Tipos de cintos de segurança


Há cintos de segurança de 2, 3, 4, 5 e 6 pontos.

O cinto de segurança veicular é um componente indispensável e obrigatório nos automóveis de uma forma geral. Seu uso é simples e sua ação consiste em reter o corpo preso por ele em situações de colisão de qualquer natureza. Prioritariamente, sua função é a de proteger os ocupantes do veículo, de modo a diminuir as consequências causadas pelos acidentes, ou até mesmo evitá-los. O item de segurança considerado como um equipamento de ação passiva, impede, via de regra, que o ocupante se choque contra o volante, o painel o para-brisa do carro em caso de acidente, ou que até mesmo seja lançado para fora do veículo ou que projete seu corpo para cima de outro ocupante, por exemplo.

Estatísticas internacionais de segurança no trânsito comprovam e revelam que o uso do cinto de segurança reduz em até trinta por cento a quantidade de vítimas fatais em casos de acidentes. No caso de sequelas significativas de mesma procedência, como é o caso de vítimas que sobrevivem aos acidentes, mas com traumatismos e perda de visão, a redução alcança sessenta por cento.

Mas, quais são os tipos de cintos de segurança existentes? Há diferença entre eles? A saber: o cinto de segurança com dois pontos, por exemplo, já se encontrava nos bancos traseiros e dianteiros dos carros populares dos anos 80. Sua função é a de proteger a cintura, de modo que o corpo se mova apenas para frente em caso de colisões ou na ocasião de freadas mais bruscas. Todavia, o cinto de dois pontos tem os seus “poréns”: podem causar a chamada “síndrome dos cintos de segurança” que remete à possibilidade de problemas sérios nas vértebras lombares e estudos atuais o consideram como antiquados e inviáveis.

O que nos leva à evolução do modelo para o cinto de segurança de três pontos, de modo que, nos Estados Unidos, desde o ano de 2007, os carros que são vendidos têm o cinto de segurança como item obrigatório de proteção em sua composição. O cinto de segurança de três pontos são três arranjos em formato de Y que protegem o corpo em movimento nas regiões do tórax, da pélvis e dos ombros.

O caso dos cintos de segurança de quatro, cinco e seis pontos também existem. Os de cinco pontos são mais encontrados em assentos para crianças e em carros de corrida. Consiste em sobrepor a correia entre as pernas e proteger duplamente os ombros do usuário. O cinto de quatro pontos é parecido, mas não tem a tira entre as pernas, diferente do de seis pontos que conta com dois cintos na mesma região.

Por Flávia Alves Figueirêdo Souza

Cinto de segurança


Cinto de três pontos e encosto de cabeça serão itens obrigatórios em 2020


O cinto de segurança de três pontos, retráteis e encosto de cabeça para todos os passageiros dos veículos automotores produzidos no Brasil. Estes agora também serão itens de segurança obrigatórios instalados na frota dos carros novos do país. Mas isto, somente a partir de 2020. É o que determina a Resolução 518 do Contran – Conselho Nacional de Trânsito, que foi publicada no último dia 02 de fevereiro.

De acordo com as regras estabelecidas na Resolução 518, uma reivindicação antiga da sociedade e que já foi alvo de vários estudos passa a valer. Agora, as montadoras de automóveis do país serão obrigadas a instalarem o encosto de cabeça e o cinto de segurança de três pontos também para o ocupante do acento central, do banco de trás dos veículos novos. Além disto, os cintos de segurança passarão a ser retráteis para todos os ocupantes do banco traseiro, o que irá proporcionar maior facilidade na hora da regulagem, mais segurança e mais conforto para os passageiros. Já a instalação do apoio de cabeça será feita com o objetivo de proteger o pescoço e a coluna cervical dos passageiros em caso de colisão na parte traseira dos veículos.

Outro assunto abordado na Resolução 518 do Contran, é a exigência da instalação dos dispositivos de fixação das cadeirinhas para transporte de crianças no banco traseiro dos carros, o Isofix ou o Latch. Mas apesar desta exigência, quem irá escolher qual dos dois sistemas será utilizado serão as próprias montadoras, que ainda poderão escolher se irão instalar o sistema em um ou mais assentos do banco traseiro, já que a resolução estabelece que em pelo menos um ponto do assento, o dispositivo seja instalado.

