Archive for the 'Nostalgia' Category

História da Mercedes-Benz

Dois slides interessantes mostrando vários modelos feitos desde a fundação da Mercedes-Benz em 1886. O primeiro lista a maioria dos modelos da montadora, o segundo tem fotos do Museu Mercedes-Benz em Stuttgart, Alemanha.

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admin on Março 17th 2008 in Mercedes, Nostalgia

Desfile de carros antigos de Pebble Beach, Califórnia

Um desfile com antigos Bugatti, Delahaye e outros, carros que outrora foram de luxo, queridos, requisitados e agora… bem, agora são o supra-sumo da elegância, de luxo, queridos e requisitados!

 

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admin on Março 11th 2008 in Desfiles, Nostalgia

Comerciais de carros bem antigos

Há muito tempo atrás, numa galáxia não muito distante, havia alguns belos sedãs fabricados no Brasil que fizeram fama por seu luxo e conforto. No final da década de 1950 e começo da década de 1960, o Brasil ainda estava dividido entre os carrões de inspiração americana e os mais compactos (e nem tão pequenos) europeus. É dessa época, por exemplo, o famoso Simca Chambord, tido como um baluarte do luxo e da beleza, um carro que parecia que estava voando, de tão macia sua suspensão. Equipado com um motor V8 de 2,35 litros, o carro tinha força suficiente para fazê-lo gerar 90cv e chegar a 145km/h, o que lhe rendeu o apelido de Belo Antônio - bonito mas impotente.

 

Outro carro bem-quisto da época, o Aero Willys 2600 de 1963 contava com um motor de 6 cilindros em linha e 2,6 litros. Não era um V8 como o Simca Chambord, mas era mais potente e igualmente luxuoso.

 

E, para completar, uma coleção de anúncios em revistas européias da Opel, a antiga montadora alemã adquirida pela GM na década de 1920. Há alguns modelos clássicos aí, como o Commodore, que deu origem aos Opala brasileiros e o Chevette. Consegue localizá-los?

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admin on Março 6th 2008 in Aero Willys, Comerciais, Nostalgia, Opel, Simca

Carro grande vs carro pequeno - um pouco de história

Dodge Charger RT, exemplo de carrão beberrão dos anos 1970 que foi afetado pela crise do petróleo

É comum, nas conversas entre amigos sobre carros, quando lembramos dos velhos modelos “banheiras” da década de 1970 que as pessoas digam que os carros hoje tendem a ser menores que os carros daquela época, que isso foi causado pelo choque do petróleo porque carrões são muito gastadores e blá blá blá. Bom, é verdade que a crise do petróleo da década de 1970 afetou duramente as economias ocidentais, EUA e Europa inclusive, e que isso fez com que diminuísse a venda dos “carrões”. A Chrysler que o diga, pois faliu justamente por causa disso. Mas os carrões realmente deixaram de ser fabricados, apenas ficaram mais econômicos ou tudo continuou na mesma?

Bom, no Brasil sim, os grandes carrões pararam de ser vendidos. Mas isso não aconteceu logo após a crise do petróleo. O Ford Maverick, carro considerado grande por aqui, mas uma aposta da Ford como um carro barato, compacto e econômico nos EUA, foi vendido por aqui até 1979, no auge da crise do petróleo. O Ford Galaxie, famoso por seu enorme motor V8, foi vendido até 1983, bem depois da crise. Os Dodge, bem, saíram de cena em 1979, com a quebra da Chrysler americana. O que restou para nós foram apenas os nossos conhecidos Chevette, Corcel, Del Rey, Opala, Fusca, Gol, Passat e outros que, embora viessem a ser substituídos por modelos mais econômicos depois, seriam todos modelos pequenos, à exceção do Opala. A resposta por aqui tem mais a ver com a crise econômica brasileira desde a década de 1980, reforçada fortemente pelo fechamento do mercado à importação de veículos, do que com o aperto do petróleo.

