Conheça o utilitário Mahindra Pik-Up



O nome até que é um pouco estranho: Mahindra. Alguém já ouviu falar dela? Pelo sim ou pelo não, vamos explicar do mesmo jeito.

Mahindra (para quem não sabe é claro) é nada mais nada menos do que a segunda maior fabricante de veículos da Índia. Ficando atrás apenas da Tata Motors. Até recentemente passava despercebida. Mas, quando comprou a montadora coreana SsangYong, começou a ter certa notoriedade.



Para quem acha que ela está longe de lançar algo por aqui, fique sabendo que a marca indiana já está presente no Brasil. E não é de agora. Sua atuação aqui é desde 2007, mesmo considerando o fato de alguém ver alguma raridade da montadora nas ruas.

De uma maneira geral, os principais clientes da marca estão na classe daqueles que necessitam de veículos que sejam resistentes, que tenham um motor a diesel, espaço para carga e, de acordo com o negócio, um bom preço também.



Apesar de não ter tanta propaganda, é exatamente nesse ponto que a Mahindra se destaca. O motivo é bastante simples: os utilitários vendidos pela montadora indiana são os que têm os preços mais baixos em suas categorias aqui no Brasil. Por exemplo, começando em R$ 62.900 como é o caso do modelo chamado “Pik Up”.

O Mahindra Pik Up (é assim mesmo o nome do modelo “completo”) é um VUC que podemos chamar de “descente”. Conta com direção hidráulica, mas ainda assim o volante apresenta um certo peso. O câmbio é manual, a alavanca é longa e exige um braço resistente para operá-la.

Mas isso é apenas o mínimo já que quem encontra muita dificuldade em operar o veículo são pessoas que vem de modelos convencionais. De qualquer forma, todo mundo pode aprender a dirigir um caminhão pequeno.

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No Mahindra Pik Up o motor é um austríaco produzido pela AVL. O bloco é um 2.2 turbodiesel que é capaz de gerar 120 cv a 4.000 rpm e 29,5 kgfm de torque já a partir de 1.600 rpm.

Olhando assim, o motor é, em teoria, pouco potente. Mas se engana quem pensa que sua capacidade não dá para nada. Ele é forte o bastante para carregar cerca de quatro toneladas.

A marca vende pouco no Brasil. Entre os motivos para isso estão o fato de que quase ninguém a conhece o que aumenta a sensação de insegurança. A linha de montagem da empresa fica em Manaus (AM). Os melhores anos para a empresa foram em 2009 e 2010 quando, acreditem, conseguiu emplacar 500 carros por ano. Daí em diante houve uma queda significativa, mas em 2013 começou a melhorar.

Parece que o que está faltando é a marca aparecer já que mostrou que tem produto que funciona bem e um preço competitivo no mercado.

Por Denisson Soares

Foto: divulgação

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