Troca de Óleo do Carro – Cuidados e Dicas


Confira aqui algumas dicas para a hora de trocar o óleo do motor de seu carro.

Ter um carro é essencial nos dias de hoje. Ele ajuda muito na hora de realizar tarefas do dia a dia e não é mais considerado como supérfluo. Mas para um carro funcionar perfeitamente, ele precisa passar por algumas revisões e evitar possíveis problemas em sua funcionalidade. Uma das principais revisões feitas em um carro é a troca do óleo do motor do carro. É necessário seguir algumas dicas para não cometer erros nesse processo. É importante lembrar que não trocar o óleo do motor, pode trazer danos graves a essa área do carro.

Veja abaixo o que não fazer na hora de trocar o óleo do motor do seu carro.

1-Não use aditivos no motor do seu carro

Muitas pessoas que possuem carro acabam cometendo esse erro, que é de usar aditivos em seu motor. Essa prática só vai estragar o seu motor em pouco tempo, e ocasionar um gasto muito alto para reparar essa peça.

2-Não complete o nível de óleo do seu carro

Outro erro comum de muitos usuários de carro é a prática de completar o nível de óleo do carro. Muitas pessoas pensam que vão economizar dessa forma, isso é um grande engano. O ideal é fazer a troca total do óleo do motor, isso vai manter o bom funcionamento e desempenho do motor, mesmo que ele seja de um carro novo.

3-Não limpe a vareta com estopa

Essa é uma das dicas mais importantes para quem quer manter o motor em perfeito estado. Em hipótese alguma limpe a vareta com estopa. Essa prática só vai deixar fiapos de tecidos que só servem para contaminar o novo óleo e vai deixar resíduos de óleo antigo, estragando todo óleo novo.

4-Não ande com o carro se o nível de lubrificante estiver abaixo ou acima do nível indicado

Muitas vezes a pressa do dia a dia, faz com que o dono do carro cometa esse erro. Pois mesmo sabendo que o nível de lubrificante está errado, algumas pessoas ignoram e continuam usando o carro assim mesmo. Essa prática ajuda a desgastar os componentes do motor e faz com o ele diminua drasticamente sua potência. Além de aumentar as chances de fundir o motor. O que deve ficar claro nessa explicação é que o barato vai sair caro mais cedo ou mais tarde.

5-Não trocar o filtro do óleo

A maioria dos motoristas não ficam atentos a troca do filtro do óleo, e muitos só se lembram disso, quando o carro já está apresentando algum problema no motor ou quando algum mecânico sinaliza essa troca. Realizar a troca desse filtro é essencial, pois ele conserva em seu interior uma quantidade de óleo oxidado, e ele é o responsável por contaminar o lubrificante novo, com isso ele acelera o processo de envelhecimento. O ideal é sempre realizar as revisões do carro e aproveitar para trocar o filtro do óleo.

6-Trocar o óleo em postos de gasolina

Essa é uma prática muito comum e totalmente errada, já que esse serviço é feito pelos frentistas, que não aptos e nem preparados para esse tipo de serviço, e na maioria das vezes, o carro acaba apresentando problemas logo depois dessa troca. O ideal é levar em um local próprio para isso.

7-Uso do botijão fechado indevidamente

Outra prática indevida é o fechamento do botijão de forma errada. Fazer isso pode trazer algumas consequências como vazamentos. A forma correta de fechar esse botijão é levar em um profissional especializado.

8-Pingar óleo no motor

Outra prática bem comum entre os motoristas, é a de pingar óleo no motor. Isso só vai trazer problemas como risco alto de danificar o motor e diminuição da lubrificação.

9-Não respeitar o prazo de troca do óleo do motor

Todo carro vem com seu manual do proprietário. Nele é possível ver a orientação para a troca do óleo, que normalmente é indicado a cada 5000 km ou 10000km. Não respeitar essa orientação pode trazer o desgaste rápido do motor.

10-Misturar lubrificantes

O proprietário de um carro pode até misturar lubrificantes em alguma ocasião de emergência, mas é necessário que eles contenham a mesma base. Dessa forma o motor do carro não sofrerá problemas.

Essas são as 10 dicas para não fazer na hora da troca do óleo do motor!

Escrito por Cristiane Amaral


Lista dos Piores Carros para Consertar no Brasil 2016


Confira aqui uma lista com os carros mais caros para se consertar no Brasil.

Recentemente o CESVI Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária do Brasil) divulgou uma relação em forma de lista na qual constam os carros vendidos no Brasil que apresentam um valor mais alto de reparabilidade, considerando o ano de 2016.

Dentre os carros que figuram na lista da CESVI podemos extrair os que apresentam maior dificuldade para o conserto (por exemplo, em caso que ocorra um acidente).

Classificação por Índice

O órgão utilizou um índice para a mensuração, sendo que foram considerados preços de peças, além de possível facilidade para a reparação dos veículos.

Observando os índices será possível verificar que quanto mais alto ele for, maior será o custo com conserto.

