette, tem sido os principais motivos para o fim de sua produção, que até chegou a ser suspensa por um pequeno período de algumas semanas por duas vezes.

As vendas do modelo continuam em declínio e em 2015 houve uma queda de 8% em relação ao mesmo período de 2014, com apenas 503 unidades vendidas. Há dez anos atrás, o Grupo FCA vendia o dobro de unidades do esportivo.

Como estratégia da montadora italiana para incentivar as vendas, a marca chegou a oferecer um desconto de quase 20% em seu valor final, mas o resultado foi apenas temporário. Esse desconto totalizou o valor de 15 mil dólares.

Nem a introdução da versão ACR em 2016 (versão autorizada de competição para as ruas) e as personalizações adicionadas ao Dodge Viper reanimaram as vendas. A introdução da versão ACR, que é a mais rápida já fabricada pela marca, em 2015 indicava que o modelo seguiria no mercado, mas o alto valor parece não ter agradado os clientes.

Com sua potente motorização V10 e um rendimento de 645 cavalos de potência, o esportivo vem por um bom tempo com uma redução de produção.

Os planos do Grupo italiano FCA (Fiat-Chrysler Automobiles) compreendem o fechamento da fábrica de Detroit, responsável pela sua produção. O motivo do fechamento ainda não foi confirmado, mas a decisão corresponde com o pequeno retorno das vendas.

Jean Fretta Pereira


Fabricação do Mini Countryman em Santa Catarina


Modelo será produzido na fábrica da BMW em Araquari. Primeiras unidades deverão chegar às lojas em dezembro por R$ 143 mil.

Já faz um ano desde a inauguração da primeira fábrica do grupo BMW no Brasil. Instalada em Araquari (próximo a Joinville), no norte do estado de Santa Catarina, a empresa já produzia os modelos X1, X3, Série 1 e Série 3.

Dessa vez, o quinto modelo a ser fabricado será o Mini Cooper S Countryman, ou seja, o primeiro automóvel com a marca MINI feito no Brasil. Desde 1994, o grupo BMW é dono da MINI.

Esta será a terceira unidade de produção da BMW a produzir veículos da marca Mini, as primeiras são na Inglaterra e Holanda, respectivamente.

Ao contrário do que se pensa, o preço do Countryman Brasileiro está estimado em R$ 143.950,00, ou seja, não é mais barato, mas com mesmo valor praticado nas unidades do veículo importado. A data prevista para lançamento do Mini Cooper S Countryman brasileiro é em dezembro de 2015.

Conforme a marca, serão produzidas as seguintes versões: Top e All 4.

Na versão Top o veículo possui tração dianteira, enquanto que a versão All 4 trabalha com tração integral. O motor 1.5 litro flex, que estará presente no BMW X1, não está previsto para o modelo crossover brasileiro da Mini, ao menos não no fim desse ano. Talvez essa novidade tenha que ficar no aguardo para final de 2016 ou início de 2017.

O design exterior do carro se mantém o mesmo dos modelos importados da Inglaterra. Os destaques ficam para o novo quadro de instrumentos na cabine e para os faróis de neblina, agora em LED.

Tanto a versão Top quanto a All 4 serão equipadas com o motor movido somente a gasolina de 1.6 litro, capaz de gerar 184 cavalos de potência e torque de 24,5 kgfm.

A notícia agitou discussões: Os fãs da MINI, de um lado, achando extremamente positivo o fato da fabricação de um modelo em solo brasileiro. Por outro lado, muitos acham um abuso a empresa instalar-se em solo brasileiro e praticar o mesmo preço dos modelos importados.

Por Júnior Beluzzo


Novo Fiat Egea pode ser produzido no Brasil


Carro poderá ser produzido na fábrica de Pernambuco a partir de 2017.

O Fiat Egea pode ser produzido no Brasil. Essa é a nota da imprensa europeia. Se isso acontecer, será algo bastante interessante para a empresa e para o mercado de carros do nosso país. O Fiat Egea, que é um carro muito bonito, participou de testes no leste europeu.

Sobre a chance de ser produzido em terras brasileiras, a empresa respondeu da seguinte forma: “Sim, os planos existem, mas apenas como importado de baixo volume”. No entanto, amigos e amigas, o mercado de carros está sempre em transformação, de modo que tudo indica que em 2017 o Fiat Egea será produzido numa fábrica da Fiat em Pernambuco.

O Egea será um carro muito elegante e com uma pegada mais tradicional, afinal, é isso o que observamos em seu design. Este sedã terá quatro opções, a saber: 1.4 e 1.6 E.TorQ a gasolina ou 1.3 e 1.6 Multijet a diesel. O câmbio será de seis marchas e pode ser manual ou automático.

Em termos de preços, vale dizer, a empresa ainda não divulgou valores oficiais.

O carro é compacto por dentro e promete ser bem vendido. A Fiat, no Brasil, já é líder no mercado de automóveis por conta de seu mercado rápido, de ações inovadoras e por causa do marketing atual. No mais, aqui no Brasil a Fiat se pronunciou e disse que a produção nacional do Fiat Egea, por enquanto, não passa de especulação. No entanto, como amantes do universo dos carros, não custa nada ficar atento e tentar ver o que vem por aí. O Egea terá várias versões. Uma delas, caro leitor, já foi produzida na Turquia. Assim, sendo otimista, por que não imaginar que o Brasil pode produzir um desses? Os brasileiros estão entre os principais compradores de carro do mundo. Agora só nos resta esperar e ver o que a Fiat vai decidir.