Enquanto isso, nos EUA, os grandes sedãs Chevrolet Impala, os Pontiac, os Buick e outros, bem como as picapes Ford e GM também sofreram nas vendas, a ponto do Chevrolet Impala ter tido sua produção interrompida na década de 1980, por exemplo, quando os carros japoneses, pequenos, econômicos e de baixa manutenção, entraram forte no mercado. Na Europa, a opção pelos carros menores fez o sucesso de fábricas como a então estatal Renault, da França, e a Fiat, na Itália. Mas os grandes modelos alemães Mercedes-Benz e BMW nunca pararam de ser fabricados. E, hoje em dia, o Chevrolet Impala é tão grande quanto o gigantesco Impala da década de 1950, os BMW série 5 e série 7 continuam sendo do mesmo tamanho das mesmas séries da década de 1970, entre outros exemplos.

Enfim, não é que os carros tenham ficado menores, meus amigos. É que nossos bolsos encolheram.

Abaixo, O gigante BMW série 7 de 1977:BMW Série 7 1977

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admin on Março 3rd 2008 in Nostalgia

VW Variant 1970 - 1981 e VW Passat Variant

De 1970 a 1978 a Volskwagen do Brasil produziu um carro que certamente ficou na memória de muita gente. Marcou minha infância inclusive, quantas viagens não fiz nesses carros quando ainda pequeno!? O carro, que ficou conhecido como uma Brasília extendida foi, na verdade, lançado antes do pequeno Volkswagen, em 1969, enquanto a Brasília, que veio para concorrer com o Chevrolet Chevette, foi lançada em 1973.

O carro contava com um motor traseiro refrigerado a ar e tração traseira de 1.600 centímetros cúbicos, o mesmo que equipava a própria Brasília, o TL e o Fusca 1600. Mesmo com a suposta menor eficiência na refrigeração, o motor era robusto e resistente, gerando 67 cv que faziam o carro chegar a mais de 130km/h, segundo teste da Revista Quatro Rodas. Aliado à facilidade de manutenção, o motor certamente contribuiu para o sucesso do carro.

Em 1978 o carro sofreu uma reformulação, passando a ficar mais com a cara da Brasília, ganhando o nome de Variant II. Porém, já caro para a época e defasado tecnologicamente, o carro foi tirado de linha em 1981.

Abaixo, alguns vídeos que mostram a evolução do carro:

 

Variant 1970

Variant 1976

Música: Lynyrd Skynyrd - Sweet Home Alabama de 1974

Variant II 1978

VW Passat Variant

Note que o VW Variant se trata de uma variação do TL, não do Passat. Na Europa, o Passat Variant já existia na década de 1970 e era simplesmente a versão perua dos mesmo Passat que eram fabricados no Brasil naquela época. Em 1980 a linha Passat passou por uma reformulação e se tornou o carro que conhecemos por Santana, que foi lançado aqui em 1984. Portanto, o VW Passat Variant deles é a nossa Quantum. Com a abertura das importações na década de 1990, os Passat alemães passaram a conviver com os “Passat” brasileiros, ou seja, os Santana e Quantum, que saíram de linha em 2006.

Na galeria abaixo, vemos o Passat Variant 1973 europeu, carro que não foi vendido por aqui:

O Passat Variant 1980 europeu, que viria a ser a nossa Quantum:

O Passat Variant 1988 europeu, que viria a ser a nova Quantum 1992 (Santana em 1991) com grade diferente:

O Passat Variant 1993 que, sendo importado, conviveu com os velhos Santana e Quantum da geração anterior:

O Passat Variant 1997, que fazia ficar ainda mais evidente a diferença dos velhos Santana e Quantum e de suas contrapartes alemãs:

Passat Variant 2000:

A maravilhosa versão atual, de 2005, aqui representada como a Passat Variant 2006:

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admin on Fevereiro 21st 2008 in Nostalgia, Variant, Volkswagen

Comerciais de Brasília da década de 1970

Você se lembra da Brasília? Aquele carro pequenino, de linhas retas, pouco menor que uma Variant? Pois então, aqui vão dois comerciais do tempo em que esse carro era novo:

Brasília 1973

Brasília 1978

Inspirado no poema de Carlos Drummond de Andrade, um comercial poético de muito bom gosto. Margarida, que amava Beto, que amava Lu, que amava Danilo…

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admin on Fevereiro 20th 2008 in Brasilia, Comerciais, Nostalgia, Volkswagen

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