Os 10 veículos com preço de conserto mais elevado

A lista iniciará apresentando os de menor índice, aumentando até o maior custo, ou seja, em ordem crescente:

  1. Fiat Uno, um dos populares da linha Fiat, 40 pontos

  2. Peugeot 408, empatado com o Fiat Uno, entre os de “conserto menos caro”, 40 pontos

  3. Ford Ecosport, da linha mais robusta, mesmo assim é um dos menores custos da lista, 40 pontos

  4. Fiat Grand Siena, figura aumentando o custo de reparação, 43 pontos

  5. Fiat Bravo, mais um da linha Fiat, 44 pontos

  6. Fiat Palio Fire, outro popular Fiat, porém com custo de conserto alto, 44 pontos

  7. Fiat Linea, um sedã mais luxuoso, ainda da Fiat, 46 pontos

  8. Peugeot 308, o segundo da Peugeot a figurar em nossa lista, 48 pontos

  9. Fiat Palio, o modelo mais novo do Palio, 49 pontos

  10. Citroën C4 Lounge, o mais luxuoso da lista é também o de custo de reparo mais elevado. Ficando na pior posição em termos de conserto o Citroën C4 Lounge alcançou os 52 pontos.

Portanto, podemos concluir a lista dos 10 com maiores índices de valor de reparo, com a Fiat apresentando 6 modelos, Peugeot 2 modelos, a Citroën com 1 (o campeão) e a Ford com 1 também.

Ao se adquirir um veículo existem, muitos fatores devem ser levados em consideração, como por exemplo: consumo, espaço, conforto, dirigibilidade e custo de reparo. Porém, não é aconselhado analisar um tópico apenas e sim o conjunto que forma o custo x benefício.

Por Silvano Andriotti


Desembaçador do Carro – Dicas e Cuidados com os Filetes


Confira aqui algumas dicas de cuidados que você deve ter com os filetes do desembaçador do carro.

Pouca coisa é mais temerária ao viajar do que estar na via, com chuva, principalmente à noite, com vidros embaçados e os filetes não estarem em perfeito funcionamento. Tal fator prejudica a visibilidade do motorista, a ponto de colocar em risco a segurança dos ocupantes do veículo. Mas você sabe que cuidados são necessários com os filetes do desembaçador?

Na limpeza

Uma limpeza mal feita, com descuido ou equipamentos inadequados podem danificar o sistema.

Basta, por exemplo, que fique um resíduo de pano preso aos terminais do desembaçador para que o circuito elétrico possa ser comprometido.

Quando isto ocorre é necessário que se retire com todo o cuidado possível os resíduos ou qualquer tipo de material preso aos filetes.

No acondicionamento de carga

Ao carregar o veículo com uma carga qualquer, deve-se ter cuidado no acondicionamento dos itens com relação ao desembaçador do vidro traseiro.

Objetos pontiagudos, materiais sólidos ou similares, que estejam encostando no vidro e por consequência nos filetes (que aquecem o vidro e eliminam a umidade), são agentes externos que podem, em atrito, danificar ou romper o sistema de filetes.

É necessário que se tenha a noção de que os filetes são condutores de eletricidade.

Ao retirar a película escurecedora

Quando for necessária a retirada da película escurecedora também deve se proceder com bastante cuidado, pois o filme plástico é aplicado com um tipo de cola que poderá até mesmo “arrancar” os filetes do dispositivo ao ser puxado.

Antes da retirada da película, o ideal é que a cola seja amolecida com um soprador de calor (até mesmo um secador de cabelos).

Os pequenos resíduos ou vestígios de cola que ficam por vezes presos aos filetes, devem ser removidos cuidadosamente utilizando-se de uma espátula de náilon e detergente líquido. Sempre passando no mesmo sentido dos filamentos condutores.

Existem também algumas empresas que possuem um sistema de retirada com um tipo de vapor.

Ao fazer a manutenção quando ocorrerem danos

Quando algum filamento não estiver fazendo o processo de desembaçar, o recomendado é que a manutenção seja feita o mais breve possível.

Se o rompimento no filete for pequeno, algo em torno de 5cm, existe a possibilidade de reconstruir a trilha utilizando um tipo de resina condutiva que possui prata. O kit para a correção custa em torno de R$ 78,00. Também existe um conjunto para a substituição dos terminais, o qual tem valor aproximado de R$ 84,00.

Como podemos observar, os cuidados com o desembaçador traseiro são importantes e a manutenção em caso de dano é de fácil procedimento e baixo custo.

Por Silvano Andriotti


Escapamento do Carro Furado – O Que Fazer e Como Consertar


Saiba aqui o que fazer quando seu carro estiver com o escapamento furado.

O tubo de escapamento é a peça responsável por encaminhar os gases do resultado da combustão para a parte externa do veículo. O escapamento contribui para o desempenho do motor do veículo, aumentando assim a potência do mesmo. Caso o escapamento estiver com algum problema, como entupimento, o motor trabalhará com dificuldade, diminuindo assim o seu desempenho. O tubo de escapamento tem diversas funções, como ajudar na liberação dos gases resultantes da combustão e auxiliar na vida útil do motor. Caso você tenha gastando muito combustível, fique atento, pois pode ser problema no escapamento. O escapamento estando bom, poderá ser sinônimo de economia no combustível, outra vantagem é a redução da emissão de poluentes.

Além do barulho desagradável que o tubo apresenta, quando o escapamento apresenta furo, outros motivos bem significativos deverão ser levados em consideração, fazendo com que faça o reparo da peça imediatamente, sendo eles os seguintes:

Cuidado com a peça: Uma das dicas para prevenção do escapamento é evitar passar em alta velocidade em lombadas, desviar de buracos se possível, pois na maioria das vezes a perfuração ocorre por esses descuidos. Outro fator são os combustíveis adulterados com água e solvente, quando o sistema não atinge a temperatura ideal a água não evapora, deixando assim o escapamento úmido por um longo período, essa umidade parada no silenciador é o que gera a corrosão na peça.