Madson Lima de Oliveira


Novo Chery Celer será produzido no Brasil


Chery anuncia que passará a produzir o Celer no Brasil. Veículo custará de R$ 38.900 a R$ 39.900.

A Chery, montadora de veículos de origem chinesa, fez a apresentação oficial, na última terça-feira (dia 14 de abril), da sua mais nova linha do veículo Celer para o Brasil, este se tornou o primeiro carro da empresa a ser produzido no Brasil, a fabricação desse carro está sendo realizada na fábrica da empresa que fica situada na cidade de Jacareí, no estado de São Paulo.

O Celer será comercializado no valor de R$ 38.990 na sua versão hatch e na sua versão sedã o preço será de R$ 39.900. Conforme os índices divulgados pela Chery, o Celer é 35% nacional, haja vista que o desenvolvimento do seu projeto foi parcialmente realizado com envolvimento do centro de pesquisa da empresa aqui no Brasil.

Com relação ao design desse veículo, o modelo teve algumas alterações, uma vez que é possível observar que os seus faróis e as suas lanternas foram redesenhadas, do mesmo modo que os para-choques e as grades frontais. Já na parte interior, a renovação ficou por conta do painel, que foi reestilizado, o qual agora possui até um computador de bordo bem no seu centro.

Com relação à motorização, em todas as suas configurações o Celer é equipado com o motor 1.5 de 16V Flex, o qual tem a capacidade de gerar uma potência de 113cv e torque de 15,5 kgfm, este propulsor, segundo a Chery, tem a capacidade de fazer com que o veículo consiga atingir a velocidade máxima de 175 km/h.

A versão topo de linha do modelo será a Act, versão esta que vem com alguns itens a mais, tais como alarme com sistema antifurto na chave, sistema de entretenimento e áudio, faróis de neblina e rodas de liga-leve.

De série o Celer irá oferecer aos seus consumidores os seguintes itens: airbag duplo, espelhos retrovisores com ajustes elétricos, ar condicionado, computador de bordo, direção hidráulica, freios ABS com sistema de distribuição eletrônica de frenagem (EBD), travas elétricas, sensor de estacionamento traseiro, bem como vidros elétricos nas quatro portas.

Assim, essa é mais uma boa opção de veículos que chega ao mercado automobilístico brasileiro e dessa vez com produção também aqui no país.

Por Adriano Oliveira


Início da Produção do Novo Ford Edge


A Ford divulgou recentemente que começou a fabricação da nova geração do Edge. O utilitário esportivo está sendo produzido na planta da empresa em Oakville, no Canadá, e poderá ser recebido em mais de 100 mercados do mundo este ano, possivelmente também no território brasileiro. Com um visual evoluído em relação à primeira geração, o novo Edge possuirá três alternativas de motorização: 2.0 EcoBoost de quatro cilindros (que oferece 245 cavalos de potência e 38 mkgf de torque), 3.5 V6 Ti-VCT (que oferece 280 cv e 34,6 mkgf) e 2.7 V6 EcoBoost (que oferece 315 cv e 48,4 mkgf).

O design é o grande fator de destaque do novo Edge. O desenho passa a ideia de sofisticação e está presente na nova identidade do modelo. A grade hexagonal é imponente e os faróis mais espichados ficaram mais harmoniosos na parte frontal. Na parte lateral, a coluna C (que é inclinada) e o vinco ascendente (que tem a função de ser uma base para a lanterna), possibilitam um aspecto de esportividade.

É difícil ter modelos que conseguem possuir as lanternas integradas com bom agrado. No exemplo do Edge, esta alternativa o colocou com estilo bem sofisticado, tendo destaque o filete de LED que corta a tampa total.

Na parte de dentro, o acabamento usa materiais com qualidade significativa e possui diversos elementos dos mais atuais lançamentos da Ford. O refinamento é fornecido em detalhes em black piano e em alumínio.

Nos Estados Unidos, o novo Edge é comercializado com várias alternativas de motor. O câmbio é sempre automático de seis velocidades e a tração integral permanente. No território brasileiro, o Edge possui apenas o motor 3.5 V6 Duratec TiVCT, que oferece 289 cv de potência e 35 kgfm de torque. Os valores têm variações de R$ 131.490 na versão SEL 3.5 V6 a R$ 161.590 na versão Limited 3.5 V6 AWD + Vistarrof.

Felipe Couto de Oliveira


Toyota Mirai será produzido no Japão


Disponibilizado no final do último ano, o Toyota Mirai foi direcionado para a fábrica da montadora no Japão. A empresa divulgou que o modelo será fabricado na planta de Motomachi. O lugar já teve a produção do Publica, Corona, Cresta, Supra, RAV4, Lexus LFA, entre outros. O processo de fabricação possuirá três seções, sendo de acabamento, montagem de chassis/célula de combustível e montagem final.

Tendo uma célula de combustível com base no hidrogênio, o sedã possibilita 153 cv, com independência de até 483 Km sem precisar de recarga.

