Caoa Chery só fabricará híbridos e elétricos no Brasil


Caoa Chery abandonará, em breve, os modelos movidos exclusivamente a combustão interna.

Após ter interrompido as operações que eram realizadas na cidade de Jacareí, praticamente com o fechamento da fábrica localizada no município, a Caoa Chery tem investido em carros elétricos. A decisão de finalizar as operações no local em questão veio diante do desejado da marca em focar em modelos zero combustão, algo que vem sendo preparado pela empresa para que se torne uma realidade cada vez maior no futuro.


Agora, com objetivo de continuar investindo nestes segmentos, a ideia da empresa é adaptar a unidade na cidade de Anápolis para criar modelos elétricos e híbridos. Até o momento, a ideia é desenvolver apenas versões que sejam híbridas dos SUVs que são produzidos no local.


Algumas notícias até o momento destacaram que, em breve, os modelos Tiggo 5x, que passou por uma remodelagem em janeiro deste ano recebendo ainda o nome de Pro, e outros como o Tiggo 7 e também o Tiggo 8 serão modificados pela marca até 2023, e deixarão de ter suas variantes exclusivamente movidas as combustão. O processo, de acordo com o que foi obtido de informação até o presente momento, será realizado de forma gradual, e começará a acontecer ainda neste ano.


A fábrica localizada em Goiás, então, manterá a produção dos modelos SUVs com conjuntos híbridos, e aos poucos isso se tornará cada vez uma realidade maior para os modelos desenvolvidos pela Caoa Chery, com a finalidade de cumprir seus objetivos de contar apenas com modelos eletrificados. Os primeiros modelos que irão passar pela mudança devem ser anunciados em breve pela fabricante. Ao que tudo indica, durante um evento que acontecerá nesta quarta-feira (15 de junho de 2022) há chances de que a fabricante dê um pouco mais de informações a respeito das novas operações que serão desenvolvidas agora.


Com estas novidades que estão sendo divulgadas agora aos poucos, é notável que o Grupo Caoa tem a intenção de modificar seus modelos e a forma como eles são fabricados, com a finalidade de focar em carros que contem com estas características específicas. O anúncio de que a fábrica que ficava no estado de São Paulo seria fechada, mesmo que tenha sido um susto para o setor, agora se faz compreensível quanto aos motivos.

Após a fábrica ter finalizado suas operações, a marca então deixou alguns modelos para trás, como os sedãs Arrizo 5 e Arrizo 6, este último que havia passado por uma remodelagem recente. Outros que também saíram de linha foram o Tiggo 2 e o Tiggo 3x, o último não chegou nem mesmo a completar um ano de mercado, e atualmente só pode ser encontrado em lojas que contam com estoque do mesmo.

Já na fábrica de Anápolis, a marca segue com a sua produção de modelos SUVs maiores, e conta com uma montação híbrida. O Tiggo 8, de acordo com o que foi divulgado, também passará por uma nova remodelagem, levando em consideração a configuração Plus e+, que já é vendida na China atualmente. Já o Tiggo 7 Pro deverá receber neste momento de mudanças um conjunto híbrido-leve vindo do Tiggo 7 Plus chinês.

Diante de tantas mudanças, vale lembrar que a fábrica localizada em Anápolis preza pela modernidade e criação de novos modelos diferenciados e que contam com estas características especiais. O local também conta com um centro de desenvolvimento da Caoa Montadora, que vem recebendo cada vez mais incentivos especiais para suas operações, diante de um regime especial para a região. Em 2020, a empresa investiu mais de R$1,5 bilhão na fábrica para continuar operando com modelos modernos e reforçando a busca por inovação e novas tecnologias que possam ser empregadas em seus carros.

Com informações do site Automotive Business.



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