Tesla desenvolve bateria de carro elétrico que dura 100 anos e 6 milhões de km


Tesla desenvolve bateria de carro elétrico que pode durar 100 anos e mais de 6 milhões de km! Descubra como anda a pesquisa para o desenvolvimento do protejo.

O professor universitário e pesquisador parceiro da empresa Tesla, Jeff Dahn, está trabalhando no desenvolvimento do projeto para implementar baterias que proporcionam uma duração de tempo de vida maior, sendo mais densas e econômicas. O planejamento do projeto está visando o custo-benefício, o corte de gastos e a apresentação de uma tecnologia inovadora para o mercado.


O artigo abaixo é baseado na publicação do dia 28 de maio de 2022 do James Morris no portal digital da revista Forbes. James é editor do site independente de veículos elétricos “WhichEV” e um profissional competente com mais de 25 anos de experiência como jornalista de tecnologia.


Andamento da pesquisa de desenvolvimento do projeto. Explicação técnica

Uma das preocupações recorrentes entre os compradores dos EVs, é o alto custo para substituir a bateria após anos de uso. Afinal, têm um tempo útil de vida determinado. Pensando nisso, um dos pesquisadores da (Tesla) está trabalhando para desenvolver um projeto de bateria que poderá durar 100 anos e sobreviver a mais de 6 milhões de km.


Admirados da (Tesla), com certeza já devem conhecer o nome “Jeff Dahn ”. Professor da Dalhousie University, é parceiro da área de pesquisas da empresa desde 2016 atuando para tornar permanência e densidade das baterias compostas de íons de lítios mais duráveis, reduzindo custos. Jeff e a sua equipe estão atingindo resultados promissores, pois, conforme o artigo comunicado no “Journal of the Electrochemical Society/ pelo próprio, os pesquisadores afirmam o desenvolvimento do projeto da bateria que poderá alcançar a marca de 100 anos de uso em condições adequadas.


No artigo o pesquisador compara baterias baseadas nas químicas “Li [Ni0.5Mn0.3Co0.2] O₂(“NMC 532”) ” e “LiFePO₄.” A mais recente é a química do “fosfato de ferro de lítio” (também conhecido como LFP) que a Tesla utiliza nos veículos “Model 3” construídos na China e transportados para a Europa. A LFP oferece menor densidão de energia, entretanto, apresenta mais duração, custo-benefício e até então mais segurança. Podendo durar até 2.000 ciclos. As expectativas de extensão para 100 anos são elevadas, mas não há uma observação propriamente de tantos anos.

Jeff Dahn ministrou uma palestra no International Battery Seminar que aconteceu em Orlando, na Flórida, a respeito de “uma bateria de 4 milhões de milhas”. Desde 2017, empenha-se entesando células de base ajustada. Os testes com as células estão indo bem. Depois de 4 anos de ciclagem constante à temperatura ambiente, observaram que apenas 5% de deterioração. Isso significa que elas podem nutrificar um carro elétrico por 4 milhões de milhas precedentemente de requerer uma substituição.

Em parte, a razão para a longa duração é devido à modificação de um cátodo policristalino para um cátodo de cristal único, que não se decompõe tão depressa durante os ciclos de carga-descarga. A substância NMC 532 contrasta com a NMC 811. Usada pela LG Chem, que contém oito parcelas de níquel, uma parte de manganês e uma de cobalto no cátodo.

No ano anterior, o Tesla Model Y modificou o NMC 811 para a química NCMA da LG Chem, também conhecida como “alto níquel”. Em confronto com o LFP ou o NMC 811, esses produtos são caros, mas oferecem a concentração maior na faixa mais longa. A substância NCMA usa níquel, cobalto, manganês e alumínio para seus cátodos, mas é sobretudo níquel (89%).

Conclusão

Diante do exposto, podemos esperar que o mercado dos carros elétricos em poucos anos passará por mudanças tecnológicas impressionantes, o que nos apresentará muito mais eficiência e custo-benefício. E elimina um enorme entrave para a adoção de carros elétricos, que é o custo de reposição da bateria. Hoje em dia, os carros elétricos já são muito mais caros que os carros a combustão graças a, quase exclusivamente, o custo da bateria.

E tal custo piora ainda mais quando sabemos que, após o vencimento da garantia, normalmente em 8 anos para a maioria dos fabricantes, as baterias começam a se tornar não-confiáveis e precisam ser trocadas o que, na prática, implica na transformação do carro em sucata. Não é um grande problema em países desenvolvidos, onde carros chegam ao fim de sua vida com aproximadamente essa idade mas, no Brasil, onde é comum carros com mais de 10 anos de uso, sim, isso é um problema.



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