Este ano, Motomachi poderá fabricar aproximadamente 700 unidades, sendo o equivalente a uma média diária de três carros. No mês pioneiro de comercializações no território japonês, em janeiro, a Toyota teve mais de 1,5 mil pedidos de compra do veículo. Devido esta demanda, a companhia irá elevar a fabricação do veículo para 2 mil unidades por ano no próximo ano.

O Mirai possui um motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de pressão elevada, um conversor elevado de tensão, uma central de comando e uma estação presente no centro do assoalho do modelo. A reação química para que o Mirai esteja em movimento acontece dentro da estação.

O modelo capta o oxigênio da atmosfera através da entrada de ar na parte da frente e o encaminha para a estação, onde o hidrogênio presente nos dois tanques também é encaminhado. Dentro dela a célula combustível faz a divisão do hidrogênio em duas moléculas, ocasionando uma carga elétrica. De forma simultânea, o oxigênio se liga às células de hidrogênio, gerando água.

A energia elétrica é encaminhada ao conversor, que faz a alimentação do motor do Mirai. Já a água é retirada através da válvula de escape. O motor também possui a alimentação de forma direta, através da bateria, tendo a recarga através da energia cinética gerada por meio da desaceleração e frenagem do veículo.

Felipe Couto de Oliveira


Produção de veículos automotivos no Brasil apresentou queda em julho de 2014


A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), divulgou nesta quarta-feira, 6 de agosto, os registros de vendas do mercado automotivo brasileiro no mês de julho.

Embora com o aumento de 17% na produção em relação ao mês de junho, o mês de julho sofreu um duro golpe e teve seu pior desempenho desde o ano de 2006, quando a indústria automotiva brasileira produziu 202,9 mil veículos. Com 252,6 mil carros fabricados, o sétimo mês do calendário de 2014 registrou uma queda expressiva de 20,5%, quando comparado ao mês de julho de 2013, responsável pela produção de 317,9 mil unidades.

Em comparação ao mês de junho, no qual houve a produção de 215,9 mil veículos, julho conseguiu produzir 17% a mais, contudo, além de registrar uma queda acentuada em relação ao ano passado (-20,5%), no acumulado dos sete primeiros meses do ano de 2014 a indústria também recua 17,4%, com 1,82 milhão de veículos produzidos. No mesmo período do ano de 2013, o setor já havia fabricado 2,2 milhões de carros.

Além nas quedas das vendas de veículos, o principal vilão da indústria automotiva brasileira está sendo a Argentina. Devido à crise vivida no país vizinho, responsável por absorver 75% dos veículos exportados pelo Brasil, as exportações de carros feitos por aqui sofreram uma queda acentuada.

Entre janeiro e julho deste ano foram exportados 204 mil veículos, uma queda de 35% em comparação ao mesmo período do ano passado, que registrava a exportação de 316 mil veículos.

Para Luiz Moan, Presidente da Anfavea, houve um clima de pessimismo exagerado no período que antecedeu a Copa do Mundo no Brasil e que, de alguma forma, isso acabou afetando os consumidores. Moan ainda afirmou que, de acordo com os históricos dos anos anteriores, o segundo semestre apresentará números melhores que o primeiro.

Ainda de acordo com o Presidente da Anfavea, há uma expectativa de melhoras para o setor, já que no mês de julho houve elevação 294,8 mil carros registrados, elevação de 11,8% em relação ao mês de junho. Entretanto, quando comparado com o ano passado, o número de carros licenciados caiu 13,9%.

Por fim, com o maior número de dias úteis no segundo semestre e com a queda na inadimplência, o que retomaria a liberação de crédito pelas instituições financeiras deve dar ânimo ao setor automotivo.  

Por Caio Polo

Produ??o de ve?culos

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Produção de veículos apresentou queda no 1º trimestre de 2014


A situação para os fabricantes de veículos não é nada favorável nestes primeiros meses de 2014. Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a produção teve uma queda de cerca de 8,4% se comparado ao mesmo período de 2013, e a queda se dá em todos os segmentos de veículos, principalmente no setor de caminhões, onde grandes empresas como a Mercedes-Benz, já anunciaram um corte no quadro de funcionários, cerca de 2.000 mil trabalhadores irão perder o emprego durante os próximos dias.

Além das vendas internas terem caído, as vendas externas também estão em queda, a exportação de caminhões para a Argentina (principal compradora dos veículos montados no Brasil) caiu 15,3% devido à crise econômica que afeta o país vizinho. Outro fator que contribuiu para a queda das vendas, foi a volta do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que aumentou o custo de produção dos automóveis.

Outro dado alarmante, também revelado pela Anfavea, mostra que o estoque de automóveis é o maior desde 2008, quando a crise financeira internacional secou o crédito dos bancos. Em unidades, os estoques subiram para 387,1 mil veículos, em comparação a 348,9 no mês de fevereiro e o tempo de revenda do automóvel gira em torno de 48 dias, e é a mais alta média desde à crise.

"Já esperávamos que os números não seriam tão bons em março, em parte por causa do feriado de carnaval, e também porque já tivemos o impacto completo do aumento do IPI em janeiro e da inclusão de airbag e ABS em toda a linha", afirma Moan, ao justificar os aumentos de preços.

Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan, as montadoras devem agora pôr em prática programas de redução de estoque, e diminuição da produção, segundo ele, é possível que em breve haja um novo pedido de redução do IPI para diminuir o impacto do péssimo trimestre vivido pelas montadoras.