O sistema de ancoragem Isofix já é utilizado nos carros fabricados na Europa e o sistema Latch é utilizado nos Estados Unidos. Os dois são de fácil fixação no banco traseiro e bem mais seguros do que a forma utilizada hoje pelos brasileiros, que prendem a cadeirinha com o cinto de segurança. Com este novo sistema, a cadeirinha passa a ficar presa na carroceria do carro, protegendo a criança de possíveis choques.

Carros esportivos e conversíveis não se enquadram nas novas regras do Contran, assim como os caminhões, caminhonetes e motorhomes que poderão ter o cinto de segurança subabdominal no banco dianteiro intermediário. Já em relação aos bancos traseiros destes veículos, não será obrigatório o uso do cinto de três pontos.

A indústria automotiva terá prazo até 2018 para se enquadrar nesta nova Resolução do Contran, que passa a valer para os novos projetos de veículos que serão fabricados no país. Já em 2020, o cumprimento desta resolução passa a ser obrigatório para toda a frota de carros novos, nacionais e importados.

 André F.C.


Carros deverão ter somente cintos de segurança de 3 pontos a partir de 2020


A segurança sempre foi um dos primeiros fatores para o consumidor adquirir um veículo. Um carro elegante, potente, mas inseguro pode ser facilmente esquecido na hora de uma compra.

Para deixar os automóveis nacionais ainda mais seguros, a partir de 2020 todos os carros zero quilômetro deverão ter apenas cintos de segurança de 3 pontos, e não mais os abdominais, para os ocupantes. A resolução foi anunciada pelo DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) nesta segunda-feira (02/02).  

Além da obrigatoriedade dos cintos de 3 pontos as montadoras também deverão incluir apoio de cabeça em todos os assentos. Antes de 2020, a partir de 2 de fevereiro de 2018, modelos inéditos de carros já deverão sair apenas com esse tipo de cinto e com apoios de cabeça em todos os bancos.

A lei atual obriga o cinto de 3 pontos para passageiros da frente e os laterais do banco de trás. Poucos modelos de carros utilizam este tipo de cinto no assento central traseiro, onde a maioria das montadoras ainda utiliza o cinto abdominal. O mesmo acontece nos apoios de cabeça.  

A medida deve trazer maior segurança para os passageiros de trafegam no banco central, pois terão a mesma segurança que os demais integrantes do carro. O prazo é consideravelmente grande e deve dar tempo suficiente para que todas as montadoras que atuam no mercado brasileiro se adequem a medida.   Além do tipo de ancoragem, também será obrigatória a adoção de, pelo menos, um ponto de fixação Isofix ou Latch nos bancos traseiros, para carros, camionetes ou utilitários. Já nos automóveis de modelo esportivo de duas portas ou conversível, se não houver capacidade de fixação no banco traseiro, o ponto de ancoragem deverá ser no assento dianteiro do lado do passageiro.  

Vale lembrar que as normas do DENATRAN que entrarão em vigor a partir de 2020 valem para todas as fabricantes e modelos de carros.

Por William Nascimento

Cinto de seguran?a

Foto: Divulgação


Ford anunciou sua nova tecnologia de cinto de segurança inflável


Recentemente a Ford anunciou na imprensa que decidiu licenciar a sua tecnologia desenvolvida para o cinto de segurança inflável. Com isso, qualquer outra empresa que quiser (o que inclui nessa categoria suas concorrentes do setor automotivo) poderão usar a nova tecnologia.

De acordo com as informações divulgadas pela própria montadora, essa atitude tem como principal objetivo impulsionar a adoção do sistema que, de fato, contribui para que a segurança dos passageiros nos automóveis seja melhorada. Isso porque a tecnologia usada no cinto reduz as possíveis lesões que possam ser causadas pelo mesmo no caso da ocorrência de alguma colisão.

Conforme a Ford, os cintos infláveis licenciados pela montadora, têm o mesmo funcionamento dos cintos convencionais. A diferença fica na vantagem de que o dispositivo se abre tanto no tronco quanto no ombro dos passageiros, o que ajuda na distribuição das forças de impacto em uma área que poderá chegar até ser cinco vezes maior do que a distribuição dos cintos comuns.

