Combustível Adulterado – Cuidados e Como Identificar

  

Aprenda a identificar sinais de que o combustível pode ter sido adulterado.

Mesmo com um longo projeto de fiscalização nos postos que oferecem combustíveis, há grandes irregularidades que podem acabar pesando para o bolso do consumidor, que acredita estar adquirindo um produto de qualidade. Por este motivo, é de grande importância saber como identificar as alterações nos combustíveis e garantir seus direitos. Confira aqui as alterações mais comuns feitas e como se proteger de fraudes.

Diesel:

Este óleo deve possuir uma aparência limpa e livre de qualquer tipo de impurezas ou resíduos. Também há a quantidade de enxofre que irá variar de acordo com o diesel. O S-10 possui 10 parcelas por milhão de enxofre, enquanto o S-500 possui 500 partes.

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Gasolina:

Este combustível permite a adição de até 27% de etanol anidro, ao passo que a gasolina premium permite 25%. No entanto, é muito comum que o componente seja adicionado em quantidades maiores que o permitido, a fim de baratear o produto para quem fornece e comercializar com um preço maior. Além disso, alguns locais acabam adicionando solventes.

Etanol:

Uma das alterações mais comuns feitas neste produto é a adição do etanol anidro, utilizado na gasolina, com o etanol hidratado, sendo que o que deve ser comercializado é apenas o etanol hidratado. Em casos piores, é comum ser feita uma mistura de água com o etanol anidro, deixando o etanol hidratado completamente de fora.

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Mas como se prevenir?

O primeiro passo a ser tomado é ter uma noção do preço desses combustíveis. Sendo possível a consulta em sites, mantenha-se atualizado sobre esses valores e desconfie de locais que estão comercializando os produtos com um preço abaixo da média.




Outra medida muito importante que pode acabar passando despercebida pelos motoristas, é confirmar se o preço exibido na bomba se iguala ao preço exibido no painel do posto. É exigido que esses painéis sejam exibidos sempre.

Outra informação que é possível observar na bomba é a procedência do combustível, ou seja, quem o forneceu. Além disto, há também a informação se o combustível é aditivado ou comum. Atente-se também, na bomba, para o selo do Inmetro.

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Caso você acredite que pode estar sendo enganado, exija que seja feito um teste na bomba da sua frente, lembrando que o maior valor de diferença permitido é de 100 ml, seja para mais ou para menos.

O consumidor também pode verificar a qualidade do produto, pois um posto não pode se recusar a fazer este teste. Não se esqueça de pedir a nota fiscal, que será a prova de que você abasteceu naquele posto.

Isabela Palazzo






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