Por Marcos V. Milani

Produ??o de carros

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Toyota, Ford e Holden devem Encerrar a Produção de Veículos na Austrália


Depois da Ford e da Holden (subsidiária da GM na Austrália) anunciarem o fim de suas produções em solo australiano para os próximos anos, a Toyota também confirmou nesta semana que acompanhará a saída de suas concorrentes e encerrará suas atividades fabris no maior país da Oceania em 2017.

De acordo com a gigante japonesa, a decisão já vinha sendo estudada há muito tempo e apesar dos incentivos oferecidos pelo governo local, não há viabilidade econômica para continuar produzindo veículos no país. Sendo assim, a marca nipônica irá desativar em 2017 as linhas de montagem dos modelos Camry e Aurion, bem como a fabricação de motores.

“Achávamos que deveríamos continuar produzindo na Austrália e fizemos todos os esforços nesse sentido. Mas muitos fatores negativos, como o fortalecimento do dólar australiano e a previsão de redução nas vendas, forçaram-nos a tomar essa decisão dolorosa”, disse Akio Toyoda, Presidente da Toyota. A fabricante assegurou ainda que continuará com a comercialização de veículos no país, inclusive aproveitando parte da mão de obra das fábricas nas áreas de venda e distribuição.

A Ford, por sua vez, deixará o país em 2016. A montadora norte-americana fabrica carros no país desde 1925 e deve fechar as fábricas de Broadmeadows e de Geelong, finalizando as histórias dos modelos Falcon e Territory.

De acordo com o CEO da Ford Austrália, Bob Graziano, o principal problema da operação australiana é o seu custo, o dobro da Europa e o triplo da Ásia, o que inviabiliza qualquer tentativa de continuar fazendo negócios no país. Soma-se a isso às quedas nas vendas e o cenário inviável no país. A Ford perdeu US$ 126 milhões em 2012, sendo que o prejuízo acumulado nos últimos cinco anos chegou a US$ 580 milhões. Ao encerrar a produção na Austrália, a Ford deverá atuar somente como importadora, substituindo o Falcon e o Territory por modelos correspondentes de seu portfólio global. A ideia é oferecer também novos produtos buscando expandir a atuação, já que a Ford é a menor das fabricantes presentes na Austrália.

Por fim, a Holden também encerrará a produção em 2017 e tem como justificativa dois fatores: altos custos operacionais e a moeda local forte. “Não importa a forma que aplicamos os números, o cenário de negócios de longo prazo para fazer carros nesse país simplesmente não é viável”, disse o Gerente-Geral da General Motors em Adelaide, Mike Devereux. 

Resta saber agora se a Holden será completamente extinta ou se atuará apenas via importação. Especulações apontam que a GM estuda acabar de vez com a marca e lançar na Austrália a Chevrolet. O objetivo é escoar a produção excedente das fábricas sul-coreanas que atualmente abastecem a Europa, mercado no qual a marca estadunidense não irá mais atuar após 2016.

Por Caio Polo


Produção do Volkswagen Beetle Dune Concept


Apresentado recentemente ao público durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos, o Volkswagen Beetle Dune Concept já está sendo cotado para ganhar uma versão de produção. Segundo o site “Automobile Magazine”, executivos da marca alemã estão muito animados com a ideia de produzir e colocar o modelo no mercado, chegando a afirmar durante o evento que o conceito “mostra o potencial de uma nova versão de produção esportiva do Beetle”. Será que chega ao Brasil?

Baseado no Beetle R-Line (versão do Fusca que não é vendida no Brasil), o carro-conceito dispõe de um visual com espírito aventureiro, semelhante aos modelos Cross oferecidos por aqui e em outros mercados do mundo. Os destaques da versão ficam por conta dos apliques de plástico nos para-lamas, suspensões elevadas, para-choques exclusivos, rodas de liga leve com desenho inédito, estribos laterais, aerofólio, teto solar, entre outros itens.

No interior, a versão conceito segue o mesmo padrão da versão já vendida por aqui e em outros mercados, no entanto, traz alguns diferenciais como a pintura do painel no mesmo tom da carroceria e detalhes com a inscrição “Dune” no painel e nas portas.  

Mecanicamente, o Beetle Dune conta com motor 2.0 TSI de 210 cv. Acoplado ao bloco está uma transmissão DSG de seis velocidades. A tração é entregue as rodas dianteiras mediante um diferencial XDS eletrônico e por enquanto a tração integral está fora dos planos da marca.

Assim como as versões Cross, oferecidas por aqui e em outros mercados, o modelo teria apenas o espírito e o visual aventureiro, sendo mais indicado para o uso urbano. No entanto, mesmo não sendo feito para o uso Off-Road, as versões Cross fazem muito sucesso no Brasil e em outros mercados pelo mundo. O que comprova isso são as versões oferecidas no mercado brasileiro pela VW (CrossFox, SpaceCross e Saveiro Cross) e por outras marcas, que agradam o público e apresentam bons índices de venda. Portanto, se confirmado a versão de produção do Beetle Dune, o modelo tem tudo para fazer sucesso, tanto no exterior quanto por aqui, caso desembarque no Brasil.

