Volkswagen Gol manteve a liderança de vendas na Argentina


No Brasil a Volkswagen perdeu esse ano a hegemonia de décadas no mercado. Estando em primeiro lugar de vendas por quase 30 anos a empresa esse ano teve que se contentar com o segundo lugar. A italiana Fiat assumiu a liderança tanto na venda de uma marca isolada quanto nos números gerais.

O Fiat Palio foi o carro mais vendido do ano no Brasil, em segundo lugar encontramos o Volkswagen Gol e em terceiro lugar temos a Fiat Strada. Ainda assim, mesmo para a Fiat o ano não foi bom e o mercado encerrou em queda geral de 6,9%. Enquanto isso, na terra dos hermanos o resultado foi diferente. Na Argentina a Volkswagen se manteve no primeiro lugar com o Gol. De acordo com a ACARA (Associação das Revendedoras de Automóveis da República da Argentina) o hatch teve 34.275 unidades vendidas em solo nacional.

Entretanto a situação no mercado automobilístico argentino está bem pior que no território brasileiro. O resultado comparado ao ano anterior traz uma queda de assustadores 41,48% nas vendas. Muito dessa queda é devido à restrição para compra de carros no Brasil. Em segundo lugar no ranking dos mais vendidos na Argentina está o Renault Clio MIO que conta com 26991 unidades vendidas, apresentando uma queda de 19,22% nas vendas em relação ao ano passado.

A Fiat, que agora é top no Brasil também está presente entre as três marcas mais vendidas na terra do Tango. O Palio da montadora italiana figurou o ranking argentino durante alguns meses do ano, mas terminou em terceiro lugar com 26488 unidades vendidas e, na contramão dos concorrentes, terminou o ano com alta de 18,88% nas vendas.

Entre as top 10 mais vendidas na Argentina também foram citados modelos da Ford como o EcoSport e o Fiesta, da Chevrolet com o Classic em quarto lugar, da Toyota com o Etios, entre outros.

Por Nosf

Volkswagen Gol

Foto: Divulgação


Volkswagen Up! produzido no Brasil será exportado para a Argentina


A montadora alemã Volkswagen começou a exportar o Up! para a Argentina. O modelo que começou a ser produzido no Brasil e foi lançado em fevereiro por aqui, teve mais de 2 mil unidades exportadas para os hermanos nas versões de 2 e 4 portas.

O Up! é produzido em Taubaté – SP e também será exportado para Colômbia, Bolívia, Chile, Equador e Paraguai até o fim do ano, segundo a montadora. A diferença é que nesses países, o automóvel somente será movido a gasolina, diferente do Brasil, em que é instalado o motor flex, movido a gasolina e/ou álcool.

Até o momento o Up! não é um dos 10 carros mais vendidos. O modelo está na 14ª posição, com um total de 5.744 unidades comercializadas, contudo, as expectativas da montadora alemã são que o modelo se torne o novo Fusca, produzido para ser o carro do povo, como o Fusca foi, afirmou o chefe de design do veículo, Luiz Alberto Veiga, quando o Up! foi lançado.

Segundo o setor comercial da Volks, a Argentina recebe a maior parte dos carros exportados pelas fábricas brasileiras. Isso devido a um acordo comercial, o qual permite que um determinado número de carros possa ser importado sem que seja cobrado imposto, e vice-versa, contudo as cotas expiraram no ano passado e a partir de agora vale o livre comércio entre os dois países. Em 2014, os argentinos chegaram a dificultar a importação de produtos brasileiros, resultando na diminuição de 30% no percentual de exportação de veículos nacionais nos primeiros quatro meses do ano.

Buscando melhorar a atual situação os dois países fecharam um novo acordo que vale a partir do dia 1º de julho. As cotas para produtos brasileiros são menores, dessa forma, para vender o mesmo número de automóveis do ano passado para o mercado argentino, terá que comprar mais. 

Volkswagen Up!