O melhor procedimento para o reparo da peça: Dependendo do tamanho do estrago existem as opções de reparo ou da troca da peça. Caso seja algo isolado atingindo apenas uma parte da peça, a área poderá ser acrescentada por um metal no local prejudicado, poderá ser feito isso se o problema for à tubulação, caso a situação seja na câmara onde passa os gases, o silencioso, não há opção de reparos sendo necessário trocar a peça toda.

O problema pode acarretar multa na CNH: Caso os escapamento esteja com esse problema, fora das condições padrões exigidas pelo DETRAN, o condutor poderá levar multa no valor de R$195,23, além de cinco pontos na Carteira de Habilitação. O fato seria desconfortável e acarretaria em um problema ainda maior, sendo assim fique atento.

Gisele Alves de Brito


Direção Hidráulica x Direção Elétrica – Qual é Melhor?


Saiba aqui qual tipo de direção é melhor, a Direção Hidráulica ou a Direção Elétrica.

O esforço nas manobras de estacionamento é algo que muitos motoristas reclamam. A primeira invenção para resolver este problema foi a direção hidráulica. Todavia, a assistência hidráulica esta perdendo lugar para a elétrica, que é mais eficaz e econômica.

A direção hidráulica é um recurso muito solicitado nos dias de hoje, pois garante conforto ao motorista e rapidez nas manobras. Um veículo pequeno dotado de direção hidráulica gasta 1.300 watts de energia em linha reta ou 4.300 watts em manobras.

Estima-se que um veículo sem direção hidráulica consuma bem menos energia, o equivalente a 470 watts, porque não há a necessidade de uma bomba hidráulica. O carro com direção hidráulica funciona com uma bomba hidráulica, algumas válvulas e um pistão de dupla ação atuando de modo a diminuir a força empregada pelo condutor na direção. Todavia, o sistema hidráulico está sendo substituído pela direção elétrica (a que não possui o sistema hidráulico), pois ela usa só um motor elétrico para reduzir o esforço no volante.

A vantagem deste sistema é sua capacidade de regular a pressão aplicada de acordo com a velocidade do veículo e diminuição considerável do consumo de combustível. É estimado o gasto de cinco por cento a menos de combustível do que no sistema de direção hidráulica.

A assistência elétrica tem inúmeras vantagens em relação à assistência hidráulica. Em primeiro lugar, é mais barata. E ela só é ativada ao se virar o volante, sendo que quando o veículo está em linha reta, o motor elétrico não é acionado, ao contrário da direção hidráulica que é acionado ao todo tempo.

O sistema elétrico de direção é mais vantajoso que o sistema hidráulico por ser independente do funcionamento do motor do veículo. Ademais, não se utiliza óleo em seu mecanismo, ao contrário do que ocorre no sistema hidráulico. Além disso, o risco de dar defeito é bem menor. Quando se tem algum defeito na direção hidráulica, por exemplo, é necessário trocar várias peças e o volante fica travado.

A única desvantagem no sistema elétrico e é em caso de ocorrência de pane no sistema elétrico. Todavia, se tal fato ocorrer, o condutor não chega a ficar sem direção e sim percebe que o volante está mais pesado.

Por Anneliese Gobbes Faria


Compra de Peças Automotivas – Dicas e Cuidados


Confira aqui algumas dicas para comprar peças automotivas de qualidade.

O bombardeio de informações da mídia sobre as carnes contaminadas que estavam sendo vendidas como carnes boas para o consumo humano, fez muita gente refletir sobre tudo aquilo elas compram para dentro de casa. Outra questão polêmica é sobre a qualidade do material dos carros que usamos no dia a dia, seja para trabalho ou passeio, bem como suas peças de reposição.

O famoso recall para substituição de peças, ainda na garantia, por parte de algumas montadoras, se tornaram constantes e nem alguns modelos caros de luxo escaparam da convocação. O que mais impressiona as pessoas é que, na maioria das vezes, os recalls são para reparo de alguma peça relacionada a segurança dos passageiros, como airbag, sistema de freios ou cintos de segurança. Sem falar em algumas peças mal feitas que podem provocar incêndios sem não forem trocadas com a máxima urgência.

Em se tratando da compra de peças para o seu carro, a coisa complica ainda mais, pois o mercado paralelo de peças falsificadas que são vendidas como originais não está no gibi e o mais lesado é o consumidor, que em grande parte, não sabe diferenciar uma peça original da falsificada.

Devido a pouca fiscalização por parte do governo, o mercado de peças automotivas de segunda linha vem crescendo assustadoramente e o ideal é sempre levar o mecânico de confiança na hora de comprar uma peça para o carro.

Outra dica importante é sempre exigir a peça original, que pode até ser um pouco mais cara, mas a durabilidade é bem maior do que outra paralela. Geralmente peças pertencentes ao mercado paralelo são bem mais baratas do que as originais que a montadora recomenda o uso e por isso as pessoas optam pela compra das mesmas, mas se esquecem que a durabilidade é bem menor e o risco de danos é grande. As concessionárias até vendem peças originais, mas cobram um preço exorbitante por elas e o consumidor pode optar pelas casas de peças mais conhecidas e de referência no mercado.

Mais um dica bacana é sempre exigir comprovante de garantia da peça, além de comprar peças originais ou de marcas conhecidas no mercado e pelos mecânicos, que podem dizer se a peça é boa ou não.

Em se tratando de carros, nem sempre o mais barato é o mais viável. Atenção e muita calma na hora da compra de alguma peça para seu veículo.

