Arquivo

Arquivo da Categoria ‘usados’
 




Comprar um carro usado está cada vez mais difícil!

3, dezembro, 2008

Com a tão infame crise econômica mundial, as taxas de juros para financiamento de carros estão cada vez mais altas. Lembra aquele período até agosto de 2008 quando era possível comprar qualquer carro novo com uma pequena entrada e taxa 0% e carros usados por 0,49% ao mês?
Então, isso é passado! Hoje as taxas para financiamento de carros usados que dependendo da idade do carro vão de 0,99% a 8,9% a.m.! Isso acaba tornando quase impossível financiar um carro usado ou semi-novo.
Mas graças aos subsídios dados pelas montadoras, aos poucos as taxas para carros novos vão caindo, algumas montadoras como Renault e Chevrolet por exemplo, já voltaram a aplicar a política do “juro 0″ em alguns de seus modelos para financiamentos de até 24 meses e com entrada de 50 ou 60%.
Isso é muito importante, porque acaba mudando drasticamente o mercado de carros no Brasil.
Para você ter uma idéia, Hoje é mais favorável financiar um carro novo!

Por exemplo: Vamos realizar uma simulação de financiamento com condições bastante parecidas.

Primeiro vamos fazer a simulação com o carro usado.
Chevrolet Celta 1.0 do ano de 2007.
Custa em média R$23.000,00
Entrada de R$14.000,00
O resto em 24 vezes de R$652,19
O que totaliza R$29.652,56

Agora vamos ver o carro novo!
Chevrolet Celta 1.0 ZERO KM
Segundo a Fipe, custa R$26.781,00
Entrada de R$14.000,00
O resto em 24 vezes de R$552,89
O que totaliza R$27.269,36 – a diferença fica por conta da TAC, ou taxa de abertura de crédito, que é cobrada pelo banco que concede o crédito!

Agora você tira suas conclusões, um carro novo pode custar quase R$2.500,00 menos que um idêntico com 2 anos de uso.
Você pode dizer que não é vantagem porque o carro novo não vem emplacado e nem com o IPVA quitado. Mas se você negociar com a concessionária, pode levar além de IPVA e licenciamento, um belo brinde ou até um desconto extra!
Além disso, 2 anos a menos valorizam, e muito, o carro na hora de vende-lo.

*Essa é uma tendencia geral, não uma lei. Nem todo financiamento de carro usado é desvantajoso!

admin Chevrolet, Dicas, Financiamento, preços, usados

Manual para quem quer comprar um carro usado

19, outubro, 2008

Como solicitado por vários leitores, nós do www.carrobonito.com preparamos um manual com algumas dicas simples a seguir na hora de comprar um veículo usado ou semi-novo. Você verá que apenas seguindo esses passos, você pode, além de evitar problemas futuros, fazer um ótimo negócio.

Confira as dicas!

Como comprar um carro usado?

Como verificar a mecânica de um carro usado?

Como inspecionar a lataria de um carro usado?

Como verificar os documentos de um carro usado?

admin DETRAN, Dicas, Financiamento, Manual do Comprador, fipe, preços, usados

Como escolher um carro usado para comprar

19, outubro, 2008

Este post é parte da série “Manual para quem quer comprar um carro usado“.

passo – Defina o que você quer

A primeira coisa a fazer é definir quanto você quer gastar em um carro, e como você quer pagar por ele. Depois do orçamento preparado, você deverá verificar que modelos e faixas de ano se encaixam nele. Para isso basta pesquisar em sites que se dedicam à compra e venda de veículos, filtrando por preço. A partir dos modelos obtidos, faça uma lista de 4 ou 5 modelos que mais te interessem.

Saiba que, no modo de pagamento financiamento, o valor da taxa de juros cresce de acordo com a idade do carro. Portanto fique atento, devido as diferentes taxas de juros, o financiamento de um VW Gol do ano 1995, pode ser mais caro que o de um carro do mesmo modelo com ano de fabricação 2000. Lembre-se também que o que conta para efeito de definição da taxa de jutos é o ano modelo do carro, e que o ano de fabricação só tem efeito sobre o valor do IPVA.

Outra dica é consultar a tabela FIPE, que é feita com base nas transações realizadas em todo o Brasil e mede os preços médios de cada modelo, ano e versão. Mas essa tabela deve servir apenas como um guia, já que não leva em conta o estado de conservação dos veículos que, quando muito bem conservados, podem chegar a custar 40% mais que a média e mesmo assim continuar sendo um bom negócio. Apesar disso, pode ser uma boa base de argumentação quando você for negociar o preço do carro escolhido.

passo – Pesquise sobre os modelos escolhidos

Pesquise sobre desvalorização e problemas comuns aos modelos escolhidos.

