Blindagem em Carros cresce no Brasil

  

Pelo visto está cada vez mais difícil sair na rua no Brasil. Um exemplo do medo da população é justificado pelo aumento nos serviços voltados para a blindagem de veículos. Recentemente, empresas que atuam no setor divulgaram que houve um aumento de 11,5% apenas nos seis primeiros meses do ano. Foram blindadas no total 4.769 unidades.

De acordo com as previsões apresentadas esse número deverá ser superado até o fim do ano chegando a marca das 10 mil unidades. Esse números quebrariam ainda o record obtido no ano passado.

A Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) que engloba 31 empresas da área informou que a Região Norte teve uma participação maior neste ano. O Estado de São Paulo continua liderando o ranking de pedidos com cerca de 70% do mercado, na seqüência temos o Rio de Janeiro e logo depois Pernambuco.

Os Estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Alagoas, Distrito Federal, Paraná e Santa Catarina ficam com uma representatividade de nove por cento dos veículos blindados conforme as informações do balanço realizado.

Outro dado importante divulgado pela Associação Brasileira de Blindagem foi em relação ao perfil dos usuários do serviço. De acordo com os dados analisados referente ao primeiro semestre, a grande maioria dos usuários são homens representando algo em torno dos 57,5%. A maior parte deles tem uma idade entre 30 e 39 anos. Já no caso das mulheres essa idade fica entre 40 e 49 anos. Do total dos usuários 79% são da classe executiva e empresária, 10% artistas, juízes e políticos representam 6% e 5% respectivamente.

A lista dos modelos de carros mais blindados também foi divulgada. Confira os mesmos em ordem:

1 – Volkswagen Tiguan

2 – Range Rover Evoque, da Land Rover




3 – Volkswagen Jetta

4 – Toyota Corolla

5 – Range Rover Discovery, da Land Rover

Nesses modelos a blindagem feita é a de nível III-A com uma linha de resistência que suporta tiros de submetralhadoras- pistolas 9mm, 44Magnum e revólveres. As empresas que prestam este tipo de serviço precisam ser autorizadas pelo exército.

Por Denisson Soares

Foto: Divulgação






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