Rodrigo Souza de Jesus


Quando Trocar as Pastilhas de Freio do Carro


Saiba aqui quando é hora de trocar as pastilhas de freio do carro.

Todo brasileiro tem uma paixão incondicional por carros. No entanto, será que todos se preocupam com a verificação periódica dos freios de seus veículos?

Neste artigo vamos abordar um assunto que é muito importante para quem tem um automóvel. Você sabe quando trocar as pastilhas de freio ou identificar os sinais de desgaste?

Quer saber um pouco mais sobre este item tão importante de seu carro? Continue lendo este texto que as informações a seguir vão lhe ajudar a responder esta pergunta.

O principal Item de Segurança do Veículo

A pastilha de freio, junto com os discos de freio, são os itens responsáveis pela diminuição da velocidade do carro.

É considerado um dos itens mais importantes pela segurança do veículo contra possível acidente e de todos os seus ocupantes.

A pastilha de freio exerce uma resistência sobre os discos que faz com que o veículo diminua gradualmente sua velocidade na frenagem até parar o carro.

Manutenção das Pastilhas de Freio

É recomendado por todos os fabricantes de veículos que seja observado periodicamente o sistema de freios.

A falta de manutenção deste sistema pode provocar o desgaste destes itens e comprometer a segurança dos ocupantes do carro.

É muito importante sempre que for efetuada uma revisão em seu veículo olhar as pastilhas de freio.

Devido à pressão que as pastilhas exercem sobre os discos e como não existe um prazo determinado para a troca sempre que revisar a mecânica de seu veículo, peça para que seja verificado este item de segurança.

Indícios de Desgaste das Pastilhas de Freio

O principal ou um dos principais indícios de desgaste das pastilhas de freio é quando você, no ato da frenagem, identificar uma diminuição ou quando perceber que os pedais de freio estão ficando baixos até quase encostar no assoalho do veículo.

Outro indício de desgaste das pastilhas de freio é quando há barulhos estranhos ou quando os mecânicos dizem: “Este barulho é Ferro com Ferro”.

Se ocorrer um destes indícios é recomendado que seja verificado o sistema de freios do seu veículo.

Tipos de Pastilhas de Freios

Os tipos de pastilhas existentes são fabricados com diversos tipos de material. No entanto, cada pastilha é desenvolvida para cada tipo de veículo, umas para veículos de alta performance quando é necessário maior resistência e outras para veículos de baixa performance que é o mais usado atualmente.

Cuidados após trocar as Pastilhas de Freio

Quando for efetuada a troca das pastilhas de freio, recomenda-se que o condutor do veículo tenha mais cuidado ao pisar no freio.

Este cuidado é tomado por que nos primeiros 300 quilômetros após a troca, as pastilhas tem uma resistência mais elástica, dando a sensação de estar pisando em uma almofada.

Esta sensação é natural para pastilhas novas. Por isso não é preciso se apavorar, apenas ter um pouco mais de precaução.

Valores das Pastilhas

Os valores das pastilhas podem variar de acordo com o modelo de cada veículo. Estes valores podem variar entre R$ 50,00 e R$ 80,00.

Considerado valores acessíveis em comparação a sua importância que é a segurança dos ocupantes do veículo.

Marcio Ferraz


Como Preservar o Acabamento do Carro


Confira aqui algumas dicas do que fazer para preservar o acabamento de seu carro.

Quando o assunto é carro, o brasileiro não perde tempo em prestar atenção nas novidades. Inclusive quando citamos alguns cuidados para preservar a beleza do veículo.

E neste post iremos abordar um assunto que pode interessar os apaixonados por automotivos. Aprender a preservar o acabamento do seu carro é muito importante, principalmente quando precisamos vendê-lo.

Atualmente os revestimentos dos carros que são fabricados possuem grande parte coberta por plásticos e os locais mais usados são os painéis e portas. E são nestas áreas que são danificadas pelo tempo.

Estes locais, neste caso, são prejudicadas pela exposição excessiva ao Sol. Confira algumas dicas a seguir de como cuidar destes locais que se desgastam muito fácil

Manter a Limpeza é Essencial

O acumulo de poeira é um veneno para quem tem algum problema respiratório e também ácaros. Por isso use flanelas macias para a limpeza desses locais.

Após fazer a limpeza é importante usar algum tipo de produto específico para plásticos e fibras, com um pano umedecido e uma solução bem diluída em água. Esses produtos devem ser sem querosene, pois o cheiro forte pode até causar intoxicações.

Recupere o Brilho Hidratando

Existem diversos produtos que tratam de plásticos, couros, fibras, entre outros. O uso adequado fará com os materiais dos revestimentos recuperem o brilho e se mantenham hidratados. O resultado será um aspecto de boa conservação.

Protetor de Raios UV

Não são apenas as pessoas que usam protetor solar. Os veículos também possuem protetores contra os raios ultravioletas. Quando for comprar algum produto para passar em seu veículo, busque por aqueles que têm na composição proteção UV.

Saiba que o Sol é o responsável por esbranquiçar as peças originalmente com cores ou escurecê-las.

De Quanto em Quanto Tempo?

Essa é uma pergunta muito importante. É sugerido que se faça a limpeza das peças do revestimento toda semana. No entanto, a hidratação pode ser mensal, ou seja, uma vez por mês.

Agora a parte externa do veículo, no caso, borrachões, plástico, para-choques e algumas molduras são indicados que seja feita semanalmente. Este cuidado é devido a grande exposição.

Cuidado com o Silicone!

