Saiba aqui como funciona e como dirigir carros com câmbio automático.

Seguindo uma forte tendência de outros países, tem se popularizado cada vez mais no Brasil os carros com a opção de câmbio automático. Na hora da compra de um novo veículo, portanto, vale levar em conta essa transmissão.

Porém, é preciso ressaltar que, para aqueles que ainda não estão familiarizados com o seu uso, é necessário explicar algumas coisas importantes na hora de dirigir um automático. Isso porque há algumas particularidades fundamentais não encontradas em carros convencionais. Vamos a elas.

Posições do câmbio: aprenda!

Independente da marca do carro que você for comprar, sempre será possível encontrar, pelo menos, algumas posições similares no câmbio automático. Sendo assim, em primeiro lugar, a letra “P” representa a posição que deve ser utilizada sempre que o carro estiver parado, travando o câmbio e impedindo que seja feita uma movimentação no veículo.

Já a letra “N” representa o estado neutro. Ou seja, assim como ocorre em um carro manual, essa posição é aquela em que não está engatada nenhuma marcha.

A letra “R” é utilizada, ainda, para engatar a marcha ré. E a “D” vem do significado em inglês de “Drive”, que em português quer dizer “dirigir”. É nessa posição que o carro irá se movimentar, realizando todas as trocas de marchas sozinho, sem a necessidade da embreagem.

Somente acelere realmente o veículo quando a opção “D” estiver engatada. Isso porque as arrancadas em câmbio “N”, por exemplo, podem prejudicar o conversor de torque ou, até mesmo, o kit de embreagens.

Carro sem embreagem?

Sim, não há embreagem no carro com câmbio automático. Sendo assim, um dos erros mais comuns que são cometidos para quem utiliza essa modalidade é de pisar no freio com o pé esquerdo, por força do hábito.

Uma vez acostumado à embreagem, é visível a quantidade de freadas um tanto bruscas que são acionados por condutores inexperientes com veículos automáticos. Sendo assim, nesse tipo de carro, esqueça que você tem a perna esquerda e utilize somente a sua direita, tanto para acelerar como para frear.

Creeping: o que é?

O fenômeno chamado de “creeping” precisa de especial atenção. Isso acontece quando o automóvel automático está em posição “D” e logo que o motorista tira o seu pé do modo de aceleração.

Feito isso, em veículos automáticos, mesmo sem que o condutor acelere, o carro anda lentamente e sozinho para frente. Portanto, vale ficar ligado para que, com isso, não ocorram pequenos acidentes e batidas indesejadas.

Use freio de mão

Apesar de ser utilizado como uma trava para o câmbio, a posição “P” deve ser utilizada sempre aliada com o freio de mão, para que a trava mecânica não seja prejudicada. Isso porque ela não foi produzida para segurar todo o peso do veículo, precisando do freio de mão para a sustentação.

Quando o motorista parar em uma ladeira, o ideal é que ele puxe o freio de mão e coloque o câmbio rapidamente em “N”, soltando o pedal do freio. Após, é só esperar que o automóvel pare completamente utilizando o freio de mão e, somente então, colocar em “P”.

Nunca, em hipótese alguma, é aconselhado engatar a ré ou o ponto “P” quando se estiver em movimento. Isso pode acarretar na quebra do elemento que acaba fazendo a ligação entre o câmbio e o motor.

E o modo manual?

Em alguns câmbios automáticos está disponível a seleção manual das marchas, ficando a critério do condutor a escolha e hora da troca da marcha. Essa opção é excelente em ultrapassagens, por exemplo, bastando que se acione o botão ou a borboleta para efetuar a troca instantânea.

É importante ressaltar que em diversos modelos, logo que o motorista faz a troca manual de marchas, a transmissão acaba voltando sozinha para a seleção de modo automático após alguns segundos. Em modelos que utilizam as borboletas, há a opção de segurar o botão “+”, voltando assim ao modo normal.