Para verificar a desvalorização, basta entrar outra vez na tabela FIPE e verificar o quanto os modelos caem de preço em média. Primeiro você checa o preço do modelo e ano desejados e compara com os preços de anos anteriores. Isso ajudará a obter uma estimativa de quanto valor o modelo vai perder durante o período em que você esteja com ele. Fuja dos modelos com desvalorização acentuada se comparada a outros modelos, isso pode indicar que o modelo tem algum problema crônico, desgaste prematuro ou que suas peças são muito caras.

Depois disso, pesquise sobre os problemas comuns apresentados pelo modelo. Isso não é difícil, basta que você busque no Google, digitando, por exemplo “problema comum chevette”, que nesse caso verá que o modelo sofre de infiltrações de água. Mas, se a sua busca identificar algum “problema comum”, que seja muito grave ou custoso para ser resolvido, fuja do modelo.

Também vale conversar com algum mecânico que você conheça e confie, ele pode prestar maiores esclarecimentos.

passo – Encontre o veículo desejado

Depois de saber seu orçamento e os possíveis candidatos ao posto de seu próximo carro, chegou a hora de de encontrá-lo!

Para isso, vale tudo: pesquisar no jornal, sites de compra e venda de veículos, procurar pelas revendas e concessionárias, vale até Mercado Livre. Mas não se afobe, além de não comprar o primeiro carro que aparece, procure ver vários carros antes de decidir. Veja qual melhor atende seus requisitos.

Próximo passo – Como verificar a mecânica de um carro usado?

admin Manual do Comprador, fipe, preços, usados

Como inspecionar a mecânica de um carro usado

19, outubro, 2008

Este post é parte da série “Manual para quem quer comprar um carro usado“.

Inspeção mecânica

Agora que você já tem um modelo escolhido, chegou a vez de inspecionar a mecânica do carro. Como você já deve saber, você não pode confiar em tudo que escuta. Principalmente se você comprar o carro de um particular, porque esse tipo de compra não implica em concessão de garantia, apenas empresas são obrigadas a garantir seus produtos. Você vai ter que verificar a mecânica do carro para se livrar de problemas futuros. Você poderá fazê-lo, mas o ideal é ter um mecânico de confiança para te ajudar. Lembre-se, também, que é extremamente recomendável realizar a checagem do carro durante o dia, enquanto ainda existe luz solar e você pode perceber melhor qualquer detalhe.

Como muitas pessoas e empresas acreditam que para vender vale qualquer coisa, cada vez existe mais criatividade em “camuflar” defeitos, tornando a identificação de muitos deles impossível até para mecânicos experientes. Por exemplo, existe uma “técnica” para disfarçar os ruídos do eixo diferencial de carros mais antigos, que rangem muito quando estão desgastados. Essa peça é muito de difícil de encontrar, custa muito caro para ser reparada e, além disso, pode dar muita dor de cabeça (imagine que você está a 110 km/h em uma rodovia e, de repente, o eixo diferencial do seu carro trava). O truque consiste em abrir a peça, recheá-la com serragem e a graxa mais espessa disponível e fechá-la novamente. Isso inibe o rangido por até 1000 km, livrando o revendedor de ter que arcar com a garantia do item (por lei, 90 dias para motor e transmissão).

Mas isso não impede que você mesmo ou que seu mecânico identifique os problemas mais comuns.

  • Cheque a suspensão. Para isso, apóie-se totalmente sobre cada pára-lamas e solte de uma só vez. Se o carro retornar à posição inicial sem balançar mais de uma vez, ela está em ordem. Caso contrário, o carro necessita de amortecedores novos.

    Verifique também se o veículo está nivelado. Se não estiver, isso pode significar que as molas estão tortas ou até mesmo que o carro foi batido.

  • Cheque a direção, rodas e pneus. Verifique se não existem folgas na direção.

    Com o carro ligado, preste muita atenção nos ruídos que você vai escutar e na circunferência que o carro vai descrever. Esterce totalmente para a direita e faça um giro completo. Depois esterce para a esquerda e repita o procedimento. Se você escutar algum estalo ou rangido, pode significar que as juntas homocinéticas estão com problemas e necessitam substituição. Se os diâmetros dos círculos em que você movimentou o carro forem diferentes, pode significar que o carro está desalinhado, tem algum problema estrutural e provavelmente tenha sido batido.