Apesar de oferecer um visual brilhante é apontado com um dos maiores vilões dos veículos. O silicone é maravilhoso! Aos olhos de quem vê. Porém, ele acaba ressecando as partes que forem utilizadas e, além disso, deixa totalmente oleosa, facilitando o acumulo da poeira.

Se você gosta realmente do seu veículo e quer manter preservado, siga estas dicas que você e seu carro não vão se arrepender. Fica a dica!

Marcio Ferraz


Vazamento de óleo da caixa de marchas – possíveis razões


Vazamento de óleo da caixa de marchas é um problema grave. Aprenda.

O vazamento de óleo da caixa de câmbio pode ser um problema bastante incômodo para o motorista, e trazer muitas complicações ao veículo se não solucionado a tempo. O óleo da caixa de marchas é fundamental para que o conjunto do carro funcione corretamente, e é sempre bom prestar atenção ao nível do óleo, para solucionar qualquer inconveniente o mais rápido possível. Se seu carro, no entanto, já apresenta vazamento de óleo pelo respiro da caixa de câmbio, saiba quais são as possíveis razões destes vazamentos e como resolvê-lo.

O problema de vazamento de óleo pela caixa de câmbio é bastante comum em carros da General Motors mais antigos, como Corsa e Celta, e o vazamento costuma ocorrer pelo respiro da caixa de marchas. Não há uma razão específica para este vazamento, mas ele costuma ocorrer nestes modelos; para quem é proprietário de um Corsa ou Celta, ou outro carro da General Motors com câmbio manual, é importante verificar periodicamente o nível do óleo da caixa.

Caixa de câmbio de um Celta. Imagem de Dr. Macete

Se o óleo não for verificado a tempo, a caixa de câmbio poderá ter de ser substituída em uma oficina especializada, e gerar gastos inesperados ao proprietário do veículo. Para evitar este tipo de problema, o ideal é verificar o nível do óleo da caixa de câmbio a cada 10 mil quilômetros.

A primeira possível razão, que deve ser descartada, é simples acúmulo de sujeira no respiro da caixa. Qualquer elemento que aumente a pressão do sistema pode gerar um vazamento, e sua solução pode ser bastante simples. Neste caso, o vazamento tende a ser pelo próprio respiro.

Outra possível razão para o vazamento de óleo pela caixa de marchas é algum defeito no atuador do carro, que pode ser resolvido em uma mecânica especializada. Neste caso, dependendo do nível do vazamento, o carro poderá ter problemas sérios na embreagem, por exemplo, e causar ainda mais transtornos ao motorista.

Uma colisão em qualquer veículo também pode resultar em vazamento de óleo pela caixa de câmbio. Para verificar qual é o problema, no entanto, a melhor opção é visitar um mecânico especializado de sua confiança. Muitas vezes é necessário desmontar a caixa de câmbio para encontrar o problema e solucionar o vazamento.

Prevenção

Para evitar gastos desnecessários e problemas com seu carro, o ideal é prevenir o vazamento excessivo do óleo da caixa de marchas revisando o nível do óleo periodicamente, efetivando uma manutenção preventiva para que o câmbio ou peças do câmbio não se desgastem desnecessariamente e quebrem.

O prazo de troca do óleo também deve ser respeitado, e costuma variar de veículo para veículo. Em média, a troca deve ocorrer a cada 50 mil quilômetros rodados ou três anos, evitando assim que o óleo perca sua viscosidade e, consequentemente, sua eficiência. Em caixas automáticas, a troca de óleo pode ser feita a cada 100 mil km.

Lembre: não se deve colocar mais óleo que o indicado, para que o excesso não aumente a pressão no sistema e gere vazamentos.

Vídeos

Vídeo do Dr. Macete, manutenção em um Celta:

Vazamento de óleo de caixa de marchas automática em um carro com mecânica VW (no caso, um Audi A3):

Vazamento de óleo em uma Ecosport 4×4. Vídeo de Clinicar Pisquila:


Calibragem dos Pneus – Qual a Importância e Principais Riscos


Confira aqui os principais riscos de se dirigir com o pneu descalibrado.

O fato de deixar de lado a calibração dos pneus do carro dentro do período correto pode trazer diversos problemas para o veículo. Por exemplo, um pneu que não é calibrado com periodicidade pode ter sua vida útil reduzida em quase que pela metade. Outro ponto é que pode ocasionar um aumento de cerca de 4% no consumo de combustível e isso de acordo com dados divulgados pela Continental.

Vamos analisar melhor essa situação usando como exemplo o Chevrolet Onix, que como bem sabemos foi o carro mais vendido no país no ano passado. Os pneus sem a calibração correta poderão fazer com que o dono do carro gaste R$ 10 a mais todos os meses e isso considerando o consumo médio do Onix com câmbio automático e sendo um motor 1.4 movido a etanol.

Mas a coisa toda não fica apenas nisso. Há riscos que ultrapassam os bolsos dos condutores de veículos. De acordo com Rafael Astolfi, atual gerente de assistência técnica da Continental, a calibragem incorreta é um perigo para o próprio carro e como consequência para quem estiver dentro dele.

Astolfi destaca que seria ideal mesmo é que os pneus fossem enchidos toda semana e, claro, respeitando a pressão que a montadora indica. Além disso, é bom procurar fazer a calibragem com os pneus ainda frios… procurar um posto perto de casa ajuda nisso.

