O carro mais barato do mundo é indiano e tem muitos fãs, pelo fácil acesso e pelo preço de praticamente uma motocicleta.
Mas esta semana um sinal de alerta acendeu para estes veículos, isto porque um novo incêndio aconteceu com o Nano: é o quarto acidente similar, mas a montadora prefere analisar como incidentes isolados e não fruto de problemas generalizados do modelo.
A noticia afeta a credibilidade da marca Tata, que já prepara algumas alterações para a entrada no mercado europeu.
Em tempo: o carro custa algo em torno de US$ 2.500,00, pouco menos de R$ 5.000,00. Ainda não há previsão de chegada ao mercado Brasileiro.
A fumaça está preta para o lado da Tata, com seu carro mais barato do mundo, o Nano. Não só o modelo menos equipado encalhou nas vendas como agora há proprietários insatisfeitos com um “probleminha” do carrinho: ele pega fogo. Sozinho.
O incidente aconteceu com três proprietários do Nano em Delhi, Lucknow e Ahmedabad. Por enquanto, a Tata está recolhendo os carros que pegaram fogo e fazendo testes próprios, antes de convocar um recall. Segundo o pessoal da própria Tata, o defeito estaria num interruptor que controla farois dianteiros e limpadores de parabrisas, que em alguns veículos apresentava seu plástico derretido.
Interessante. A Tata já sabe a resposta. Mas pode não haver recall. Na Índia, mesmo que sejam detectados problemas nos produtos, recalls não são obrigatórios.
O vídeo abaixo mostra um Nano cujo painel pegou fogo na cidade de Lucknow (avance para 2:45 para ver o estrago):
Os indianos da Tata estão com as barbas de molho. O carro mais barato do mundo, o Tata Nano, simplesmente está com as vendas encalhadas. E foi logo a versão mais básica que não vendeu bem.
Isso fez com o lucro líquido da Tata cair 50,7% em 1 ano, o que levou à revisão das estratégias de marketing da empresa, que ainda não anunciou o que fazer com as unidades encalhadas. Imagino que o carro tem apelo suficiente para passar por bom e barato, mas que a versão despojada foi básica demais até mesmo para um mercado como o indiano, acostumado a produtos baratos.
Quem pensava que o Tata Nano não daria certo, pode morder a língua! Quase 203 mil unidades deste “pequeno gafanhoto” em quatro rodas já foram vendidas.
Trata-se do automóvel mais barato do mundo, porém, os felizes compradores precisarão aguardar! A capacidade de produção da Tata Motors é para fabricar apenas 100 mil carros até o final de 2010.
O Nano custa cerca de 100 mil rúpias (US$ 2 mil), e deve custar cerca de R$ 10 a R$ 15 mil no Brasil. O modelo “luxo” custa mais caro (claro!), e sai por 185 mil rúpias (cerca de US$ 3,8 mil).
Mais da metade dos pedidos de compra são para o modelo luxuoso do Nano, que vem com ar-condicionado e vidros elétricos. Já o modelo intermediário conta com 30% dos pedidos e o modelo básico menos de 20%.
Você sabe quantos carros existem por cada mil habitantes na Índia? Apenas nove. Bem diferente de São Paulo, hein?!
Na Índia já tem gente rodando com o Tata Nano, o carro mais barato do mundo. As vendas naquele país começaram neste finalzinho de março, ao preço de cerca de US$ 2,000 por unidade (cerca de R$ 4.500,00), na versão mais barata a BS II, nas cores “vermelho corrida”, “branco marfim” e “azul do verão”.
O carro, por enquanto, se encontra disponível no website e em showrooms para Bengala Ocidental, Kolkata, Asansol, Kharagpur e Malda.
No Brasil, o carro deve estar disponível a partir de 2010 ou 2011. Ratan Tata, um dos principais acionistas e herdeiros da empresa, já anunciou que o grupo tem intenção de fabricar o carrinho no Brasil.
A Tata Motors divulgou na quinta-feira, dia 26 de fevereiro, que as vendas do Tata Nano começarão em abril deste ano de 2009. O carro será o mais barato do mercado, custando apenas US$ 2 mil (pouco menos de R$ 5 mil no câmbio deste final de fevereiro). O carro será lançado oficialmente no dia 23 de março.
A Tata deveria ter lançado o modelo antes, mas teve problemas na construção de sua fábrica em Bengala Ocidental, devido a protestos de ativistas e camponeses.
Bom, o carro é barato. Mas o interior é isso aí do vídeo embaixo. Estou curioso para saber como ele se comporta no crash test e qual a durabilidade das peças.
Temos cada vez mais chances de receber o “carro do povo”, como o próprio fabricante o chama. A Fiat ,que já tem uma pareceria com a montadora indiana onde ela distribui seus produtos no mercado indiano através da rede de revendedores da Tata, pode ser o canal do carrinho para ser vendido aqui no Brasil.
Este é um carro “super-barato”, que custa a bagatela de U$2.500,00 na Índia, ou seja, R$5.500,00. Trata-se de um monovolume de 4 portas impulsionado por um motor de dois cilindros que rende cerca de 33 CV, (renderá um pouquinho mais com a gasolina brasileira) posicionado na traseira do veículo. O carro comporta quatro pessoas em seu bem desenhado, mas espartano, interior. E, apesar de seu desenho, impressiona pela simplicidade e pelo aproveitamento dos espaços. O que mais chama a atenção no carro é o que ele não tem! Ou seja, ar condicionado, rádio, direção hidráulica, quebra-sol, etc. Mais o importante é que ele é barato (e muito) e promete fazer quase 28 Km por litro de gasolina!
É claro que o carro terá que receber alguns complementos para se adaptar à legislação brasileira, o que deve encarecer o carrinho em uns cem reais. Se a Tata mantivesse o preço de venda do veículo, ele chegaria aqui por cerca de R$7.800,00, isso já contando com os impostos, as pequenas adaptações e o frete. Mas não espere poder comprar o carro por esse preço (razoável tendo em vista a qualidade), já que podem acontecer algumas mudanças de acordo com as pesquisas de consumo a serem levadas a cabo antes de seu desembarque.
Por exemplo, se a pesquisa acusar que o carro venderia por aqui 100 mil unidades por ano se fosse vendido a R$8.000,00, ou 70 mil unidades caso custasse R$15.000,00, ele seria vendido pelos R$15.000,00 mesmo, já que é preferível receber R$1,05 bilhões por 70 mil carros que receber R$800 milhões por 100 mil carros. É a lei do menor esforço. Além disso, tendo como exemplo os carros vendidos aqui e comparando seu preço na Europa ou EUA com o preço que pagamos, fica bem fácil para os indianos concluírem que nós estamos acostumados a pagar mais que o dobro por produtos que, por defasagem tecnológica, já nem são fabricados em outros lugares!
Portanto, eu não me surpreenderia se ele fosse vendido aqui por R$18.000,00 e, mesmo assim, fosse um sucesso!