ESP – Controle eletrônico de estabilidade é raridade em carros no Brasil



  

Não faz muito tempo se tornou obrigatório, no Brasil, a adoção pelas fabricantes no caso dos modelos vendidos aqui de freios com ABS e airbags frontais. Mas basta uma olhada mais atenta para perceber que mesmo com a evolução em termos de segurança ainda há uma grande diferença entre o “aqui” e o que é comercializado lá fora. Na realidade está mais para um grande abismo nesses termos de diferença.

Um dos exemplos que podemos facilmente citar é um equipamento. A título de curiosidade ele é um dos mais importantes quanto o assunto é evitar acidentes. Estamos tratando aqui do ESP. A sigla na língua inglesa para controle eletrônico de estabilidade.

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Em resumo esse item é responsável por fazer o controle de diversas funções no carro. Um dos principais objetivos é evitar que o automóvel saia da pista em uma curva ou que frenagens erradas venham a acontecer dentre diversos outros aspectos. Para se entender melhor a ideia desse equipamento basta encará-lo com uma ajuda que minimiza os erros cometidos pelo motorista.

Não faz muito tempo o ESP só podia ser visto em carros de luxo. Entretanto, de uns tempos para cá esse equipamento passou a ser uma presença constante em modelos bem mais baratos e acessíveis. Entre os exemplos que podemos citar estão o Ford Ka, o VW Fox e o Saveiro.

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Mas nem tudo é bom nessa história. Recentemente em uma pesquisa divulgada pela Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o item ainda é raridade por aqui.

A Cesvi fez uma análise levando em consideração 297 modelos que são oferecidos em terras brasileiras. Esses modelos somam um total de 940 versões.

Dos avaliados apenas um percentual de 47,8% é que contava com o ESP já como item de série. E ainda assim era mais do que visível a predominância do dispositivo nas marcas tidas como premium.

Em termos comparativos no caso dos segmentos uma fatia de 15% (compactos) contava com o aparelho. Em 85% nem sinal dele.

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O jeito é aguardar para ver se no futuro a situação tenha uma mudança drástica.

Por Denisson A. Soares

ESP

Foto: Divulgação






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