Abaixo destacamos alguns riscos que uma calibragem incorreta dos pneus poderá causar ao carro e aos seus ocupantes. Confira:

– Desempenho pior na frenagem do veículo

O gerente da Continental destaca que a lateral do pneu é a parte que fica responsável por carregar a maioria da parte da carga do carro. Se caso houver excesso na calibragem a lateral pode ocasionalmente levantar demais e com isso o contato com o solo irá diminuir.

Junte-se a isso o fato do carro precisar de um maior espaço para a frenagem, já que os chamados ombros dos pneus, ou seja, suas laterais, não possuem um bom contato com o solo.

– Danos causados por impacto

Se a pressão estiver baixa nos pneus, os mesmos acabarão ficando mais vulneráveis a sofrerem danos em suas laterais causados por impacto. Um choque com o meio fio ou uma simples queda em um buraco já pode ser motivo para causar o dano.

– Pneu fora da roda

Isso é uma exceção de acordo com Astolfi, mas pode acontecer. É o que se chama detalonamento. Para ocorrer é preciso que existam certas variáveis de fatores. Por exemplo, além da pressão baixa, o veículo pode estar muito pesado e ter pela frente uma curva fechada.

Esses são apenas alguns simples exemplos que ilustram que passar periodicamente no posto para calibrar os pneus fará mais do que bem para o carro e para o condutor.

Por Denisson Soares


Dicas e Cuidados com a Embreagem do Carro


Confira aqui algumas dicas e cuidados que você deve ter com a embreagem de seu carro.

A embreagem é um dos pontos fundamentais para o bom funcionamento do carro e ela necessita de certos cuidados para que o desgaste da mesma não ocorra rapidamente. A função primordial da embreagem é no controle da transmissão do movimento do propulsor para o câmbio e isso vai facilitar o engate das marchas do veículo.

Quando a embreagem está com algum problema, o item começa a passar desconforto para o motorista e também passageiros. Outros componentes do carro também podem ser avariados caso a embreagem seja danificada.

Dicas de Cuidado com a Embreagem:

Pé no Pedal: Evite deixar o pé no pedal da embreagem, uma vez que esse ato pode afastar o platô do disco o que causará o lixamento do mesmo. Quando acontece o desgaste, o motorista vai verificar um superaquecimento do sistema.

Carro Engrenado Parado: Esse ato é outro que deve ser evitado. Quando o motorista para no sinal de trânsito, por exemplo, o correto é deixar o veículo em ponto morto, sem que seja acionado o pedal da embreagem.

Arrancar em Segunda Marcha: Isso não deve ser feito. Sempre arranque com a primeira marcha e depois na sequência as outras. Quando você reduz ou eleva a velocidade, a marcha deve ser trocada de maneira gradativa e sempre na ordem segundo as rotações do motor. Desta maneira, as peças da embreagem vão conseguir trabalhar de maneira suave.

Locais Inclinados: Quando o motorista se encontra em um plano inclinado, como é uma rampa, não é bom usar a embreagem e o acelerador para segurar o veículo. O freio de mão é que deve ser utilizado para esse tipo de função.

Sincronia no Soltar a Embreagem e Acelerar no Arranque: Esse fato é importante em termos de sincronia. Caso o motorista acelere muito e solta a embreagem pouco, pode ocorrer a queimada da embreagem, o que faz com que o automóvel não desenvolva e gaste mais combustível.

Curiosidade:

Você já deve ter visto um automóvel que só consegue dar partida com o pedal da embreagem acionado pelo motorista. Essa foi uma medida que as montadoras adotaram para dar mais segurança ao motorista e também melhorar a vida útil de alguns componentes do carro.

Muitos são os motoristas que tem esse hábito de deixar o carro engrenado e dar a partida sem acionar o pedal. Isso faz com que o veículo dê um tranco e pode até causar um acidente dependendo do local. 


Retífica do Motor – O Que é? Quando Fazer?


Confira aqui o que é a Retífica de Motor e quando é o momento certo para faze-la em seu carro.

O bom funcionamento de um carro depende dos cuidados que seus proprietários dispensam com eles, como uma boa manutenção. Ao ligar o carro, ele já começa a passar por fases e processos que ao longo de seu funcionamento, começa a gerar desgaste (eventualmente problemas) nas peças internas e como consequência uma menor eficiência do veículo. Por isso, alguns procedimento se tornam necessários conforme a idade do carro, como a retífica do motor.

O que é Retífica do Motor:

Com a idade do automóvel e sua alta quilometragem, é normal que o carro comece a ter uma redução no seu rendimento, além de gastar mais combustível e também óleo lubrificante. Uma grande maioria de proprietários de automóveis, quando isso acontece, opta pela troca do veículo. Alguns porque podem achar que o carro com um motor retificado pode não ficar bom como era, outros por desconhecerem o que é realmente uma retífica de motor, podem achar que se mexer no motor serão colocadas peças de segunda mão. Acontece que os serviços de retífica evoluíram bastante e atualmente contam com tecnologias capazes de deixar o motor do veículo tão bom quanto o novo.

A retífica vai trabalhar nas peças desgastadas do motor do carro, consertando-as. Pode ser feita parcial ou total, dependendo das condições nas quais o motor se encontra – isso será determinado pelo especialista, que realizará testes e avaliações . O importante é que o proprietário possa contar com bons profissionais, que sejam capazes de transformar as peças velhas em novas.

Quando fazer a Retífica do Motor:

Há como identificar possíveis sintomas de que o motor não está funcionando como deveria e que pode ter peças bastante desgastadas, sendo necessária uma retificação do motor. Alguns desses sintomas são: o alto consumo de combustível e óleo lubrificante; excesso de fumaça pelo escapamento; motor trabalhando com superaquecimento; baixa potência do carro e fortes barulhos vindos do motor.