Por Caio Polo


Produção do Novo Volkswagen Golf no México


A Volkswagen do México anunciou nesta semana que já iniciou a produção da sétima geração do Golf na unidade fabril de Puebla. A fábrica, que recebeu um investimento de aproximadamente US$ 700 milhões (cerca de R$ 1,6 bilhão), tem como meta abastecer a demanda local do modelo, bem como os mercados dos Estados Unidos e do Canadá.

Uma das mais importantes unidades de montagem da Volkswagen no mundo, a planta de Puebla é responsável pela produção do Jetta e do Fusca (conhecido como Beetle no México e nos Estados Unidos). Agora, a fábrica também será responsável pela produção do novo Golf.

Mas fica a pergunta: E o que nós brasileiros temos a ver com isso?

A princípio o novo Golf, que já é oferecido no mercado brasileiro desde o ano passado, chega importado da Alemanha e caso a concessionária não tenha o carro na configuração que o cliente deseja, é preciso encomendar e aguardar o hatchback desembarcar do Velho Continente. Contudo, antes do seu lançamento, especulava-se que a sétima geração do Golf passaria a ser importado do México após o início da produção por lá, deixando de ser importado da Alemanha. Caso isso ocorra, nós brasileiros poderíamos ser beneficiados, já que Brasil e México mantém um acordo bilateral de comercialização.

A produção do Volkswagen Golf VII terá início no Brasil em meados de 2015. Thomas Schmall, CEO da Volkswagen no Brasil, anunciou em outubro de 2013 que a unidade fabril de São José dos Pinhais (PR) seria responsável pela montagem do carro, recebendo para isso um investimento de R$ 520 milhões para modernização e ampliação de sua capacidade de produção.

O modelo nacionalizado não deve apresentar muitas alterações mecânicas quando comparado ao europeu, porém, o grande diferencial deve ser a disponibilização do motor bicombustível, talvez até com uma versão de entrada equipada com motor 1.6 16V Flex.

Por Caio Polo


Land Rover – Defender encerra produção


A montadora de origem britânica Land Rover confirmou recentemente o encerramento da produção do Defender. O carro  já está no mercado há quase 70 anos, entretanto, o modelo só foi nomeado na década de 90, cerca de 42 anos depois de seu lançamento.

Ao longo desse período, o design do modelo foi alterado poucas vezes, sempre mantendo a inspiração no famoso Jeep americano. Um dos pontos fortes do carro é a tração 4×4 (integral), capaz de distribuir o torque igualmente tanto no eixo dianteiro quanto no eixo traseiro.

O Defender não foi exposto no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2012. Em decorrência disso, quem visitou o estande da Land Rover ficou decepcionado, já que o modelo é um verdadeiro queridinho no universo de autos.

Foto: Divulgação

A decisão de acabar com a produção do Defender ocorreu depois da venda parcial da Land Rover para a empresa TATA Motors, sediada na Índia. Segundo o Automotive Business Review, periódico especializado,  a medida foi tomada em decorrência da nova Lei de Emissão de gases, na qual o veículo já não se encaixa.

De acordo com alguns rumores, ainda não é o fim da história do Defender. Ao que tudo indica, o nome será mantido, mas o design e configurações mecânicas serão completamente reformulados.

Por Larissa Mendes de Oliveira Soares


Saab volta a produzir na Suécia


Através da empresa National Electric Vehicle Sweden (Nevs) – a marca Saab retornou às atividades. No último dia 18 (quarta-feira), a unidade fabril da companhia localizada em Trollhättan, Suécia, fabricou o seu 1º veículo 9-3. O modelo é somente um protótipo. Segundo dados publicados pelo portal da Saab United, a nova aposta da corporação é um velho 9-3 apresentando leve mudanças por dentro do capô, alterações não informadas pelo consórcio de origem chinesa e sueca que comprou a Saab ao final do ano de 2012.  O objetivo da produção do veículo – que gerou 300 novos postos de trabalho – foi o teste e a calibragem das linhas referentes à montagem da unidades que apresenta novos itens.

O modelo 9-3 que foi feito na linha de produção não apresenta novidade nenhuma no que se refere ao design. Em entrevistas cedidas recentemente, o porta-voz da empresa Nevs, Mikael Oestlund, afirmou que o primeiro veículo deste consórcio irá ter o visual bastante semelhando ao do 9-3 não está mais sendo feito desde o ano de 2011. Não há confirmação alguma a respeito do motor. Especula-se que o carro poderá ser elétrico.

A Nevs visa ainda iniciar a fabricação de modelos novos, que iriam ser feitos com base no alicerce Phoenix, produzido antes da companhia ir à falência. A construção do modelo iria passar, entretanto, por mudanças. "Iremos remover aproximadamente 20% dos elementos da Phoenix, que se originam da General Motors, antiga detentora da Saab", afirma Oestlund.

Por Marcelo Araújo


Mercedes não planeja veículos menores ao Classe A


Envolvida por boatos há algum tempo, a marca Mercedes-Benz deu ultimato confirmando que, ao menos por hora, não lançará veículos menores do que o modelo Classe A. Dieter Zetsche, CEO da companhia, afirmou que refuta possibilidades de lançar um automóvel que fique entre o Smart ForFour a ser lançado futuramente e o médio hatch, como algumas publicações especializadas no setor apontaram recentemente.

