Toyota Mirai – a promessa movida a hidrogênio





A Toyota confirmou a produção do carro movido a hidrogênio, que chamará Toyota Mirai. O modelo, que anteriormente era chamado de FCV, chegará primeiramente no Japão, no mês de abril de 2015, com previsão de vendas na Europa e nos Estados Unidos no meio do ano que vem.

O modelo foi exibido no Los Angeles Motor Show e será vendido no Japão por aproximadamente R$ 170 mil, porém, o preço nos demais países dependerá de subsídios oferecidos por seus governos.




O nome do carro, Mirai, é um termo japonês que significa “futuro”, ou seja, essa é a grande aposta de tecnologia da Toyota para os carros daqui a algum tempo, que está sendo desenvolvida há aproximadamente 20 anos e agora que terá seu primeiro modelo lançado.

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Foto: divulgação

O funcionamento do motor é baseado no abastecimento de uma célula de hidrogênio, que gera energia eletromagnética que será transferida em cinética para as rodas. A grande vantagem é que o carro emite apenas vapor de água em seu escapamento, sendo uma alternativa bastante sustentável de resíduo.

Como o hidrogênio ainda não é distribuído tão facilmente nos postos de combustível ao redor do mundo, a venda dos carros concentrará em lugares que já disponibilizam esse produto para os clientes; o abastecimento de carro dura cerca de 5 minutos.

Em nota, durante o anúncio do nome do carro, representantes da Toyota disseram que a história do automobilismo está escrevendo uma nova página, com o fornecimento de um carro que é ecológico e que fornece o mesmo prazer ao dirigir que os demais.

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Foto: divulgação

Quanto à autonomia, o carro percorre cerca de 480 quilômetros com um tanque cheio. A empresa ainda se gaba que o combustível pode ser produzido a partir de qualquer coisa, até mesmo do lixo, e que a quantidade de energia que a célula de hidrogênio pode armazenar é capaz de suprir uma casa durante cerca de uma semana.

Mesmo sendo um carro restrito a países de primeiro mundo inicialmente, ele é uma grande promessa para os problemas de poluição atuais, assim como uma possibilidade de depender cada vez menos de petróleo para funcionar os automóveis.

Por Rannier Ferreira Mendes



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