Challenger, Camaro e Mustang enfrentam testes de colisão

  

Esportivos que deveriam apresentar mais segurança não se saem bem nos testes

Os testes de colisão foram feitos pela IIHS a organização é independente e financiada por seguradoras.

Para quem acreditava que os chamados “muscle cars” se dariam bem nos testes teve suas surpresas. Além do desapontamento eles nem sequer conseguiram o título de veículos seguros. As informações são do IIHS. De acordo com o órgão para ser classificado como seguro o carro precisa passar pelos testes de colisão frontal em velocidade reduzida e moderada, na contenção de cabeça nos bancos, na resistência do teto e no impacto lateral. No mais ainda precisa contar com sistemas básicos de segurança para a prevenção de acidentes.

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Dentre os analisados o Mustang foi o que mais se aproximou dos requisitos exigidos. O que faltou foi uma nota melhor para o teste de colisão parcial reduzida. No teste apenas 25% da frente do carro é atingida simulando uma batida com uma árvore ou poste.

No mesmo quesito o modelo da Ford obteve a classificação de aceitável.

O Camaro por sua vez também chegou apenas a nota de ser aceitável no caso da resistência do teto. Mas pecou em outros aspectos tais como as tecnologias básicas para a prevenção de acidentes. Em contrapartida ela foi o único bem avaliado na colisão simulada com uma batida em poste.




De todos, o Challenger foi o que teve pior desempenho. A nota obtida no teste de colisão frontal nem sequer é digna de nota. Para se ter Ideia da situação para que o boneco usado nos testes pudesse ser retirado foi preciso desparafusar as pernas dele. Mesmo assim, duas classificações “aceitáveis” foram conquistadas pelo modelo na parte de contenção das cabeças e bancos e do teto.

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De fato havia a expectativa de que modelos mais potentes fossem melhores nesses pontos uma vez que são construídos para atingirem grandes velocidades. As versões que foram analisadas pelo IHSS eram todas equipadas com motores V8.

Dado o fato de que carros esportivos apresentam um alto número de acidentes. É de extrema importância que eles ofereçam aos condutores o máximo de segurança possível de acordo com Adrian Lund, presidente do IIHS.

O instituo ainda ressaltou que não costuma fazer testes com modelos esportivos até porque eles representam uma fatia menor do mercado. Mas que a decisão de avaliar esses modelos foi motivada pelo fato de que os esportivos geram mais gastos para as seguradoras.

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Por Denisson Soares






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