Outras opções dos câmbios

Além das posições já mencionadas anteriormente, alguns câmbios possuem outras posições, numeradas essas perto da alavanca. Então, se existe uma numeração que vai até o 3, por exemplo, isso significa que o câmbio permite a limitação até aquela determinada marcha. Sendo assim, 1 é a primeira marcha, 2 a segunda e 3 a terceira.

Em câmbios CVT ou nas transmissões automáticas e sem a opção de modo manual, é possível visualizar as posições S ou L. A primeiro é para o modo esportivo, que dá prioridade máxima ao desempenho do carro. Já o “L” é de “low”, que prioriza sua força e que pode ser bastante utilizado em caso de sobrepeso de cargas, por exemplo.

Tanto uma como a outra podem ser utilizados para a obtenção de mais freio motor, em descidas longas, por exemplo.

Kellen Kunz


Existem no mercado os seguintes tipos de câmbio: manual, automatizado, automatizado de dupla embreagem, automático e CVT.

O carro sempre mexeu com imaginário dos seres humanos. Desde sua invenção, até os dias de hoje, ele tem sido peça fundamental no cotidiano da humanidade.

Independente de ser um produto capaz de aumentar o status ou fundamental para o trabalho, a verdade é que ele está ali, fazendo parte do dia a dia da sociedade. A evolução do carro tem sido cada vez mais fantástica. Todos os anos são lançados novos modelos no mercado. Uns mais velozes, outros mais lentos; uns mais luxuosos, outros bem modestos. Enfim, existem modelos para todos os gostos.

Os veículos são algo tão sério que as fábricas possuem um setor apenas para trabalhar com desenvolvimento de novas funcionalidades e promovendo maior comodidade ao condutor. Já faz algum tempo que as fábricas criaram o câmbio automático. Contudo, nos últimos anos é que ele vem se popularizando e caindo de vez nas graças do consumidor. Se até pouco tempo atrás a preferência era pelo câmbio manual, hoje esta história já está mudando. Até mesmo uma grande parte dos motoristas “tradicionais” já está mudando sua opinião e se rendendo ao câmbio automático. O que poucos sabem é que este necessita de cuidados essenciais para manter o seu bom funcionamento.

TIPOS DE CÂMBIOS EXISTENTES E SUAS VANTAGENS

Atualmente, existem no mercado os seguintes tipos de câmbio: manual (também conhecido como mecânico), automatizado, automatizado de dupla embreagem, automático e o CVT (Transmissão Continuamente Variável). Cada um deles possui particularidades, vantagens e desvantagens. Saber escolher o melhor para o seu estilo pode ser o diferencial.

Câmbio Manual

Ainda é o tipo mais utilizado no mercado nacional. A troca de marchas é realizada manualmente, tendo o condutor controle total na hora de mudar de uma marcha para outra. Este sistema pode apresentar inúmeros defeitos a longo prazo. Uma das desvantagens deste modelo de transmissão são as constantes “morridas” do carro, os trancos oriundos de trocas de marcha na hora errada e as famosas “arranhadas”, que ocorrem quando o motorista erra a marcha ou o tempo de passá-la.

Câmbio Automatizado

Neste modelo as trocas de marcha são determinadas por um sistema eletrônico que aciona o sistema de embreagem e faz as trocas de marcha, de acordo com a evolução ou involução do veículo. Este tipo de veículo possui uma manutenção mais cara e qualquer problema que ocorra com o mesmo só poderá ser resolvido por mão de obra especializada neste tipo de câmbio.

Câmbio Automatizado de dupla embreagem

Este câmbio trabalha, com próprio nome já diz, de forma automática e com duas embreagens. A primeira é responsável por passar as marchas ímpares. Já a segunda, fica responsável por trocar as pares. Este possui uma velocidade bem maior na hora de trocar as marchas, o que ajuda a diminuir o consumo de combustível. Favorecendo diretamente com a economia do motorista. Entretanto, sua manutenção é bem mais cara do que a dos carros com câmbio manual.