Foto: Divulgação


Acordo automotivo entre Brasil e Argentina foi prorrogado


Na última semana, os governos do Brasil e da Argentina firmaram a prorrogação do acordo sobre a Política Automotiva Comum, em Buenos Aires. Com isso, o acordo passa a vigorar de 1º de julho de 2014 a 30 de junho de 2015.

A assinatura da prorrogação do acordo determina a retomada do sistema “Flex” na proporção de 1,5, ou seja, para cada US$ 1,5 exportado, o Brasil tem que importar US$ 1. Com isso, caso o Brasil ultrapasse essa proporção pré-determinada, a operação é taxada em 35% do valor.

Por exemplo, se o Brasil importar US$ 1 bilhão em carros e autopeças, o país poderá exportar, no máximo, US$ 1,5 bilhão sem que haja qualquer tarifa de importação. O acordo que vigorava anteriormente estipulava que, para cada US$ 100 vendidos pela Argentina ao mercado brasileiro em autopeças e veículos, o Brasil poderia vender US$ 195 ao mercado argentino sem que houvesse taxas de importação.

“O fato de o documento ter sido chancelado pelas presidentas Dilma Rousseff e Cristina Kirchner garante força política e é um passo importante para o setor dos dois países. Com isso, Brasil e Argentina agora figuraram entre os principais produtores com mercados fortes e laços estratégicos. Este é mais um passo para uma medida mais ambiciosa a partir de 2015″, afirmou Mauro Borges, Ministro do Desenvolvimento do Brasil, de acordo com o site governamental “Portal Brasil”.

O documento, que foi Assinado entre o Ministro brasileiro e os titulares da Fazenda e do Desenvolvimento da Argentina Axel Kicillof e Débora Giorgi, respectivamente, prevê ainda que haja um planejamento de uma política industrial comum para o setor de autopeças, aplicação de normas técnicas comuns e elevação dos níveis de segurança dos carros fabricados nos dois países.

Outro ponto que ficou determinado é que os setores produtivos (Anfavea e Sindipeças, no Brasil, e Adefa, Afac e ADIMRA, na Argentina) comprometam-se a manter a participação mínima nos respectivos mercados de veículos nas seguintes proporções: 11% de automóveis argentinos no mercado brasileiro e 44,3% de veículos brasileiros na Argentina.

Por Caio Polo

Acordo Brasil e Argentina

Foto: Divulgação


Vendas de veículos na Argentina – Alta em setembro de 2013


O nosso vizinho está indo muito bem nas vendas de automóveis, apesar da baixa geral no restante do mundo. No país, foram vendidos somente no mês passado 78.076 unidades, o que representa um crescimento de mais de 30% em relação a setembro de 2012. Já ao longo do ano, a Argentina vendeu 721,3 mil veículos, um aumento de 12% se comparado ao ano passado e as vendas de final de ano devem melhorar ainda mais essas estatísticas. Já o Brasil, caiu na venda de automóveis e registrou uma redução de 1,1% de janeiro a setembro, em relação ao ano passado.

VW Gol

VW Gol: modelo mais vendido na Argentina

Foto: Divulgação

Na Argentina, a Volkswagen é a marca mais comercializada e possui 125.308 unidades vendidas no ano. Logo atrás vem a Chevrolet com 108.283 e depois a Renault com 106.282. Os modelos mais emplacados no país são o Gol, em primeiro lugar com 46.042 vendidas, com 4% do mercado. Em segundo lugar está o Classic, com 30.581 vendas e depois o Clio com 25.916 unidades emplacadas.

Com isso, a Volkswagen reafirma a sua liderança na América Latina, principalmente com veículos produzidos no Brasil. Aliás, por lá os carros importados daqui são até mais baratos. Talvez esse seja um dos principais motivos pelos quais o Brasil tenha caído no número de vendas se comparado aos hermanos. Vale à pena lembrar que a política de impostos do nosso país é uma das mais caras e inviabiliza muitas vezes a aquisição de um veículo zero quilômetro.

