Denatran liberou a suspensão regulável para carros rebaixados




Não faz muito tempo, afinal foi no fim do último mês, que o Departamento Nacional de Trânsito – Denatran –  decidiu liberar a modificação (que já era usada por alguns espertinhos de plantão) que visa alterar a suspensão dos carros. Até a suspensão chamada de regulável foi liberada. Até o Danatran liberar  para o consumidor a mudança, quem quisesse ter tal recurso precisaria adquirir um modelo que já o possuísse de fábrica.

A alteração que tem como objetivo rebaixar o veículo já se tornou meio que popular nos últimos tempos com a visibilidade cada vez maior alcançada pelo tuning. Entretanto, era apenas permitida a utilização da suspensão fixa. Ou seja, alteração nas molas e amortecedores. A título de curiosidade no mês de agosto do ano passado até mesmo esse fator tinha sido revogado pelo Denatran, mesmo que em caráter de temporalidade.


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Nesse entre meio, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), decidiu criar um grupo de trabalho com o objetivo de desenvolver e definir maiores detalhes sobre os temas relativos a legalização. Para esse trabalho foram reunidas empresas do setor bem como entidades de diversas outras áreas. As novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União no fim do mês de março. As regras estabelecidas tiveram como base a resolução de número 479.

Então? O que se tornou aceito?

De acordo com as novas regras tanto a suspensão fixa que já vinham de costume de fábrica quanto a regulável, que é aquela que permite que se controle a altura do veículo estão liberadas.


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Mas nem tudo é permitido. O Denatran, a exemplo disso, definiu como altura mínima na relação carro-solo de 10 centímetros. A medida é feita levando-se em consideração a parte mais baixa do veículo. Outro detalhe importante, é que o conjunto de rodas e também de pneus  não poderá tocar em parte alguma do veículo na hora de fazer o esterçamento.

Harley Bueno, diretor da Associação Nacional de Organismos de Inspeção (Angis), comentou a respeito do assunto que isso é mais por questão de segurança. De acordo com o diretor da associação que agrupa diversas empresas que vistoriam veículos alterados “se um veículo não consegue ser totalmente esterçado, numa curva, por exemplo, ou precisa entrar de lado para passar em uma lombada, tem que ser barrado". Vale ressaltar que a modificação mais vistoriada por essas empresas é exatamente o rebaixamento.

Por Denisson Soares

Carros rebaixados

Foto: Divulgação

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