Google quer Parcerias com mais Montadoras





O desenvolvimento de uma tecnologia autônoma para carros está entre as prioridades do Google. Conforme informações da agência Reuters, a empresa está procurando parcerias com montadoras automotivas de maior destaque, visando acelerar o processo de fabricação. O Google pretende colocar os veículos com esta nova tecnologia nas ruas em no máximo cinco anos.

Entre as fabricantes que constam na lista da companhia estão: Ford, Daimler, General Motors, Volkswagen e Toyota. O Google não definiu ainda se será fabricado um veículo autônomo próprio ou em parceria com as marcas tradicionais. Os sistemas e componentes estão sendo desenvolvidos com fornecedores de peças automotivas como Bosch, LG, Continental e ZF.

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Histórico da Invenção:

Em maio de 2014 o Google anunciou que começaria a fabricar seus próprios carros que possuem a função de dirigir sozinhos. A ideia inicial não levava em consideração a hipótese de adaptar veículos já produzidos por outras montadoras.


O veículo terá espaço para apenas dois lugares, não haverá pedais ou volante, apenas um botão com a função de partida e parada. Ele pode atingir a velocidade máxima de 40km/h.

As primeiras fotos do protótipo mostraram um veículo com “cara simpática” para atrair as pessoas à tecnologia autônoma. Entre as suas características externas mais marcantes está o fato de não possuir capô na frente e as rodas são mais afastadas para os lados. A dianteira do carro é feita de um material macio parecido com uma espuma no lugar do tradicional amortecedor. O para-brisa é flexível, podendo reduzir lesões caso ocorram acidentes.

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O Google informou que serão instalados sistemas adicionais com a possibilidade de o motorista assumir a direção do veículo em casos de urgência.

Enquanto os profissionais ligados ao Google acreditam que o veículo irá melhorar a vida das pessoas, há pesquisadores que elencaram alguns malefícios que essa tecnologia pode trazer, como o aumento do fluxo de carros nas cidades, já que as pessoas não precisarão mais dirigir. 

Por Rafaela Fusieger



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