Trânsito paulistano – piora com aumento na venda de automóveis





A grande alta nas vendas de veículos automotores entre o final do ano passado e início de 2010 foi extremamente comemorada por aqueles que atuam nessa esfera. Inúmeros modelos foram comercializados antes do fim da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), desde populares a luxuosos, de nacionais a importados.

O trânsito de São Paulo, personificado como pessoa, sente os principais impactos a partir dessas vendas em crescimento exacerbado; buzinas, xingamentos, vários quilômetros de paralisação em suas veias principais e secundárias são alguns dos efeitos mais latentes. Contudo, algo invisível na altura dos olhos é prejudicial à saúde interior.




Gases tóxicos, nocivos aos seres humanos, animais e, por que não, vegetação, aumentam consideravelmente as possibilidades de crianças e adolescentes de até 18 anos contraírem doenças respiratórias. Pesquisas confeccionadas pela Universidade de São Paulo e pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) atestam os casos típicos entre as pessoas dessa faixa etária onde existe ampla concentração de automóveis circulantes.

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A poluição atinge seus mais altos níveis no inverno, segundo reportagem enunciada pelo Canal Executivo UOL, justamente em virtude da falta de chuvas e da própria temperatura, que estorvam, então, a dispersão dos poluentes.


Se a indústria automotiva tanto depende das vendas de carros, por que não adotar outras medidas para incentivar a compra de veículos novos por aqueles que têm algum mais antigo, desde que o efeito rodízio não impere?

Por Luiz Felipe T. Erdei



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