Zetsche  ainda declarou que a empresa pensou em lançar um compacto. Este modelo ofereceria mais volume para a companhia, mas os baixos preços tornariam o lucro mais difícil”. Ele ainda disse que “Não existe necessidade da Mercedes-Benz seguir tal caminho”. O executivo tornou oficial a especulação de que a compacta plataforma MFA irá originar um modelo novo brevemente. As apostas da empresa caem sobre uma opção chamada "Shooting Brake" referente ao CLA.

No começo de 2013, boatos levantados na Europa indicam que a marca poderia ser associada à empresa Renault na produção de uma linha de compactos novos baseados no alicerce da geração que virá do modelo Clio, que será lançado no ano de 2018. Ainda não há maiores detalhes sobre o assunto.

Por Marcelo Araújo


Aumento na Produção de Veículos no Brasil


Recentemente novos dados sobre o mercado de autos foi divulgado pela Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). É que no dia 05 de setembro de 2013 a organização veiculou o resultado da análise comparativa feita em relação aos meses de julho e agosto de 2012.

Segundo informações contidas no documento, houve um considerável aumento na produção de automóveis domésticos, utilitários comerciais leves, caminhões e ônibus. Quando comparado ao mês de julho do ano passado, o aumento foi de 9% e se comparado ao mês de agosto, o aumento foi de 2,3 %.

De acordo com a Anfavea, foram fabricadas 312.300 unidades de automóveis no Brasil e esse número não para de crescer, já que em agosto o número subiu para 340.469 unidades de veículos produzidos no país.

O executivo Luiz Moan, Presidente da Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores, alegou que os números são surpreendentes e que este é o segundo melhor mês de agosto da história.

O crescimento na produtividade deve-se especialmente à abertura de novas plantas, à boa fase do mercado automotivo e também às ações do programa Inovar-Auto.

Por Larissa Mendes de Oliveira Soares


Anfavea – Produção de veículos bate recorde em maio


A produção nacional no setor automotivo teve crescimento de 0,3% em maio em detrimento ao índice verificado em abril, afirmou no dia 6 de junho, quinta-feira, a Anfavea. Neste último mês, a produção industrial totalizou 348.070 veículos em geral (comerciais leves e automóveis, caminhões e ônibus), número recordista para o mês de maio. O resultado aponta que o mês anterior superou abril, em que foi registrada a produção de 347.122 autos.

Em comparação ao mês de maio de 2012, quando foram verificadas 285.750 unidades fabricadas, o aumento ficou em 21,8%. No total do ano de 2013, houve recorde com 1.535.928 unidades produzidas no Brasil, o que corresponde ao crescimento de cerca de 20% em detrimento aos 5 primeiros meses do ano de 2012.

Entretanto, a comercialização de automóveis novos no Brasil em relação ao mês passado caiu mais de 5% na comparação dos meses, mas aumentou em 10% em referência ao mês de maio de 2012, chegando em 316,2 mil veículos.

A fabricação de comerciais leves e automóveis chegou a 327.773 veículos no mês de maio, subindo para 0,8%, em comparação com abril, mês em que 325.320 unidades foram produzidas.

Por Marcelo Araújo


Lexus LFA – Fim da Produção do Carro


A produção do super carro Lexus LFA chegou ao fim. Depois de dois anos e 500 unidades produzidas, aconteceu o que já era previsto. Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro, a Toyota deu como encerrada a produção do veículo.

"É o fim de um capítulo determinante para a marca, quando a percepção e o entendimento das pessoas sobre a Lexus mudaram, talvez, para sempre", resumiu um dos responsáveis pela Toyota (Lexus).

Lançado em 2010, o superesportivo Lexus LFA teve 500 unidades construídas, isto era sabido desde o início do projeto, pois se trata de um super carro de luxo, com alto custo e limitado para 500 sortudos que tiveram condições de comprar a super máquina.

O Lexus LFA teve dedicação total por parte da Toyota. Ele teve exclusivamente uma equipe de 170 funcionários, todos escolhidos a dedo para garantir total qualidade de todas as 500 unidades fabricadas.

Apesar de ser caríssimo (custando R$ 1,6 milhão na Europa), o projeto acabou não rendendo bons frutos para a Lexus. Porém, o objetivo final foi concluído, pelo menos é o que o diz o fabricante. O modelo serviu para testes tecnológicos e base para as futuras máquinas da marca.

O superesportivo Lexus LFA vem com tração traseira e super motor V10 de 4.8 litros, que fornece 560 cavalos de potência a 8.700 rpm. Não bastasse isso, o carro possui ainda transmissão automática com seis marchas.

O Lexus LFA chega aos incríveis 325 km/h e vai de 0 a 100 km/h em menos de 3,6 segundos.

O último Lexus LFA saiu de fábrica na cor branca e foi equipado com o “Nurburgring Package”, que faz sua potência aumentar ainda mais, chegando aos 562 cv. Sem dúvida o veículo foi um marco para a empresa e principalmente para os amantes de uma boa máquina.

Por Bruno Mathiuzzo


Hyundai pretende aumentar a capacidade de produção em sua fábrica em Piracicaba (SP)


Foi oficialmente inaugurada em Piracicaba, interior paulista, mais uma fábrica da Hyundai, nesta última sexta-feira (09/11).

O aumento da demanda tem feito com que a montadora opere no limite de sua capacidade, que são 34 carros por hora, e o grande responsável por este crescimento é o modelo HB20.

Por conta disso, a empresa já está iniciando um projeto de expansão desta nova unidade, a fim de aumentar consideravelmente sua força produtiva.