    Com o carro em movimento em uma linha reta, solte o volante e verifique se ele não sai da linha. Isso pode significar desalinhamento da direção ou problemas na suspensão.

  • Confira se a direção hidráulica não é muito pesada Isso pode significar que esse sistema está com algum defeito.

  • É aconselhável que você peça para erguer o carro em um macaco hidráulico. Se você conseguir isso, poderá examinar o carro mais a fundo.

    Com o carro suspenso, empurre cada uma das rodas em todas as direções. Se você sentir folgas, pode ser que os rolamentos estejam gastos e que você tenha que substituí-los. Tente esterçar as rodas dianteiras em busca de folgas que, quando muito grandes, representam um perigo para sua segurança e querem dizer que o carro necessita de novas buchas e terminais de direção. Aproveite que o carro está levantado para examinar os pneus que, se estiverem gastos irregularmente, podem estar dizendo que há necessidade de se fazer balanceamento ou que as rodas estão tortas. Também aproveite para verificar a parte inferior do carro em busca de sinais de corrosão no assoalho e no sistema de escapamento (que se estiverem furados necessitam substituição), vazamento de óleo ou água, pára-choques mal fixados e evidência de amassados ou de um acidente (tanque de gasolina ou caster amassados na parte inferior são normais, mas se você identificá-los, preste atenção para ver se eles não estão trincados). Lembre-se, a maioria das oficinas que tenta retocar carros batidos se esquece de arrumar a parte inferior, deixando sinais, às vezes grotescos, de que o carro tenha sido reformado.

  • Verifique o motor. Com o motor desligado, cheque a cor do óleo e se ele não apresenta sinais de água. Isso pode significar que existem vazamentos que devem ser corrigidos. Se o óleo for muito espesso (só o mecânico pode dizer isso), o motor pode estar no fim de sua vida e o vendedor pode estar “maquiando” vazamentos e ruídos (geralmente coloca-se óleo espesso em motores velhos para que funcionem por mais algum tempo). Também cheque a cor da água do radiador para identificar corrosão ou a presença de óleo. Esse último quer dizer que há alguma falha na vedação entre as áreas de circulação de óleo e água o que, se não for corrigido em pouco tempo, pode levar a uma avalanche de problemas.

  • Com o carro em ponto morto, ligue o motor, espere que ele se aqueça (um minuto é suficiente), então acelere bruscamente prestando atenção nos ruídos que ele emite. Ruídos metálicos podem indicar problemas internos no motor e desgaste de seus componentes. Se o seu mecânico estiver presente, peça para ele averiguar um pouco mais a fundo. Se não for grave, você pode consertar depois e pedir um desconto na hora de negociar o preço.

    Ainda com o motor ligado, veja se a fumaça que sai dele não é muito escura, o que quer dizer que o carro está “queimando” óleo e que você terá que desembolsar com uma retífica no futuro.

  • No teste de rua, use o freio motor e verifique se isso realmente reduz a velocidade do carro. Se não reduzir, o motor pode estar com problema de compressão, com anéis ou válvulas desgastados (o que custa caro para arrumar).

  • Teste os Freios do carro. Novamente na rua (em algum lugar sem movimento), dirija normalmente em linha reta, tomando cuidado para não ir muito rápido (escolha uma velocidade em que seja possível controlar o carro em caso de algum imprevisto sério), solte levemente o volante e pise no freio para ver se o carro não sai de trajetória. Se ele sair, é porque os freios estão desbalanceados ou irregularmente gastos. Também escute com atenção para saber se eles não emitem um barulho metálico, que identificam pastilhas e discos ou tambor e lonas gastos.

    Examine os discos em busca de “arranhões” profundos, isso pode indicar descuidos do último proprietário na manutenção dos freios (e que você pode ter que trocar os discos em breve).

  • Pedal muito alto, muito baixo, ou muito duro significam defeitos no sistema, ou falta de fluido de freio.

Passo anterior – Como comprar um carro usado?

Próximo Passo – Como inspecionar a lataria de um carro usado?

admin Manual do Comprador, Motores, preços, usados

Como inspecionar a lataria, o interior e os equipamentos de carros usados

19, outubro, 2008

Este post é parte da série “Manual para quem quer comprar um carro usado“.