Há outros casos em que também é preciso que se retifique o motor, nesses casos antes do tempo, daí a necessidade de cuidados e manutenção periódica, para evitar isso. Veja alguns deles: quebra da correia dentada, falta de óleo (ou mesmo óleo usado sempre no nível baixo) e também um hábito que muitos proprietários de veículos têm, que é o de manter o óleo velho por bastante tempo e ir apenas "completando o óleo" – é importante frisar que as trocas de óleo periódicas são muito importantes.

Por Lia Morale


Diferenças entre Motor a Diesel e a Gasolina


Hoje em dia é primordial saber diferenciar os desempenhos de motores e dos combustíveis que os movem, não somente porque é importante e fundamental sempre ter um conhecimento amplo das coisas que estão ao nosso redor, mas também na hora de comprar um veículo, para que não haja arrependimentos futuros em relação ao que busca o usuário em relação a sua aplicação, por essas razões, essa matéria visa esclarecer as principais diferenças entre motores movidos a óleo diesel e motores movidos a gasolina.

A diferenciação básica entre esses dois motores está na capacidade de gerar rotações dentro dos cilindros, ou seja, fazendo a comparação, o motor a gasolina é capaz de gerar até 6000 mil rotações em contrapartida o motor a óleo diesel é capaz de gerar até cinco mil, uma diferença de mil rotações.

Essa diferença de rotação se dá porque que o motor a óleo diesel possui uma taxa muita alta de compressão (em suma ele explode a mistura ar + combustível mais rápido), sendo que o motor a gasolina tem uma taxa de compressão menor, o que faz com que ele seja mais “fraco” em relação à força ao desempenhar a função da combustão, por isso, o motor movido a óleo diesel é utilizado em veículos e máquinas mais pesadas, como caminhões, barcos, trens, navios, compressores e bombas.

Por sua vez, o motor movido a gasolina consegue uma performance de velocidade melhor que o motor movido a diesel, isso o faz ser mais utilizado em veículos de pequeno porte, como carros de passeio e motocicletas, que requerem menos força e mais velocidade.

Outra importante diferença que deve ser gravada pelo leitor, é que o motor movido a diesel é mais econômico em relação ao motor movido a gasolina, pois a composição de hidrocarbonetos que constituem a gasolina são mais “leves” que aqueles que compõem o óleo diesel.

Por Rodrigo da Silva Monteiro


Embreagem – Como funciona o sistema em seu carro


Você que é um apaixonado por carro, você já parou para pensar como funciona o sistema de embreagem de seu carro? E qual a sua verdadeira função e importância dentro desse conglomerado de dispositivos que fazem com que seu carro percorra longas distâncias? Se a sua resposta é não, então leia esta matéria que irá esclarecer o verdadeiro funcionamento do sistema de embreagem de seu carro. 

Em suma, a embreagem é um dispositivo que possibilita a saída do veículo, ela é responsável em transmitir torque ao motor através de suas marchas e também de interromper a transmissão de força que existe entre a caixa de câmbio e o motor.

Além das funções acima citadas ela é um importante dispositivo de proteção do motor contra eventuais sobrecargas que possam ocorrer durante o trajeto de seu veículos e também muito importante no amortecimento de vibrações que ocorrem quando se está ocorrendo a transmissão de movimentos.

A sua composição é bem simples, ela é composta de um rolamento da embreagem, de um platô (que são a carcaça, a placa de pressão e a mola) e de um disco.

O seu funcionamento se dá da seguinte forma: quando se pisa no pedal da embreagem, o fluído hidráulico manda pressão ao embolo do servo da embreagem, quando isso ocorre a haste externa e o garfo de embreagem transmitem um acionamento ao mesmo tempo, fazendo com que haja uma compressão da mola o que ocasiona num acoplamento e desacoplamento do disco de embreagem com o volante que controla o motor.

E essa junção faz com que haja um corte de transmissão de torque para a caixa de câmbio por meio de um eixo piloto (que contém estrias de fixação para o disco se apoiando num rolamento que fica alojado num cubo no centro da embreagem).

Assim esses movimentos contínuos fazem com que o torque do motor seja alterado de acordo com a passagem de marchas, sendo que a embreagem nunca pára de girar, pois quando nós pisamos no pedal de embreagem o disco se desacopla da placa de pressão, mas ambos continuam girando, pois um (volante) está fixado no giro do motor e o outro (platô) também gira porque está fixado no volante.

 Por Rodrigo da Silva Monteiro


Como cuidar da pintura do carro para evitar a desvalorização?


Quem tem carro precisa cuidar da pintura para manter a boa aparência do veículo, evitando assim sua maior desvalorização. O que pode dificultar a venda ou a troca por um modelo mais novo. Confira algumas dicas para manter a pintura sempre nova.

Cuidado na escolha do lava – jato. Nesses tempos de escassez de água, o ideal é optar por lavagens ecológicas. O tempo é menor e as vantagens também, principalmente para quem possui consciência de que é preciso poupar este recurso. Se não tiver essa opção, verifique se o lavador começa o serviço pelo teto e não por baixo, dessa forma se gasta menos água e a sujeira de cima não desce para a parte inferior do veículo. O que poderá deixar o veículo sujo nesta parte.