Câmbio Automático

Como o próprio nome sugere, este tipo de engrenagem faz a troca de marchas de forma automática. Um dos problemas deste sistema é a lentidão na hora do carro trocar de marcha. Outra coisa ruim, que pesa diretamente no bolso do consumidor, é o fato de ser mais cara, necessitar mais de manutenção. Entretanto, é um modelo mais duradouro e com consumo inteligente, pois diminui o gasto com combustível e ainda pode diminuir os gastos do motorista a longo prazo.

Câmbio CVT

Este câmbio tem a caixa de variação contínua, o que possibilita o aproveitamento máximo do motor. Carros com este câmbio possuem melhor desempenho do que os demais, além de diminuir o consumo de combustível. O problema é que necessita trocar o filtro regularmente e o veículo fica com o custo bem mais alto do que os demais.

Como visto, cada modelo possui particularidades diferentes. Mas, todos possuem algo incomum: cuidado e manutenção preventiva. Tomando estas medidas é possível ficar descansado e aproveitar ao máximo o seu veículo.

Por Juanito Carvalho

Câmbio automático


Mesmo que os compactos agora tenham a opção CVT, a montadora continua com foco na economia de combustível para os modelos. Os preços começam a partir de R$ 54.090.

Os compactos da Nissan March e Versa CVT começam a ser vendidos com opção de transmissão automática. No entanto, o foco dos modelos continua na economia de combustível, segundo a fabricante.

Esse tipo de câmbio para os veículos estão disponíveis para os modelos com motor 1.6. O preço do March automático começa com R$ 54.090, enquanto o Versa começa com R$ 57.990.

A única alteração visual, se isso pode ser tido como uma, é a placa de identificação nos modelos Xtronic CVT que fica na traseira. O March e o Versa são os primeiros veículos de entrada que são vendidos com CVT no mercado nacional.

Essa transmissão é importada do México e conta com relação continuamente variável, o que evita trancos nas trocas. Há também a função Overdrive, que pode ser tido como um modo Sport que altera o regime das rotações do propulsor para que aconteçam respostas mais rápidas, sendo bem utilizadas em subidas e ultrapassagens.

O motor do March e Versa automático fica o 1.6 16 Válvulas com potência de 111 cavalos (as configurações de entrada S não contam com a opção de câmbio automático). Já para a versão Unique, que é topo de linha, não apresenta opção manual.

Câmbio CVT

Essa transmissão faz uso de polias conectadas a cones que podem se mover de maneira transversal, o que eleva ou reduz o raio do canal onde a peça fica alojada. Com a movimentação dos cones, há uma inversão da relação de transmissão das polias, o que altera as marchas do carro.

Linha 2017

A Nissan também apresentou a nova linha do March e Versa. Foi alterado o conteúdo e também os nomes das versões anteriores. Agora, todos os modelos vão contar como itens de série, desde os veículos de entrada, equipamentos que eram possíveis de encontrar somente nos pacotes Plus e Multi.

Para o Versa, os vidros elétricos nas quatro portas estão presentes em todas as versões. Já os pontos de ancoragem Isofix são encontrados em modelos com motor a partir do 1.6 litros SV.

De acordo com a Nissan, o March e Versa quando equipados com o câmbio Xtronic CVT apresentam custo de manutenção iguais aos dos modelos que contam com a transmissão manual.

Para revisões com até 60 mil quilômetros, o preço sugerido fica em R$ 2.344. 

Nissan Versa

Nissan March


Já era até previsto desde o ano passado o uso da embreagem automatizada por parte da Renault. A fabricante demorou um pouco, mas a exemplo de suas concorrentes como a Volkswagen com I-Motion e a Fiat que agregou o câmbio Dualogic não teve outro jeito a não ser seguir o que a linha de mercado já pedia.

Nesta segunda metade de 2014 a Renault apresentou, ou melhor, anunciou a chegada do Easy’R. O câmbio automático conta com cinco velocidades e já está presente nos modelos Sandero e Logan. Na verdade mais como uma opção pelo “precinho” de R$ 2.400. E isso para as versões Expression e Dynamique que contam com um motor 1.6 8V.

