Como Transportar Cachorro no Carro Sem Infringir a Lei

  

Confira aqui como levar o seu animal de estimação em segurança dentro do carro e sem cometer infrações.

Transportar seu animal de estimação no carro pode transformar-se em um transtorno se o motorista não tomar algumas medidas necessárias para deixar o peludo confortável e seguro. O Brasil é o segundo país em criação de cães, gatos e aves, sendo que já conquistou o terceiro lugar em faturamento com esse mercado tão generoso.

Contudo, alguns motoristas ainda insistem em levar os pets soltos, sem a menor segurança e às vezes, na janela com a cabeça para fora curtindo a vida. Tudo isso pode ser muito engraçado, mas o que a maioria não sabe é que está infringindo uma regra do código nacional de trânsito, que pode lhe custar 5 pontos na CNH, além de pagar R$ 120.

É provável que pouca gente conheça uma lei apelidada de “Lei da Cadeirinha”. Regulamentada pelo código de trânsito brasileiro em 2010, ela estabelece como o seu animal de estimação deve ser transportado dentro do carro. A cadeirinha é parecida àquelas usadas por crianças.

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O transporte do animal no carro exige alguns cuidados que devem ser seguidos para que você ande de acordo com a lei, por exemplo:

– O uso de bolsas

– Caixas Plásticas, próprias para transporte e com forro de naylon para deixa-lo confortável.

– Coleira peitoral e prendê-lo no cinto de segurança, sempre no banco de trás.

Todos esses cuidados vão evitar, além do que já foi explicado acima, que seu pet, na hora de uma freiada brusca ou até mesmo uma colisão, seja projetado para frente ou até mesmo para fora do carro, sofrendo assim sérios danos de saúde.

No caso de animais de grande porte, o condutor deverá retirar a tampa traseira, no caso de veículo grande, fixar bem firme a caixa para que não solte em caso de freada brusca. Tudo deve ser feito para que seu animal sofra o mínimo impacto.

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Enjoos e vômitos




Muitos pets acompanham seus donos em viagens mais longas, principalmente nas férias da família, eles adoram, pode apostar. Porém, alguns estão enfrentando o desafio pela primeira vez e podem sofrer com a “naupatia”, enjoos e ânsias de vômitos que acometem os peludos na hora dos solavancos na estrada.

Melhor se precaver antes de viagens longas com seu pet para não passar perrengue na estrada. Leve-o para uma consulta, assim saberá se ele está em forma para curtir e não atrapalhar seu passeio.

Segundo a veterinária Gislaine Mattos, do Centro Veterinário Pet Center Marginal/Petz, no Paecambu, São Paulo, todo esse movimento do carro costuma afetar os canais internos do ouvido, responsável pelo equilíbrio do pet.

Por isso, cuidado principalmente com filhotes, são os que mais sofrem com percursos distantes. Eles ainda não estão acostumados com movimentos bruscos, o organismo ainda está se estabilizando, por isso as náuseas. Porém, existem remédios que vão ajudar seu peludo a viajar mais tranquilo, explica a médica, nunca se deve recorrer a remédios caseiros.

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Animais de mais idade passam pelo mesmo transtorno que pode estar associado a lembranças de episódios ocorridos na infância, em caso de animais que sofreram de enjoos quando filhotes. Assim sendo, eles podem ficar ansiosos e estressados, chegando a passar mal.

A profissional recomenda que o tutor deve acostumar seu animal a passeios curtos de carro, interrompendo de vez em quando para ele caminhar um pouco. Isso vai ajuda-lo a associar a viagem a passeios agradáveis.

Outra recomendação importante: não se deve alimentar o pet antes de qualquer viagem, pois com o estômago cheio ele ficará mais apto à náusea e vômito. Portanto, somente o médico poderá receitar o remédio certo para que seu animal de estimação possa acompanha-lo nas viagens e não sofrer nenhum transtorno.

Por Ruth Galvão






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