Honda Acura NSX aparece no Salão de Detroit de 2015


O Salão de Detroit de 2015 já foi realizado e nele foram apresentados dois novos modelos de automóveis de alto padrão e alto desempenho de velocidade, uma da Honda e outra da Ford, que são o NSX e o Ford GT. O primeiro, da montadora japonesa, exibiu o modelo final desse veículo na cor vermelha, após um período em que somente protótipos do modelo foram exibidos.

Já o possante da empresa americana é totalmente novo e foi apresentado para as mídias com uma cor azul brilhante. E as máquinas causaram um impacto tão grande nos apaixonados pelos carrões, que eles chegaram a fazer festa e se dividir em grupos na torcida pelo carro que mais agradou a cada um deles, como se fossem torcedores adversários de futebol.

A preferência do público pelos automóveis de alto padrão e custos elevados acabou ofuscando o interesse e a atenção da maior parte dos visitantes do evento para os sedãs mais tradicionais e até os tão modernos e conscientes carros que contribuem para a conservação do meio ambiente, que costumam ser bastante procurados e também foram expostos no Salão de Detroit 2015.

O NSX, da Honda, é considerado uma lenda dos anos 90 e se tornou mais conhecido entre os brasileiros por ter sido um dos veículos preferidos do falecido ex-piloto de Fórmula 1 e ídolo brasileiro Ayrton Senna. Já naquela época, os japoneses produziram esse modelo de carro de maneira quase artesanal e que foi considerado inovador por conter apenas dois lugares e um motor central na parte traseira do automóvel, além da utilização de alumínio na montagem da carroceria, o que muitas montadoras de carros de luxo começaram a usar esse tipo de material somente nos últimos anos.

Enquanto a Ford já havia fabricado o Ford GT entre os anos de 2003 e 2007 para homenagear o Ford GT40, que foi um veículo superesportivo e ficou famoso no mundo todo por vencer a Ferrari e superar o predomínio da poderosa marca automotiva na tradicional corrida realizada na França, a "24 Horas de Le Mans", em 1966.

As duas empresas tiveram em 2014 um ano com maior número de vendas desde 2006, e mostraram ter expectativas e até uma certa ansiedade para a apresentação de seus supercarros, que também demonstram o fim do predomínio somente dos italianos e alemães na fabricação de automóveis de luxo.

 Por João Calvet