Confira aqui como funciona e as principais vantagens e desvantagens do Leasing, CDC e Consórcio.

Um financiamento, seja ele para carro, imóvel ou qualquer outra coisa, exige muita atenção para "não meter os pés pelas mãos".

Comprar à vista é uma ótima oportunidade para economizar um dinheiro, mas e se estiver difícil para juntar? Um financiamento ajuda! Principalmente se, como se diz por aí, está com o "nome limpo". Este termo muito usado se refere ao fato de não estar devendo e ter o nome constando como devedor no SPC/Serasa. Nesta categoria se enquadra estar sendo protestado, ter cheques sem fundos, ações judiciais, participação em empresa falida e até outros tipos de dívidas.

Algo muito importante que se deve ter em mente quando for procurar um financiamento é que a quantidade de parcelas determina o quanto você vai pagar a mais em juros, ou seja, comprando algo em 12 vezes, por exemplo, a quantidade de juros será menor do que comprar o mesmo produto em 24 vezes. Neste exemplo, o valor da parcela fica maior quando dividido em menos parcelas e o valor da parcela menor quando dividido em mais parcelas, mas o juros pago sempre é maior quando o financiamento é mais "prolongado".

Uma outra coisa que pode influenciar bastante no valor final do financiamento é o valor pago de entrada. Quanto maior o valor de entrada, menor o valor para financiar em prestações, consequentemente, menos juros será pago.

Os tipos de financiamento podem variar com o produto que está sendo comercializado e uma boa pesquisa de mercado deve ser feita para ver qual a melhor opção. Usando o exemplo de compra de carro, o chamado "leasing" pode ser uma boa opção. Neste caso o veículo fica no nome do banco até o fim do pagamento e após este término, o cliente pode optar em devolver a compra. As desvantagem são os juros, que são um pouco maiores do que em um financiamento convencional e também o fato de que o bem não pode ser vendido até a sua quitação.

O consócio é uma maneira de financiar e não ter pressa de ter aquele bem, pois só é entregue ao final do pagamento da última parcela ou através de um lance, onde a quitação da dívida ocorre.

Por fim, o CDC, que significa crédito direto ao consumidor, é o mais encontrado em bancos, lojas e comércios em geral. Neste caso, o bem adquirido, seja carro, casa ou apartamento, é entregue logo após a finalização da negociação.

Lembre-se, pesquisar as menores taxas de juros e a confiabilidade da instituição serão sempre o melhor caminho para uma compra tranquila.

Por: Fernando Dias


As iniciativas para frear a alta da inflação começaram no final de 2010, quando o Banco Central (BC) decidiu adotar medidas de restrição ao crédito. Inicialmente, aconteceram temeridades em vários segmentos que, sem saída, passaram a acreditar em outros mecanismos para atrair o interesse dos consumidores. Um dos mais afetados, por sinal, foi o ramo de veículos automotores, embora os balanços de 2011 pouco apresentem pontos negativos.
Dados divulgados pela Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras (Anef) assinalam que ocorreu incremento de 6,4% na venda de carros por meio do Crédito Direto ao Consumidor (CDC) no 1º trimestre do ano em comparação ao período igual de 2010. O índice do Leasing, diferentemente, contraiu decréscimo de 9,8% na mesma base comparativa.
O saldo total das carteiras de financiamento atingiu R$ 190,4 bilhões entre janeiro e março, alta de 17,3%, ou R$ 28,1 bilhões, sobre o período análogo de um ano atrás. A associação aponta que o progresso mitigado das operações reflete justamente as medidas abraçadas pelo BC. Nos próximos meses é bem provável que os resultados sejam mais sentidos, segundo Décio Carbonari de Almeida, presidente da Anef.
A entidade assinala que a taxa média de juros emplacada por suas associadas aumentaram brevemente no 1º trimestre, de 1,40% para 1,57%, ou 20,56% ao ano.
Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa





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