Por Ebenézer Carvalho


Argentina tenta dificultar a entrada de veículos do Brasil


No mês de julho de 2013, entraria em vigor o livre comércio no segmento automotor para Argentina e Brasil. Porém, a medida pode ser novamente adiada, pois os argentinos pediram uma revisão do acordo, sugerindo algumas restrições. Segundo informações de reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo, o documento está em fase de análise e é um retrocesso, com propostas que não interessam ao País.

A posição protecionista dos argentinos será respondida em breve, pois alguns técnicos brasileiros estão preparando uma contraproposta com objetivo de encontrar um meio termo para aceitação do acordo. Isso ocorre pois, os detalhes indicados pela Argentina não agradaram ao governo brasileiro. Entre as propostas do documento argentino estão o aumento da exigência da utilização de conteúdo argentino e o pedido por um monitoramento individual para cada empresa.

Pelo lado do Brasil, já é prevista uma longa batalha nos próximos 3 meses. O acordo, na verdade, deve ser assinado pelo segmento privado de ambos os países, mas o Governo está conduzindo para evitar atritos com a OMC – Organização Mundial do Comércio.

Apesar disso, as montadoras, a área de autopeças e, até mesmo, o governo demonstram interesses comuns em consolidar o acordo entre os mercados automotivos dos dois países.

Por Marcelo Araújo


Peugeot 308 GTi foi lançado na Argentina


Mais uma novidade interessante chega ao mundo dos automóveis, pois a Peugeot anunciou a chegada na Argentina do seu modelo 308 GTi que possui um motor de 1,6 THP com potência de 200 cavalos, um torque máximo de 28 kgfm, injeção direta a turbo (mesmo usado nos propulsores presentes no cupê RCZ) e transmissão manual de seis velocidades. Para adquirir todas estas funcionalidades deste novo esportivo da montadora francesa, os interessados terão que desembolsar uma média de R$ 90.000,00.

A mecânica deste modelo vendido na Argentina oferece ao hatch médio uma velocidade máxima de 237 km/h podendo fazer uma velocidade de 0 a 100 km/h em apenas 7,7 segundos. O aspecto esportivo do carro é oferecido pelas rodas de dezoito polegadas, dupla saída para escape, freios ABS, controle de tração, sistema Sound System (intensifica a presença de ruídos do motor na cabine do carro).

A perspectiva da Peugeot é vender em média 400 unidades deste modelo na Argentina por ano e vai enfrentar concorrentes como o Volkswagen Golf GTi, Renault Mégane III RS, Alfa Romeo Giulietta e Citroën DS4.

O 308 GTi não tem muitas possibilidades de chegar ao Brasil, pois o modelo vendido na Argentina vem da França enquanto que os carros da montadora disponíveis no Brasil vêm da província argentina de Buenos Aires e, por isso, o seu custo no país com os impostos de importação tornaria o mesmo muito caro.

Mas os amantes de carros esportivos não precisam ficar tristes, pois a Peugeot cogita vender uma versão equipada com um motor de 165 cavalos presente no RCZ que é comercializado no Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais


Renault Fluence Z.E. – Apresentação da Versão Elétrica na Argentina


Além do Duster, uma das principais novidades presentes no estande da Renault, no Salão do Automóvel de Buenos Aires, é o Fluence Z.E., versão elétrica do sedã médio da montadora, que já roda pelas ruas europeias desde 2010. Esta é a primeira vez que o modelo ecológico aparece na América do Sul, aumentando os rumores de que em breve ele possa ser comercializado por aqui.

O Fluence Z.E. (Zero Emissions) é equipado com um propulsor elétrico que gera 95 cv de potência e 22,6 kgfm de torque. Ele é alimentado por uma bateria de íon lítio, instalada atrás do encosto dos bancos traseiros, cuja capacidade energética é de 22 kw/h. Uma das formas de se recarregar a bateria é por meio de uma tomada doméstica de 220V. Neste caso, a recarga demora de 6 a 8 horas. Já na recarga através de terminais rápidos de 400V, o tempo cai para 30 minutos. Há ainda a opção pelo sistema “Quickdrop”, no qual a bateria é substituída por outra, em apenas 3 minutos.