Conforme publicado por Heraldo Marqueti Soares, em sua matéria do Infomoney, os investimentos na fábrica paulista giram em torno de US$ 700,00 milhões, sendo que a unidade visa atender apenas a demanda interna, ainda sem perspectivas de exportação.

A assessoria de imprensa da Hyundai já está acenando com a possibilidade de implantar um terceiro turno de trabalho, a fim de cumprir rigorosamente o calendário de entregas.

Airton Cousseau, diretor executivo da companhia no Brasil, declarou que a procura pelo HB20 superou e muito as expectativas deles, e por isso agilidade agora é palavra de ordem.

Enquanto as previsões otimistas giravam em torno de 10 mil vendas até dezembro de 2012, foram comercializados 27.500 veículos do modelo.

E com todo este trabalho, a espera do comprador está em 90 dias após fechamento da compra na concessionária.

Por Stefania Cardoso


Audi Q5 – Nova geração será produzida no México


San José Chiapa, localizada no Estado de Puebla, México, foi o local escolhido pela Audi para montar a fábrica que irá produzir a próxima geração do Q5, utilitário esportivo da marca.

Entre os primeiros meses de 2013, a Audi já irá iniciar a construção da nova unidade fabril, mas a produção do veículo começará pequena, aumentando gradualmente com o tempo e o desenvolvimento da fábrica. De acordo com a assessoria de imprensa da marca, é esperado que no ano de 2016 a produção seja de aproximadamente 150 mil Audi Q5 no local por ano.

Talvez isso fosse uma solução remediadora para aumentar a participação da marca no mercado de autos brasileiro, já que os carros fabricados no México não pagam impostos no Brasil. Mesmo assim, o carro chegaria ao mercado do Brasil com um preço bastante salgado. Sem os impostos, seu valor não ficaria abaixo de R$ 202.750, preço pago atualmente.

O maior objetivo da unidade fabril do México é o mercado norteamericano. A nova geração do Q5 tem características parecidas com os carros mais comprados pelos americanos. Um dos principais motivos para a produção mexicana foram os altos custos cobrados em território dos EUA.

Por Marcelo Araújo


Volvo anuncia Redução na Produção de Veículos na Suécia


A Volvo passa por um período fraco de vendas no mercado automobilístico sueco. Segundo informações de um sindicato do país, a empresa passará por uma redução de aproximadamente 10% em sua produção, o que acarretará em cortes de 200 a 300 empregos no país.

Apesar de ter origem sueca, a Volvo foi comprada em 2010 pela companhia chinesa Zhejiang Geely, sendo que já estava sobre domínio da Ford naquela época. O valor desta compra foi de US$ 1,8 bilhão. O plano da empresa é conseguir comercializar até 2020 cerca de 800 mil veículos por ano, duplicando o número de comercializações visto atualmente. Em 2011, a empresa vendeu 47 mil carros na China, com os novos planos, esse número pode chegar a 200 mil no mercado chinês.

Segundo informações dos sindicalistas, os funcionários da Volvo da Suécia foram informados de que as vendas tinham caído antes de saírem de férias, quando voltaram, receberam a notícia de um aumento nas quedas. Com isso, a empresa justificou a diminuição da produção e os cortes.

Sobre a Volvo:

A empresa foi fundada na Suécia no ano de 1927. O principal nome da companhia foi o engenheiro Gustav Larson, seu idealizador. Em latim, o nome Volvo significa “eu guio”.

Por Marcelo Araújo


Ford anuncia Paralisação da Fábrica de Camaçari (BA)


A Ford anunciou que vai paralisar as atividades da sua fábrica localizada na cidade de Camaçari (BA), durante um mês, com o objetivo de ajustar suas reservas à demanda do mercado. Durante o período de férias coletivas dos cerca de 11.000 funcionários desta planta industrial, deixarão de ser produzidas 30.000 unidades dos modelos EcoSport e Fiesta.

Além de parar por alguns dias a sua fábrica na região Nordeste, a Ford também programou a interrupção das atividades nas unidades de Taubaté e São Bernardo do Campo, em São Paulo, entre setembro e outubro. A mesma atitude também vem sendo tomada por outras montadoras, como a Volkswagen, que irá conceder férias coletivas aos funcionários da fábrica de São José dos Pinhais (PR), a Fiat e a General Motors.

De acordo com especialistas, estas paralisações podem significar uma retração do mercado, devido, principalmente, às restrições de crédito criadas pelo governo federal ao final de 2010, dificultando um pouco as vendas de veículos novos, por causa das altas taxas de juros. Para se ter uma ideia, as concessionárias estão com uma reserva suficiente para garantir 40 dias de vendas, de acordo com a Fenabrave, quando o normal seria 21 ou 22 dias.

Por outro lado, as revendedoras podem acabar fazendo promoções e oferecendo descontos nos automóveis para normalizar o nível de unidades em estoque, o que seria uma boa para quem está em busca de um carro novo.

