Quinze minutos de fama: os carros que, depois do sucesso, foram esquecidos


Parece que os famosos “cinco minutos de fama” serve também para as celebridades do mundo automobilístico. Afinal, se você forçar um pouquinho sua mente, com certeza conseguirá trazer a memória alguns carros que fizeram grande sucesso em seu lançamento e que prometiam trazer ao longo dos anos muitas novas versões, mas que em pouco tempo perderam o brilho dos holofotes sobre sim.

Mas se você, mesmo pensando, ainda não conseguiu relembrar alguns desses casos, não se preocupe, essa é mais uma prova de que o que citamos acima é de fato verídico; alguns modelos de carros simplesmente caíram no esquecimento.

Abaixo listamos quatro exemplos de carros que pareciam ser uma promessa das montadoras, mas que hoje embora ainda bastante vistos nas ruas, não causam no público o mesmo impacto de seu lançamento.

Veloster – Hyundai: Lançado em 2011, este carro foi considerado por muitos que se dizem apaixonados por carros como o melhor lançamento do ano. O carro com três portas, embora em um primeiro momento tenha causado estranheza no público, logo , logo ele atingiu o status máximo de aceitação e conseguiu inclusive atingir o status de carro-desejo e  a montadora conseguiu vender logo nos primeiros meses 3 mil unidades do modelo, sendo que era necessário até mesmo inclusão de nome em lista de espera.

Mas logo o frisson acabou quando os compradores constaram que o motor do carro não era algo tão eficiente e  consecutivamente seu numero de venda caiu.

Stilo – Fiat: Lançado pela Fiat em 2002, o Stilo foi desenvolvido para competir diretamente com o Volkswagen Golf, o grande comentário em torno do automóvel eram seus oito airbags como opcionais, nunca visto antes. O alto preço do automóvel foi o motivo para que não atingisse maior público na época.

Vectra – Chevrolet: Lançado em 1997 este modelo teve destaque por possuir muitos itens de série, entre eles: toca fitas com antena elétrica, rádio e até mesmo computador de bordo, uma inovação para época. Sua decadência se deu em virtude das melhorias encontradas em seus rivais, como o Toyota Corolla e Honda Civic.

Soul – Kia: O design deste carro é seu maior destaque, e seu estilo quadrado lhe garantiu o conceito de "carro design" e suas vendas surpreenderam, pois logo na segunda semana de sua chegada às concessionárias já não havia mais modelos para que se adquirir, sendo necessário incluir o nome em uma lista de espera. A queda de venda ocorreu em virtude do aumento do IPI que elevou o preço do Soul em quase R$ 10 mil.

Por Jaime Pargan

Foto: divulgação


Denatran liberou a suspensão regulável para carros rebaixados


Não faz muito tempo, afinal foi no fim do último mês, que o Departamento Nacional de Trânsito – Denatran –  decidiu liberar a modificação (que já era usada por alguns espertinhos de plantão) que visa alterar a suspensão dos carros. Até a suspensão chamada de regulável foi liberada. Até o Danatran liberar  para o consumidor a mudança, quem quisesse ter tal recurso precisaria adquirir um modelo que já o possuísse de fábrica.

A alteração que tem como objetivo rebaixar o veículo já se tornou meio que popular nos últimos tempos com a visibilidade cada vez maior alcançada pelo tuning. Entretanto, era apenas permitida a utilização da suspensão fixa. Ou seja, alteração nas molas e amortecedores. A título de curiosidade no mês de agosto do ano passado até mesmo esse fator tinha sido revogado pelo Denatran, mesmo que em caráter de temporalidade.

Nesse entre meio, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), decidiu criar um grupo de trabalho com o objetivo de desenvolver e definir maiores detalhes sobre os temas relativos a legalização. Para esse trabalho foram reunidas empresas do setor bem como entidades de diversas outras áreas. As novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União no fim do mês de março. As regras estabelecidas tiveram como base a resolução de número 479.

Então? O que se tornou aceito?

De acordo com as novas regras tanto a suspensão fixa que já vinham de costume de fábrica quanto a regulável, que é aquela que permite que se controle a altura do veículo estão liberadas.

Mas nem tudo é permitido. O Denatran, a exemplo disso, definiu como altura mínima na relação carro-solo de 10 centímetros. A medida é feita levando-se em consideração a parte mais baixa do veículo. Outro detalhe importante, é que o conjunto de rodas e também de pneus  não poderá tocar em parte alguma do veículo na hora de fazer o esterçamento.

Harley Bueno, diretor da Associação Nacional de Organismos de Inspeção (Angis), comentou a respeito do assunto que isso é mais por questão de segurança. De acordo com o diretor da associação que agrupa diversas empresas que vistoriam veículos alterados “se um veículo não consegue ser totalmente esterçado, numa curva, por exemplo, ou precisa entrar de lado para passar em uma lombada, tem que ser barrado". Vale ressaltar que a modificação mais vistoriada por essas empresas é exatamente o rebaixamento.

Por Denisson Soares

Carros rebaixados

Foto: Divulgação