Deixe – o veículo sempre debaixo da sombra, principalmente se ele for repintado. Isso porque as funilarias utilizam pintura com base em Poliuretano ao invés do Poliéster, empregado pelas montadoras. O PU não exige uma aplicação de verniz, tornando a pintura mais vulnerável a ação do sol. Nesses casos o ideal é a aplicação da cera.

Polimentos, cristalizações e outros procedimentos podem remover parte do verniz, devido a utilização de politrizes de alta rotação juntamente com a massas abrasivas. Esses procedimentos são indicados somente para pinturas com manchas e queimaduras do sol.

Evite utilizar capas protetoras de plástico, que aumentam a quantidade de poeira e de umidade. Opte por modelos forrados por dentro e que aumentam a ventilação em seu interior. Além disso, ela deve ser usada sempre limpa e seca. Sempre que surgirem amassados repare sempre que puder e não deixe que se acumulem, pois pode haver a necessidade de pintar todo o veículo.

Deixe o carro sempre longe de agentes que podem comprometer a pintura. Entre eles destacam-se a goteira de cimento, óleo de freio, sujeira de pássaros, querosene, tinta, marcas de demarcação de asfalto e outros. Com essas medidas ficará fácil manter a pintura sempre bem apresentável. 

Ana Rosa Martins Rocha


Confira Dicas para instalar bateria automotiva no seu veículo


A Bateria Automotiva é um dos itens mais significativos do seu veículo porque além de fornecer energia elétrica para ignição eletrônica, unidade de comando e para o motor de arranque ela tem também como função nutrir todo o sistema elétrico do automóvel quando o motor não está em funcionamento. É necessário ter algumas precauções quando do momento da instalação e seguir alguns procedimentos para evitar aborrecimentos como curtos, descarregamentos, entre outros dissabores causados por uma má substituição desse componente.

Para uma correta substituição da bateria siga alguns passos importantes recomendados pelo fabricante do veículo. Para isso consulte o manual fornecido pelo fabricante do veículo ou mesmo um catálogo fornecido pela marca da bateria que estão disponíveis nos postos de trocas.

Uma forma de constatar se a bateria está com um nível ideal de carga, ou seja, tensão acima de 12,3 Volts (V), como também se já está com a data limite vencida a partir do dia de aquisição. Para efetuar a troca é necessário que todos os componentes ( rádio, farois, luzes, setas, etc), estejam todos desligados antes de efetuar a troca.

Segundo técnicos do ramo de troca de bateria, em primeiro lugar desconecte primeiro o polo negativo e em seguida o polo positivo para em seguida retirar  bateria. Já para o procedimento de instalação da nova bateria você deve conectar o cabo positivo primeiro e verificar se está bem apertado para depois conectar o cabo negativo. Ressalte-se que conexão dos polos quando feito de maneira incorreta pode acarretar vários riscos ao sistema elétrico do carro.

É importante constatar que os terminais dos cabos e os polos da bateria estão em bom estado, porque a limpeza dos polos e dos terminais é fundamental para haver bom um contato. Não se deve passar nenhum produto químico com graxa, óleo ou combustíveis para limpeza dos terminais.

O controle de qualidade deve ser realizado antes de colocar a bateria em funcionamento para evitar que algum parafuso, chave de fenda ou porcas esquecido ao lado da bateria para evitar que esses objetos perfurem a caixa da bateria. Bem como observar se ela ficou bem fixada

Certifique-se após instalar a bateria se o alternador, gerador, motor de partida estão em perfeitas condições de funcionamento e se não há perda de corrente que irão ocasionar um desgaste prematuro da bateria.

Por Alexandre de Sá


Sistema de Arrefecimento – Como diagnosticar um problema no carro?


Vários condutores de veículos quatro rodas já tiveram experiência de parar o veículo em algum lugar e notar uma fumaça do capô se manifestar, fazendo com que a luz que marca a temperatura do líquido de arrefecimento se acenda. Outro problema que acontece é o motorista estar dirigindo por uma estrada em um dia de temperatura mais fria e notar que o veículo está consumindo mais combustível, além de o aquecedor não funcionar.

Situações como as supracitadas são sintomas que o arrefecimento do veículo está inoperante e/ou ineficiente. Mas como ter certeza que o problema é mesmo esse? A resposta é que não é preciso ser mecânico para diagnosticar a incômoda situação, bastando apenas uns 50 minutos de trabalho para constatar a irregularidade e fazer uma verificação.

Num primeiro momento, é importante perceber quando o carro exige o trabalho em alta temperatura, já que isso pode ser em virtude de falhas em variados componentes do sistema de arrefecimento; outra medida é observar se há vazamentos, conferindo se o líquido de arrefecimento está no nível correto, além, é claro, da conferência da temepratura operacional.

Geralmente, quando se tem vazamentos nesse sistema, os problemas estão nas magueiras sque fazem o elo entre os componentes, tendo uma magueira inferior e outra superior ao motor, mais duas mangueiras do aquecedor; o vazamento também pode ser constatado se observando o exterior do radiador e os anéis e/ou braçadeiras que prendem as mangueiras.

Outra medida é, após o carro tiver esfriado, remover a tampa do radiador e conferir o funcionamento do termostato, que se estiver em pleno funcionamento permitirá que se veja o fluxo do líquido, mas caso esteja com problemas estará travado e será necessário que seja feita a substituição.

Lembrando que as medidas acim são manutenção e verificação em primeiro escalão, ou seja, caso seja algo mais complexo é indispensável a análise por um profissional competente, que analisará os demais componentes do sistema, como funcionamento correto das ventoinhas ou até mesmo um radiador obstruído.

Vinícius Cunha