De acordo com as informações que foram divulgadas pela própria montadora, a transmissão automática faz uso de um sistema eletroeletrônico que foi desenvolvido pela alemã ZF. O projeto em si levou três anos para chegar ao ponto final. A marca também não quis ter problemas quando o sistema começasse a ser usado. Para isso, entre ensaios e testes realizados em três continentes diferentes foram mais de um milhão de quilômetros rodados.

Como citado o sistema é produzido pela ZF, pois bem, a fabricante já é popular no que diz respeito a transmissões automáticas de nível avançado. Sendo que já produziu dispositivos para até nove marchas. Além disso, tem as boas expectativas em relação à parceria. Outras montadoras também firmaram parcerias do tipo, como o caso da GM com a Delphi e a Volks e a Fiat com a Magnetti Marelli.

Voltando a falar do sistema, vale destacar que assim como os outros que se encontram disponíveis no mercado o Easy’R da Renault também tem sua base na versão manual. E tem um detalhe, o Easy’R ainda conta com um sistema eletrônico que realiza o controle da embreagem além de efetuar as trocas de marchas de forma automática.

Caso o condutor queira, ele também poderá optar por fazer uso do sistema manual (modo manual) por meio de toque na alavanca que por sinal é bem semelhante com a apresentada por um câmbio manual tradicional.

No que diz respeito aos preços o Sandero Expression 1.6 Easy’R custa R$43 mil enquanto que o Sandero Dynamique Easy’R  sai das lojas por R$ 47.180. No caso do Logan Expression 1.6 EasyR o preço fica em R$ 45.490 e Logan Dynamique Easy’R  na faixa dos R$ 50.180.

Por Denisson Soares

Renault Sandero e Logan com c?mbio autom?tico

Renault Sandero e Logan com c?mbio autom?tico

Fotos: Divulgação


Algumas dúvidas por consumidores de automóveis surgem referentes às diferenças que os carros manuais e automáticos desempenham, e o motivo pelo qual o carro que é especificamente definido por marchas manuais pode “morrer”, e aquele intitulado como automático não tem essa probabilidade.

Concernente a informações emitidas por especialistas que compreendem a função que cada carro pode desempenhar integrando diretamente os problemas, é mencionado o fato de que essa atuação se desenvolve pelo descompasso que é efetuado entre a faixa de rotação do motor e a marcha escolhida para o tipo de velocidade correspondente ao momento executado em percurso.

Os dois sistemas que são mencionados e colaboram para que tal atuação seja desempenhada e provoque a parada instantânea do carro, estabelecem uma relação através da embreagem, que é regida através do pé do motorista e coopera primordialmente para o ótimo desempenho do carro. Para que o mesmo consiga estabelecer um desenvolvimento contínuo na pista, é indispensável que o trajeto não apresente alterações que podem resultar em frustração ao motorista.

Os carros manuais necessitam imprescindivelmente de um indivíduo que realize as funções corretas para que o veículo ande, e possibilite um desenvolvimento normal. Sendo assim, é natural que ocorra falha humana durante a ativação da embreagem e aceleração, que podem ser efetuadas de maneira descoordenada, provocando eventualmente o desencaixe das engrenagens que interligam o motor e o câmbio.

As transmissões que se referem a automáticas, não precisam de embreagem e a preocupação a sua ativação, dispensando a atuação humana. A afinidade entre o motor e o câmbio é designada pelo conversor de torque e sensores eletrônicos, que operam as diversificações necessárias de maneira mais precisa, respondendo a cada requisição do acelerador.

Os engates que são correspondentes às marchas que fornecem comandos para a atuação de desempenho do carro, são realizados em sincronia de acordo com a faixa de rotação do motor, impedindo erros que levem o motor a parar de funcionar. 

Por Lorena de Oliveira


Dicas de manutenção do câmbio automáticoUm carro com câmbio automático se mostra muito prático, útil e eficiente. Seu desempenho aumenta quando utilizado em grandes cidades onde a troca de marcha torna-se constante. No entanto, quem deseja adquirir um carro com câmbio automático deve estar atento aos sinais de desgaste que o mesmo apresenta.

