Chevrolet Cobalt usado vale a pena? Problemas comuns

O Chevrolet Cobalt é um carro bastante confiável e de manutenção barata. Como todo conjunto mecânico, contudo, também estraga. Saiba onde o carro precisa de atenção.

O Chevrolet Cobalt foi lançado no mercado nacional em 2011, como um dos precursores na adoção da plataforma GSV da General Motors, fazendo sucesso pela sua modernidade, espaço interno e custo-beneficio.

O sedã encontra-se disponível com os motores 1.4, desempenhando 102 cavalos, abastecido a etanol, e motor 1.8, proporcionando 108 cavalos, também abastecido a etanol, os dois flex. As configurações 1.4, possuem câmbio manual de 5 marchas, e as versões com o 1.8 incluem a opção de câmbio automático de 6 velocidades.

Todas as suas configurações são bem equipadas, contam com o porta-malas de 563 litros e ótimo sistema de segurança, proporcionando excelentes experiências para os passageiros.

O Cobalt é o queridinho entre os taxistas, motoristas por aplicativo e pelos apaixonados por porta-malas espaçosos, possuindo ótimas avaliações de todos os seus consumidores. Todavia, nenhum carro é infalível. Pensando nisso, reunimos os sete principais pontos que devem ser avaliados antes da compra do Chevrolet Cobalt.

Importante ressaltar que, o primeiro ponto de atenção deve ser a versão e a configuração que pretende adquirir e quais as vantagens e desvantagens do conjunto mecânico

1. Válvula de admissão

Atente-se ao estado da válvula de admissão, não raro é possível encontrar relatos sobre empecilhos na durabilidade da peça.

2. Embreagem

O sistema de acionamento deste sedã é da categoria hidráulica, possuindo o costume de desgastar muito rápido, deixando dessa forma, o pedal mais duro. Para solucionar o problema é necessário substituir o atuador, que custa em média R$ 105.

3. Ruídos internos: Suspensão dianteira, problemas crônicos e bomba de combustível

Barulhos são sempre incômodos, e no modelo, pode ser comuns ruídos do conjunto da suspensão dianteira e bomba de combustível. O empecilho pode acontecer devido folgas nas bieletas da barra estabilizadora, no caso da suspensão. E no caso da bomba, muitos proprietários trocam a peça, que custa em média R$ 550.

Ainda sobre o assunto ruídos, alguns consumidores reclamam deste problema crônico do modelo e para solucionar, não raro, os motoristas aplicam feltro adesivo nos locais que saem os barulhos.

4. Câmbio

Embora o câmbio desse veículo seja muito confiável, é possível que algumas unidades apresentem atraso nas trocas das marchas, mais especificamente, a trocha da marcha ré. Nesse caso, a solução é bem mais cara, podendo ultrapassar o valor dos R$ 5.000.

5. Arrefecimento

Em suas versões que possuem o motor 1.4, é preciso avaliar bem o estado da mangueira superior do radiador, que está localizada ao lado esquerdo do coletor do escapamento. A substituição da peça custa em média R$ 100.

6. Pastilha de freio

O veículo recebeu alguns reportes sobre os desgastes precoces nas pastilhas de freio. Acontecendo antes dos 15 mil quilômetros.

7. Infiltração

Não raro, encontramos o depoimento de algum proprietário denunciando a infiltração no carro devido às borrachas de guarnição de portas, principalmente, do porta-malas.

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