Chevrolet Cruze sedan e Sport6 primeira geração 2011-2016 – análise


O carro que veio para substituir a dupla Astra/Vectra foi um sucesso e um modelo muito bem acertado

O Chevrolet Cruze de primeira geração é um veículo confortável, tecnológico e de design elegante, considerado a versão mais bonita do Cruze. Comercializado em muitos países, era um projeto global que vendeu bastante em solo nacional. A versão sedã perdia em vendas apenas para o “Civic” e para o “Corolla”. O LTZ Sport6, versão hatch, ficou atrás no mercado somente para o “Focus”.


Quando pensamos na manutenção é relativamente barato para algumas das peças, contudo a troca do óleo, correia dentada, ‘kit’ de frio e ‘kit’ de embreagem do manual é “salgada”. O consumo do veículo pode gerar um bom custo-benefício.


Para alguns, o Cruze LTZ 2014 ainda vale o investimento já outros consumidores discordam. Ajudaremos você a analisar os detalhes do modelo para tomar a decisão de adquiri-lo ou não.


Análise do Cruze LTZ 2011-2016 (Sport6 e sedan)

É um exemplar completo, com rodas de aro 17 de fábrica, rebatimento de espelhos elétricos e freios a disco na traseira. Entreeixos de 2,68m, comprimento de 4 metros e meio no Sport6, sendo nove centímetros a menos que a versão sedã. A LTZ e a LTZ Sport6 são as únicas com opção de teto solar. O tamanho do porta-malas é grande no Sport6, contando com 402 litros de capacidade e com o estepe do tipo convencional (são 450 litros no sedan). Tem sensores e câmera de ré, que chegou no LTZ a partir do ano de 2014.


O motor é um só: o 1.8, 16 válvulas, versão criada pela GM para concorrer contra o Civic e o Corolla. É um motor construído todo em alumínio, com duplo comando de válvulas no cabeçote, inclusive com variador de fase nos dois comandos. A capacidade é de 140 cavalos a gasolina e 144 o etanol. Abaixo das expectativas dos compradores, pensando que se trata de um veículo de 1.440 quilos. Importante lembrar que para os padrões da época de lançamento, o carro era sim, impressionante, principalmente se comparado com modelos antecessores da mesma categoria. Os motores 1.4 só apareceriam, no Cruze, na segunda geração, a partir de 2017.

Um dos tópicos que mais gerou polêmicas neste modelo é sobre o câmbio que se trata do 6T30, automático, sendo consideravelmente bom. Entretanto, tem uma falha estrutural em uma peça conhecida como “disco mola”. Gerando dor de cabeça quando quebra, pois, espatilha-se para dentro. Dito isso, é preciso atentar-se, caso haja um estralo, ou a marcha ficar “patinando” é necessário a vistoria de um mecânico. Em caso avarias no câmbio, especialistas alertam para a importância de investir em novas peças, visando qualidade e custo-benefício.

A reclamação recorrente entre os compradores do veículo é sobre câmbio que trava. Pensando nisso, a partir das versões de 2015 ajustes foram efetuados.

No quesito acampamento interno, o modelo é excepcional. Ostentando plásticos de ótima qualidade, painel em soft touch, cantos bem acabados em um visual elegante, moderno, mas clean. Com bancos de couro, confortáveis que proporcionam uma boa ergonomia com cintos de segurança de 3 pontos. Possui espelhos com luzes, luz central, alarme.

No quesito espaço interno é consideravelmente bom. Os passageiros usufruem do encosto de cabeça e encosto para braços e porta copo. A versão LTZ não precisa da chave para engatar para dar partida do carro.

O painel é básico, com o computador de bordo analógico que disponibiliza somente as informações necessárias. Tem o volante multifuncional com regulagem de profundidade e altura. Possui rádio, “bluetooth” e GPS nativo.O carro conta com vidros e espelhos elétricos nas quatro portas e rebatimento elétrico, aquecimento interno, função que auxilia nos dias de nevoeiro. Tem faróis automáticos com regulagem de altura. Espelho fotocrômico, limpador de para-brisas automático e ar-condicionado digital.

É um modelo muito seguro, com seis airbags de fábrica, controle de estabilidade, controle de tração e abs. Confortável de se dirigir, deixa desejar na hora das trocas das marchas, mas geralmente, responde bem.

Análise de consumo

  • Cidade/estrada 8,1 KM/l na gasolina;
  • Cidade/estrada 5,6 KM/L no etanol.



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