A manutenção da maioria dos câmbios automáticos costuma ser muito cara, além de exigir grande espera por parte do dono do veículo, pois alguns fatores costumam se acentuar quando o carro vai se tornando ultrapassado.

Para tirar o máximo de proveito dos câmbios automáticos não deixe de ler as dicas a seguir:

1 – Verifique constantemente a parte de baixo do seu veículo. O carro não deve apresentar regiões úmidas de óleo ou alguma deformidade;

2 –  Verifique também o piso da sua garagem, se houver pingos de óleo no chão é muito provável que algo esteja errado. Aumente a atenção quando os pingos forem avermelhados, pois é exatamente esta a cor do óleo de câmbio;

3 – Analise frequentemente a cor e consistência do seu óleo de câmbio, o mesmo deve sempre possuir cor e consistência iguais aos que tinha no ato da troca;

4 – Verifique se o veículo trepida ao realizar uma troca de marcha, pois isso nunca deve acontecer. Também não devem existir solavancos ou trancos;

5 –  Nenhum veículo com câmbio automático deve emitir ruídos ao realizar a troca de marcha ou mesmo ao acelerar bruscamente.

Caso alguns desses itens ocorram com o seu veículo, até mesmo ao realizar um test drive, procure a assistência autorizada  mais próxima ou desista da compra do carro. Nunca aceite sugestões de vendedores que argumentam que tal ocorrência vem de fábrica.

Por Fernando Setoue


As primeiras unidades do Renault Logan 2012 já estão disponíveis nas concessionárias da marca francesa em todo o Brasil. A nova linha do sedã tem como grande novidade a presença do câmbio automático de quatro marchas e comando sequencial em uma das versões, o mesmo equipamento disponibilizado recentemente para a nova versão do hatch Sandero.

O modelo equipado com a transmissão automática é o top de linha, Expression, que conta com o motor Hi-Flex 16V, de 1.6 litro, capaz de gerar 107 cv de potência (movido a gasolina) e 112 cv (movido a álcool).

De série ele traz travas elétricas, regulagem de altura para o volante, direção hidráulica, ar condicionado, computador de bordo, faróis de neblina e vidros dianteiros elétricos. Já a lista de opcionais conta com rodas de liga leve aro 15, duplo airbag, freios ABS, sistema de som completo e integrado ao painel, alarme, entre outros itens.

O Logan Expression Automático tem preço sugerido a partir de R$ 41.950, enquanto a versão manual Expression, com motor 1.6 8V e os mesmos itens de série, custa R$ 38.450. A gama 2012 do Logan é completada pelos modelos Authentique e Expression, equipados com o propulsor 1.0 16V Hi-Flex.

Fonte: Renault

Por André Gonçalves


A partir do mês de junho, as versões GLX e Exclusive, do Citroën Aircross, vão ganhar a opção do câmbio automático. Atualmente, elas são comercializadas apenas com a transmissão manual de cinco velocidades.

A nova caixa de câmbio, de 4 marchas, deve ser a mesma que é utilizada no Peugeot 307 e no Citroën C3. Ela será acoplada ao atual motor flex 16V 1.6 litro, que gera 113 cv de potência e torque de 15,8 kgfm.

A versão de entrada, GL, vai continuar apenas com o câmbio manual.

Especula-se para o novo componente um preço em torno de R$ 5.500, que é o valor cobrado pela Citroën para o câmbio automático do C4 Pallas.

Se confirmado o valor, a versão intermediária, GLX, que conta com uma boa lista de itens de série (trio elétrico, ar condicionado, bússola, rodas aro 16, entre outros) e que tem preço sugerido de R$ 56.850, vai passar para cerca de R$ 62.000.

Já o modelo top de linha, Exclusive, que tem um sistema de áudio com 6 alto-falantes, entradas para USB e iPod, além de Bluetooth, sai atualmente a R$ 62.350. Com o câmbio automático, o preço deverá subir para R$ 68.000.

Por André Gonçalves


A partir do mês de novembro deste ano de 2009, a Volkswagen dá uma nova opção de câmbio automático a seus consumidores ao adaptar o sistema I-Motion ao Gol e Voyage.