A título de comparação, a versão convencional do Fluence (vendida no mercado brasileiro a partir de R$ 59.900) utiliza motor flex 2.0 litros, que desenvolve 143 cv de potência.

Fonte: Renault

Por André Gonçalves


Abeiva critica barreiras impostas nas importações de carros


O setor de veículos automotores é dos mais rentáveis para o país e às empresas diretamente envolvidas. O grande trunfo do segmento aconteceu em pelo menos cinco meses de 2010 em função de uma combinação de fatores oriunda de governo, com medidas de isenção de impostos, consumidores, com aumento de renda e de profissionais no mercado de trabalho, e montadoras, com promoções e facilidades de pagamento.

Este ano é, e será, um pouco diferente a pequena parcela do setor, pois o governo decidiu impor barreiras à importação de carros. Tal decisão foi criticada parcialmente pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), que considera a medida inviável do modo como foi concebida.

A associação pondera ser positiva a aplicação do sistema de liberação não-automática de carros da vizinha Argentina, pois esse país adota medidas protecionistas contra produtos tupiniquins, mas contra outras nações definitivamente não concorda. Para elucidação, dados da Abeiva apontam que quase 51,7 mil unidades de suas associadas foram vendidas pelo Brasil, ou seja, menos de 5% do total de todo o mercado e de 21,15% do total de automóveis importados.

O pano de fundo da história é justamente afetar a Argentina. Há alguns meses, os hermanos adotaram medidas protecionistas contra produtos brasileiros similares aos produzidos por lá. Até Cristina Kirchner teve de intervir. Os embates no futebol, pelo visto, parecem ser muito menos comuns se destacados os campos econômico e político, uma vez que situações como essa ocorrem de tempos em tempos.

Leia mais: Argentina impõe Restrições Protecionistas contra o Brasil – Ação Comercial contra Produtora de Peças Automotivas

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


Volkswagen Vento (Jetta) Variant – Vendas na Argentina – Vídeo


Os argentinos já podem encontrar nas revendedoras Volkswagen do país o novo Vento Variant, que tem um visual parecido ao do Golf, vendido na Europa. O modelo, na verdade, é o Jetta Variant vendido no Brasil, mas que por lá recebeu um nome diferente.

São quatro versões apresentadas aos portenhos. A Variant Confort, que vem com o motor 2.5i CR, de 170 cv, custa 110.000 pesos (o equivalente R$ 46.810). Já a versão Advance, que tem o mesmo motor, custa 118.600 pesos (ou R$ 50.460).

As outras versões saem com o motor 2.0 TDI, que alcança 110 cv. O modelo Confort, com essa motorização, sai a 115.000 pesos (R$ 48.930) e o Advance custa 123.600 pesos (R$ 52.590). Dentre os itens de série encontrados nos quatro modelos, estão os freios ABS, seis airbags, direção hidráulica, rodas de liga-leve, pacote elétrico, ar condicionado automático, controle de estabilidade (ESP) e teto solar deslizante.

Por André Gonçalves

Fonte: Autoblog


Hyundai i10 começa a ser vendido na Argentina


Começou a ser comercializado na Argentina o novo Hyundai i10, um compacto cotado para ser vendido também no mercado brasileiro. O carro foi lançado pelo preço de US$ 13,900 (R$ 26 mil) na versão manual e US$ 15,400 (R$ 28.800,00) na versão automática, no país vizinho. Apenas uma versão está disponível por enquanto, a 1.2 GLS.

O motor 1.2 16V a gasolina desenvolve 78 cv. Considerando os 1085 kg do modelo, temos 13,91 kg/cv, o que certamente não torna o modelo um primor de desempenho. Apesar de vir bem completo, com airbag para motorista e opção de 4 airbags, freios ABS e som com MP3, precisava de um motor mais potente. Além disso, o preço também é um tanto quanto alto para o mercado argentino.

Veja fotos do lançamento em Punta del Este aqui.