Por André Gonçalves


Atraso na Produção do Honda Civic e Brio 2012


O forte terremoto seguido de tsunami, que sacudiu o Japão no mês de março, além de causar uma onda de mortes e destruição, afetou seriamente a indústria automobilística em todo o mundo. No Brasil, a Honda é uma das montadoras que mais tem sentido os efeitos. Além das paralisações já realizadas na fábrica de Sumaré, no interior de São Paulo, onde são produzidos 600 veículos por dia, há outras programadas para o final de maio, devido à falta de peças. Com isso, a produção pode ser diminuída em 50%, o que tem causado medo de demissões entre os funcionários da fábrica. A Honda ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Todos estes problemas deverão afetar diretamente o lançamento do Honda Civic 2012 no país, que estava previsto para acontecer no final de 2011. De acordo com o sindicato dos trabalhadores da região de Sumaré, a sede da Honda no Japão cortou cerca de 50% do fornecimento de peças para as fábricas do exterior, o que inviabiliza a produção do sedã por aqui, até que a situação seja normalizada.

Outro lançamento que pode chegar com atraso ao território nacional, segundo especulações, é o novo compacto global da marca, o recém-apresentado Brio.

Por André Gonçalves


Anfavea – Produção de veículos cai para 4,9% em abril de 2011


Como era de se esperar, o ambiente de desaceleração da economia começou a mostrar seus primeiros efeitos, embora ainda restritos. Informações da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indicam arrefecimento de 4,9% na produção de veículos no país em abril, para 280,1 mil unidades, ante março, ocasião quando foram constatadas 294,4 mil unidades.

A Anfavea descreve que no confronto anual contra abril do ano passado, porém, ocorreu crescimento de 1,9%, ao mesmo tempo em que no acumulado do primeiro quadrimestre o índice foi positivo e chegou a 4,1% em comparação aos quatro primeiros meses de 2010.

Acompanhando o decréscimo mensal, ou seja, abril contra março, a comercialização de veículos automotores caiu 5,5%, de 306,1 mil unidades para 289,1 mil. Mantendo a mesma ideia de produção e saídas, no confronto anual do mês passado as vendas subiram 4,1% e no primeiro quadrimestre, saldo positivo 4,6%.

Os resultados nos comparativos anuais refletem os dados positivos de 2010, mas como é perceptível constatar, as medidas macroprudenciais adotadas pelo governo começam a dar os sinais desejados. A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) considera essa perspectiva como benéfica.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Honda e Toyota – Paralisação da produção no Brasil


O forte terremoto seguido de tsunami, ocorrido no Japão, no dia 11 de março, deixou muitas sequelas no país oriental. Além do alto número de mortos e feridos, uma série de atividades industriais foram afetadas pelo desastre natural.

Um dos ramos que mais está sentindo os efeitos é o de automóveis. Diversas fábricas das montadoras japonesas, espalhadas pelo mundo, não estão produzindo em sua capacidade máxima. Algumas delas até paralisaram as atividades. E este movimento começa a chegar também ao Brasil. A primeira subsidiária brasileira afetada foi a da Toyota, que paralisou a produção do Corolla, em Indaiatuba, interior de São Paulo, no dia 25 de abril, devido à falta de peças. A fabricante já anunciou que novas paralisações acontecerão, nos dias 6 e 20 de maio, pelo mesmo motivo.

Outra montadora que terá a linha de produção brasileira afetada é a Honda, conforme a nota divulgada em seu site oficial. De acordo com o texto, a Honda vai paralisar a produção da fábrica de Sumaré, em São Paulo, entre os dias 23 de maio e 3 de junho, por causa do “desabastecimento de componentes”.  Já a produção de motocicletas, na unidade de Manaus, segue em ritmo normal de trabalho.

Por André Gonçalves


Mercedes CLC – Fim da produção do hatch


A partir do dia 21 de dezembro, o CLC, único carro de passeio feito pela Mercedes Benz no Brasil, deixará de ser fabricado. O número de unidades produzidas despencou de 56 mil em 2008 para 12 mil em 2010. Em seu lugar, será produzido na fábrica de Juiz de Fora, o caminhão Actros, que está crescendo no mercado brasileiro. O extra-pesado é atualmente importado da Alemanha. Outro caminhão que também vai ser montado na unidade é o Accelo.

Mas a produção dos caminhões só deve começar no final de 2011, já que a fábrica vai precisar passar por adaptações em toda a linha de montagem. Novos funcionários serão contratados e vão se juntar aos 1.000 que já trabalham na unidade.

Ainda com relação ao CLC, os fãs do hatch não vão ficar órfãos. A montadora alemã já prepara uma nova família de compactos para substituí-lo em breve.

Por André Gonçalves


Novo Ford Focus – Produção em escala mundial


A grande aposta da Ford para aumentar a sua participação em todo o mundo é o novo Focus, primeiro veículo genuinamente global. Na Europa, a terceira geração do carro já está sendo produzida nas versões hatchback (sem traseira saliente), perua e sedã. A fábrica alemã de Saarlouis vai liberar 1.850 unidades diariamente.

As fábricas da Rússia, China e Tailândia, além da norte-americana de Michigan Assembly Plant, também começarão a produção do modelo em breve, que terá os mesmos componentes, equipamentos e motores, independentemente do local em que  seja montado.

E a América Latina não ficará para trás. A fábrica da Argentina vai começar a produção entre o final de 2011 e o início de 2012, mesma época em que o novo Focus deve chegar ao Brasil, uma vez que algumas peças do modelo, dentre elas as lanternas e a tampa traseiras, já estão registradas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Por André Gonçalves

Fonte Automobile

Confira como vai ficar o Ford Focus 2012