Troca de Óleo do Carro – Dicas, Erros e Cuidados



Confira aqui os principais erros ao trocar o óleo do seu carro.

Assim como o organismo humano e dos animais vertebrados possui fluídos que auxiliam os movimentos e evitam desgastes, os automóveis também precisam de um fluído que evite desgaste de peças: o óleo.

Mas qual a função exata do óleo do motor?

O fluído chamado óleo (produto do petróleo) para motor de carro tem a função de fazer lubrificar todas as partes móveis do motor, ou engrenagens, as quais entram em intenso atrito entre si. Estamos falando de pistões nos cilindros ou de virabrequim sobre as bronzinas. Termos incomuns para o popular, mas acredite, eles funcionam e precisam de lubrificação. Abaixo seguem os erros fatais que devem ser evitados na relação óleo/motor:



A – Nunca deixar de fazer a troca de óleo. Um motorista que simplesmente esquece-se de verificar a quilometragem (no caso, o prazo que vencer primeiro) previamente determinada pela indústria que produziu o veículo para a substituição de óleo lubrificante, poderá correr o risco de ver o motor de seu carro fundido.

A determinação padrão para troca de óleo varia de 5 mil a 20 mil quilômetros, equivalente ao prazo de 6 a 12 meses. Não deixe passar desse prazo, pois isso poderá ser prejudicial, já que, deste modo, os aditivos perdem suas essenciais propriedades resultado em grave desgaste nos componentes.



B – Não se deve deixar de observar o prazo exato da troca do óleo. De acordo com os especialistas, é muito normal que o nível de óleo (medido pela vareta) desça de nível alguns dias antes de vencer o prazo da substituição, dado que existe o processo de combustão sobre um pequeno volume do lubrificante no funcionamento do veículo.

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Entretanto, é necessário estar atento às seguintes anormalidades dentro dessa operação:

  1. O consumo excessivo, dado que em um motor novo será normal o resultado ser completar um litro em cada 5 mil km.
  2. No mostrador, o nível indicado na medida via vareta poderá estar distorcido devido ao veículo não estar no plano, ou porque o motor foi desligado naquele momento.

C – É necessário não deixar de trocar o filtro de óleo. É NECESSÁRIO fazer a substituição do filtro concomitante à troca do óleo, dado que o mesmo tende a acumular muitas impurezas que vão fatalmente contaminar o novo fluído lubrificante.

D – É necessário respeitar o manual. Não deixe de observar as regras do Manual. Todo óleo lubrificante possui essenciais características que, inevitavelmente, variam de acordo com as marcas existentes e as estruturas de motores. Estude sobre viscosidade e aditivação.

E – Verificar, rigorosamente, nível de óleo correto. E isso pode ser esclarecido com especialistas, mecânicos ou frentistas de postos. Teste de vareta no duto entre “mínimo” e “máximo”, ou seja, se marcar o “mínimo”, ainda não vale a pena fazer completar com mais lubrificante já que uma lata de 1 litro não é muito barata. Respeite o prazo, a hora que esgotar, complete, senão pode transbordar no completar o mínimo.

F – Se é possível trocar o óleo por diesel? Nunca é recomendável, mesmo por que, os manuais são claros. Um motor projetado para gasolina ou para etanol, jamais deve receber fluído especial para motores a diesel. Essa inadequação de um motor para outro, ou seja, entre motores a óleo e diesel é uma verdadeira advertência. Não arrisque o seu patrimônio e a sua segurança.

G – Nada de fazer acrescentar aditivos na troca de óleo. O óleo lubrificante é produzido de modo a estar provido, em sua substância, dos necessários aditivos para o correto funcionamento e a própria durabilidade do motor.

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Paulo Henrique dos Santos

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