Fenabrave – Emplacamentos têm crescimento de 5,64% no 1° quadrimestre de 2011


Os dados do segmento de veículos automotores de 2010 começam a ser esquecidos pelos consumidores e montadoras, pois nos dias atuais o país enfrenta um ambiente um pouco diferente. No último bimestre do ano passado, o Banco Central (BC) adotou medidas de restrição ao crédito e iniciou, pouco depois, o ciclo de alta da Selic, a taxa básica de juros da economia.

Apesar desse novo contexto, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) registrou expansão de 5,64% nos emplacamentos de todo o segmento (automóveis, comerciais leves, motos, ônibus, caminhões, implementos rodoviários, entre outros) no primeiro quadrimestre deste ano em detrimento ao período igual de um ano antes, para 1.742.375 unidades.

No confronto mensal de abril contra março, porém, os dados do setor mostraram-se negativos. Nessa base, a queda chegou a 6,66%, resultado que segundo Sergio Reze, presidente da federação, deve-se ao menor número de dias úteis e à contenção da demanda em função das iniciativas encabeçadas pelo governo. Mesmo assim, acredita que essa situação foi positiva tanto ao segmento como à economia.

As projeções de vendas para 2011 não foram revistas pela Fenabrave. De acordo com a última perspectiva, o setor espera vendas 5,2% em maior número se considerados todos os segmentos e 4,2% apenas delimitados automóveis e comerciais leves.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Vendas de Carros – Crescimento para 2011 no Brasil


A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) está prevendo uma expansão de 5,2% para as vendas de veículos no Brasil em 2011, em relação aos números de 2010. Se isto se confirmar, serão 3,63 milhões de unidades comercializadas.

De acordo com a associação que representa as montadoras no Brasil, os motivos para se acreditar em tal expansão são o crescimento da economia e a farta oferta de crédito no país, que tem feito com que, a cada ano, novos recordes de vendas sejam batidos.

Em contrapartida, a produção de veículos deve ter um ritmo menor. O crescimento, que em 2010 foi de 14,4%, deve ser de apenas 1,1% em 2011. Isso se explica por uma possível queda nas exportações, que devem ser de 730 mil unidades no próximo ano, contra as 780 mil de 2010. A Anfavea também divulgou que, com relação à receita, as exportações devem aumentar em 2,3%, atingindo R$ 13,1 bilhões.  

Por André Gonçalves

Fonte: Yahoo Finanças


Aumenta produção de automóveis mesmo sem IPI reduzido


O Brasil tem conseguido consolidar algumas tendências iniciadas após a adoção de medidas de curto prazo, tais como a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a vários setores, entre eles o de veículos automotores. Após o término do benefício ao final de março passado, com arrefecimento já aguardado, o segmento começou a apresentar, novamente, bons números.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) relacionou no início desta semana que as montadoras vigentes no país confeccionaram quase 316 mil veículos em julho, alta de 3,2% em comparação a junho e ascensão de 12% em confronto anual. De janeiro de 2010 até o mês base deste artigo, a produção de carros chegou à marca de 2,07 milhões de unidades, salto de 18,3% ante o período igual de 2009.

Na mesma linha de crescimento, de acordo com a agência de notícias Reuters, a comercialização de veículos, comerciais leves, ônibus e caminhões no mês de julho atingiu números superiores a 302 mil unidades, dilatação de 15,1% ante junho e elevação de 5,9% no confronto anual.

A montadora que melhor colaborou para o crescimento nas vendas foi a Fiat, seguida pela Ford e pela Volkswagen, repetindo uma convergência de meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Venda de carros em julho supera números de junho


Adquirir veículo próprio, novo ou seminovo foi melhor viabilizado à grande parcela da população brasileira, há poucos meses exatamente antes de 1º de abril, data mais conhecida por ser “comemorado”, por assim dizer, o Dia da Mentira. Embora o fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nessa ocasião não seja uma mentirinha qualquer, ao final do primeiro trimestre de 2010 o segmento obteve altas nas vendas.

Desde a situação acima descrita, o setor de veículos automotores começou a sentir baixas na comercialização de utilitários. Entretanto, em julho passado as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 15% em confronto a junho, o melhor índice, portanto, para esse mês.

Em comparação a julho do ano passado, conforme relacionado pela agência de notícias Reuters, a comercialização ascendeu 4%, para mais de 285 mil unidades. A montadora Fiat continua na liderança ante às demais marcas, com 70 mil automóveis e comerciais leves vendidos, ou seja, mais de 24,5% de todo o mercado. A Volkswagen, por sua vez, angariou 21% do total.

Com toda essa abrangência do setor é possível, portanto, que o aquecimento seja mantido graças às promoções agenciadas pelas concessionárias, juntamente ao maior acesso ao crédito e formas de financiamento de inúmeros meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei