Novo Citroen C4 Elétrico no Brasil



Nova geração do modelo da Citroen é registrado no INPI.

Atualização: em contato com o CarroBonito.com, um representante da marca enfatizou que o registro de patente é apenas um procedimento protocolar, que não implica, nem mesmo, a certeza de comercialização do produto no mercado nacional. Segundo nosso contato, também não há planos de produzir o elétrico no Brasil, no momento.

Mais uma novidade pode estar pintando no mercado automobilístico brasileiro. Apesar de sua produção se dar sobre estreia francesa, tudo indica a estreia em território brasileiro. Isso porque os representantes da Citroën registraram patente do modelo C4 elétrico, para comercialização no Brasil.



Esse processo de produção segue há mais de um ano. Os engenheiros da marca francesa estão trabalhando intensamente dentro de protocolo internacional da Citroën, direcionado a patentes, onde foram registrados todos os desenhos, planta e demais detalhes de configuração para esta nova geração do modelo C4, por meio do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, ou INPI. O projeto possui, em realidade, duas importantes variantes (geralmente, todas as produções modernas de automóveis possui mais de duas versões): um modelo mais popular, mais “comum” e a Top de Linha versão elétrica.

Apesar de toda essa boa produção, os representantes da empresa francesa, de fato, emitiram uma nota oficial para os sites especializados afirmando que ainda não estão sendo traçados projetos mais intenso para novas estreia desta linha de veículos em território brasileiro.



Mesmo assim, o modelo está repleto de destaques que merecem ser apresentados ao público, considerando o seu lançamento no Brasil:

O Citroën C4 elétrico possui medidas que atingem 4.360 mm em seu comprimento, sendo 1.800 mm na sua largura; são 1.525 mm na altura e mais 2.670 mm na no entre eixos. Entretanto, os especialistas explicam que existe uma distinção fundamental entre as duas versões dessa linha, que se apresenta da seguinte maneira: a primeira versão está equipada de um tipo de escapamento, em sua traseira, posicionado no lado direito; já a segunda versão, aparentemente, por se tratar da unidade que é totalmente elétrica, não está munida desse detalhe. Essa distinção deixa bem claro o tipo de combustível de cada um dos modelos.

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Outros detalhes importantes: a versão inteiramente elétrica está aparelhada de um tipo de plugue para efetuação de recarga, o qual está instalado no mesmo exato local da carcaça onde fica o bocal para abastecimento de versões movidas à gasolina ou à diesel. Os motores são de tipo 1.2 Pure Tech, que entrega desempenho de até 100 CV; o motor 1.2 Pure Tech Turbo, que entrega desempenho de até 130 CV e o motor tipo 1.2 Pure Tech Turbo, com desempenho de 155 CV.

Para fechar o tema, por enquanto, é importante explicar que a versão elétrica apresenta motorização que registra desempenho de 138 CV em potência; a bateria é um capítulo à parte, com força de carga em 50 kWh, garantindo, conforme a avaliação dos mesmos especialistas, uma autonomia de até 350 km dentro de um ciclo tipo WLTP.

Vale observar, portanto, se esse modelo inteiramente elétrico estará ladeando as anteriores produções em todas as concessionárias em território nacional. Trata-se de uma questão sem uma resposta objetiva ou definitiva, no momento. É necessário aguardar mais atualizações. A estreia de um modelo elétrico não consiste apenas um novo lançamento convencional, pois isso pode mudar o eixo de estratégias de outras empresas, concorrentes.

Sobre a multinacional:

A Citroën consiste em uma importante indústria no ramo de automóveis, de origem francesa, fundada no ano de 1919 por iniciativa empresarial. Desde este ano de 2021 tornou-se parte integrante da Stellantis. A sede central está estabelecida em Paris. Esta grande empresa iniciou suas atividades no segmento de projetos bastante simples, entretanto, evoluindo em pouco mais de uma década, produziu e lançou seu primeiro modelo, o Citroën, que assombrou o mundo inteiro, no ano de 1935, a partir da inserção do inovador recurso Traction Avant.

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Paulo Henrique dos Santos

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