Segundo informações divulgadas na imprensa, o I-Motion virá como opcional para os Gol e Voyage com motorização 1.6, inclusive Power. O preço do opcional deve ficar em torno de R$ 2.476,00.

A adoção do I-Motion na linha Gol/Voyage é natural, já que o Polo I-Motion vende muito bem. Claro que também é uma reação à adoção do câmbio Dualogic na linha Palio, pela Fiat. Agora é esperar para ver se consumidores do hatch e sedan de entrada da VW vão pagar a diferença pelo câmbio I-Motion tão frequentemente quanto os compradores de Polo, um modelo mais caro, o fazem.


Interessante vídeo avaliando o câmbio Easytronic, lançamento em 2008 no Chevrolet Meriva. Embora o pessoal do Vrum diga que a embreagem é automática, a sensação para o motorista fica a mesma de um carro com câmbio automático. O sistema, aliás, lembra bastante o Dualogic, da Fiat.

Essa Meriva Flexpower 1.8 gera 114cv a álcool. Umas das críticas, neste modelo, é que o câmbio Easytronic dá a impressão de que o carro está freando durante a troca de marcha, mesmo no modo esportivo.

Confira o vídeo


Com a popularização dos carros automático (hoje em dia até o Palio tem câmbio Dualogic), é comum que os brasileiros, ainda não acostumados a esse tipo de transmissão, olhem com uma certa desconfiança para esses modelos. Sendo assim, muitas dúvidas e boatos correm por aí. Vamos tentar dirimir algumas dúvidas, de maneira genérica, sem apelar para valores devido à variedade de modelos de carro e transmissão existentes por aí.

Quem tiver alguma dúvida ou algo a acrescentar, por favor, use os comentários.

Pergunta: a manutenção é mais cara?

Resposta: Fazer manutenção num sistema de transmissão automático custa mais caro, principalmente nos modelos mais antigos. Indício disso já é o preço mais caro do carro novo com esse tipo de transmissão. Além disso, não há muitos mecânicos (ainda) preparados para lidar com esse tipo de transmissão. Só que, com a popularização desse tipo de transmissão, o preço tende a cair.

Porém, um sistema de transmissão automático costuma durar mais que um sistema manual. Bem mais. Manutenção só lá pelos 200.000km ou mais, em geral, isso incluindo a suposta “embreagem” do sistema automático, o conversor de torque. Todo o sistema acaba sofrendo menos desgaste, até porque estragos relacionados a mau uso ficam muito limitados. Não há troca de marchas errada, para começo de conversa. Só fique atento ao que diz seu manual, a troca do óleo e do filtro devem ser feitas nos prazos.

Pergunta: o consumo de combustível é maior?

Resposta: normalmente sim, principalmente nos modelos mais antigos. Mas nas transmissões de hoje, a diferença de consumo de combustível costuma ser menor. Um câmbio Dualogic não apresenta tanta diferença, e um CVT é até mais econômico.

Pergunta: o carro perde desempenho?

Resposta: isso era um problema comum em carros antigos com câmbio automático de 3 marchas, em comparação com a versão manual. Mas hoje em dia é a mesma história do consumo, o desempenho é só um pouquinho menor, na grande maioria dos casos.

Pergunta: o câmbio automático tira a esportividade e o prazer de dirigir?

Câmbios automáticos costumam ter um modo esportivo, para esticar mais o motor. Um câmbio CVT normalmente é bem espertinho, pois o carro está sempre numa relação de marchas otimizada. Quanto ao prazer de dirigir, isso é coisa bem pessoal. Em geral, as pessoas acham o carro automático mais confortável para o trânsito urbano pesado.

Pergunta: é verdade que o câmbio automático só é bom em carros de motor grande, com muito torque?

Resposta: era. Os câmbios automáticos antigos não eram muito eficientes, precisavam de carros que tivessem muito torque em baixas rotações. Os de hoje em dia já são mais otimizados, conseguem entregar torque e potência mesmo em baixas rotações.





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