Algumas dúvidas por consumidores de automóveis surgem referentes às diferenças que os carros manuais e automáticos desempenham, e o motivo pelo qual o carro que é especificamente definido por marchas manuais pode “morrer”, e aquele intitulado como automático não tem essa probabilidade.

Concernente a informações emitidas por especialistas que compreendem a função que cada carro pode desempenhar integrando diretamente os problemas, é mencionado o fato de que essa atuação se desenvolve pelo descompasso que é efetuado entre a faixa de rotação do motor e a marcha escolhida para o tipo de velocidade correspondente ao momento executado em percurso.

Os dois sistemas que são mencionados e colaboram para que tal atuação seja desempenhada e provoque a parada instantânea do carro, estabelecem uma relação através da embreagem, que é regida através do pé do motorista e coopera primordialmente para o ótimo desempenho do carro. Para que o mesmo consiga estabelecer um desenvolvimento contínuo na pista, é indispensável que o trajeto não apresente alterações que podem resultar em frustração ao motorista.

Os carros manuais necessitam imprescindivelmente de um indivíduo que realize as funções corretas para que o veículo ande, e possibilite um desenvolvimento normal. Sendo assim, é natural que ocorra falha humana durante a ativação da embreagem e aceleração, que podem ser efetuadas de maneira descoordenada, provocando eventualmente o desencaixe das engrenagens que interligam o motor e o câmbio.

As transmissões que se referem a automáticas, não precisam de embreagem e a preocupação a sua ativação, dispensando a atuação humana. A afinidade entre o motor e o câmbio é designada pelo conversor de torque e sensores eletrônicos, que operam as diversificações necessárias de maneira mais precisa, respondendo a cada requisição do acelerador.

Os engates que são correspondentes às marchas que fornecem comandos para a atuação de desempenho do carro, são realizados em sincronia de acordo com a faixa de rotação do motor, impedindo erros que levem o motor a parar de funcionar. 

Por Lorena de Oliveira

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