Com a distribuição da pressão em uma área relativamente maior induz a uma redução do impacto sobre o peito. Outro ponto é que a tecnologia também ajuda no controle dos movimentos da cabeça e do pescoço.

No momento atual, o dispositivo está sendo disponibilizado para os passageiros laterais dos bancos de trás, porém, por enquanto, apenas nos modelos Fusion, Ford Explorer, Flex e também na picape F-150 bem como nos modelos Lincoln MKT e MKZ.

Outro detalhe é que a tecnologia também poderá ser usada em outros tipos de meios de transporte tais como barcos, aviões, helicópteros e até mesmo em uso militar. Além do cinto inflável a companhia também colocou a disposição de interessados o licenciamento de algumas outras tecnologias patenteadas. Como exemplo temos o sistema anticapotamento, o sistema de aviso do uso do cinto de segurança e também o de alerta de nível de atenção do motorista.

Se você quiser conhecer mais sobre essa tecnologia confira o vídeo divulgado pela montadora abaixo:

Por Denisson Soares


Ford Explorer – Novo modelo traz cinto de segurança com airbag no banco traseiro


Airbag no banco traseiroCom sua inauguração no ano de 2011, a geração renovada do modelo SUV Explorer ganhou recentemente um novo elemento. O carro, agora, apresenta cinto de segurança do banco de trás com sistema de airbag. Conceito da Ford, essa tecnologia está começando a ser disseminada nos veículos da empresa.

Este tipo de cinto já se faz presente nos modelos Flex e Taurus, além de ter acabado de chegar à gama do ano de 2014 referente ao Fusion comercializado nos EUA.

De acordo com a explicação da empresa, o novo elemento minimiza impactos na região do pescoço e da cabeça, fora a prevenção de possíveis ferimentos no tórax do passageiro que fica no banco traseiro. A tecnologia visa proteger a saúde de idosos e crianças.

Srinivasan Sundararajan, que é o Líder Técnico de Segurança do departamento de Engenharia e Pesquisa  Avançada da marca, afirma que a tecnologia do dispositivo tem a função de um cinto de segurança tradicional para situações corriqueiras, mas, em caso de acidente iminente, são acionados sensores que inflam o airbag automaticamente por meio de um gás comprimido, dessa forma protegendo o passageiro.

Por Marcelo Araújo


Airbag e Cinto de Segurança – Funcionalidade em conjunto


Um airbag de um veículo ao ser ativado leva 30 milésimos de segundo para inflar, numa velocidade de 300k/h. Mas, não é qualquer colisão que vai acionar o dispositivo. Isto vai depender de como ocorre a desaceleração do veículo no momento do impacto, além da densidade dos objetos e demais veículos envolvidos na colisão.

O airbag na verdade funciona como um complemento do cinto de segurança, e sua ativação também depende do ângulo de colisão. Muitas vezes, apenas o cinto de segurança já é suficiente, por isto o airbag não é acionado pelo veículo.

E é importante que os ocupantes do automóvel não deixem de usar o cinto de segurança, por acharem que apenas o airbag irá protegê-los. Na verdade, isto irá aumentar a gravidade do acidente, visto que o sistema das bolsas de proteção tem a proporção de sua abertura calculada levando em conta a proteção oferecida pelo cinto.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


Aniversário de 50 anos do cinto de segurança de três pontos


A inovação criada pelo engenheiro Nils Bohlin – o cinto de segurança de três pontos – completa 50 anos de existência. Graças à criação do engenheiro da Volvo, muitas vidas são salvas até hoje em acidentes de transito.

Estima-se que o cinto de segurança de três pontos seja responsável por diminuir  nada menos que menos 45% o risco de morte em acidentes. E com tanta importância que o cinto de três pontos tem e a segurança que proporciona, foi decidido pela Volvo que, há cinquenta anos quando produzido, o uso do instrumento fosse liberado para qualquer montadora pois tornara-se equipamento obrigatório nos carros.

Apesar de ser de uso obrigatório, muitos motoristas costumam negligenciar o cinto de segurança. Mas desta forma estão privando-se de um artifício para assegurar a sua vida e integridade física durante  o deslocamento com seus veículos. Criado em 1959, o cinto de segurança de três pontos completa aniversário de 50 anos.