Inspeção de lataria, interior e equipamentos

Uma vez que o carro que você quer comprar já está mecanicamente aprovado, chegou a vez de inspecionar os equipamentos, interior e principalmente a lataria do carro. Como você já deve saber, a lataria também é uma parte crítica da inspeção, então é bom você ir preparado com um pequeno imã envolvido em um pedaço de flanela (para detectar massa sem riscar a lataria).

  • Verifique se capô, tampa do porta-malas e portas estão bem alinhados. Se existirem folgas irregulares entre essas peças e a carroceria, tais imperfeições podem significar que as dobradiças estão muito gastas ou que a estrutura do carro está mal alinhada (quase sempre devido a alguma batida séria, ou mau uso do carro, o que acontece quando o carro anda muito por estradas de terra).

    Verifique também se essas partes se encaixam bem nos batentes e se você escuta algum rangido e estalos. Um rangido não seguido por estalos significa que as peças apenas necessitam lubrificação. Mas se você tiver que empregar muita força para abrir e fechar as portas, capô, ou tampa do porta-malas ou escutar rangidos e estalos enquanto realiza os movimentos de abertura e fechamento, isso pode ser muito grave, indicando desde que o carro está muito rodado, ou que já tenha sofrido um acidente sério com danos estruturais.

  • Olhe detalhadamente a pintura do carro, não esquecendo de nenhuma parte. Se você encontrar diferenças nas tonalidades das partes que compõem o carro, pode ser que alguém já tenha pintado o mesmo. Desconsidere diferenças na tonalidade de pára-choques, aerofólio ou outros adornos do carro. Essas pequenas alterações são normais e devem-se principalmente a diferenças entre os materiais que compõem a carroceria (mesmo que saiam de fábrica, as pinturas de partes plasticas ou de fibra de vidro quase sempre diferem das aplicadas sobre superfícies metálicas).

  • Quando se deparar com alguma área irregular, bata levemente com as pontas dos dedos no ponto exato e ao redor. Se existir massa, os ruídos da parte normal serão bem distintos dos emitidos pela parte afetada.

  • Procure por partes onde a pintura estiver desbotada. Se o veículo em questão tiver menos de 6 anos de uso, não são comuns e podem indicar que o carro já recebeu pintura. Isso porque as pinturas aplicadas em oficinas não são tão resistentes às forças dos elementos quanto as aplicadas na fábrica. Mas se o carro já é mais velho, é normal que algumas partes como capô ou teto estejam desbotados.

    Se você encontrar marcas de pintura em partes plásticas, etiquetas, vidros, frisos e borrachas, isso é forte indício de que o carro foi pintado. Também procure pelas etiquetas de identificação de modelo, elas devem estar no compartimento do motor e ninguém em seu juízo normal as remove. Não encontra-las é indicativo de que o carro já bateu, foi repintado, ou pegou fogo.

  • No interior do carro, preste atenção para ver se os bancos não estão rasgados ou manchados (algumas manchas são impossíveis de remover). Se o carro tem bancos de couro, veja se eles não estão ressecados. Em alguns casos, o ressecamento é irreversível e seguramente levará a rupturas no material. Preste atenção, também, nos forros das portas, teto e acabamentos do painel. Isso também é relativo à idade do carro e às condições em que ele costumava ser utilizado. Lembre-se que alguns modelos, principalmente aqueles produzidos entre 2000 e 2007, costumam apresentar um desgaste prematuro por conta dos materiais mais baratos utilizados pelas fábricas nesse período. Nesse caso, é comum que a maioria dos carros de um determinado modelo tenha os mesmos problemas.

  • Ao comprar carros equipados com air-bag, você deve tomar cuidado redobrado. É muito comum que, quando um carro desses se envolve em um acidente, as únicas coisas reparadas sejam a lataria e os forros do painel e volante, deixando para trás o sistema de air-bags, que deve ser completamente substituído. Por isso, procure indícios de troca dos forros do painel e do volante. Quando essas substituições são mal feitas, deixam marcas.

  • Comprove se os sistemas de som (este, se original, é muito valorizado), ar condicionado, ar quente, desembaçador traseiro, espelhos retrovisores, faróis, limpadores de pára-brisas, levantamento de vidros (alguns modelos como o VW Gol 2 portas da segunda geração tendem a sofrer quebras no sistema de levantamento de vidros), luzes internas e do painel estão funcionando corretamente.

    Cheque também todas as luzes externas do veiculo, como luzes de freio, faróis, faróis de milha ou neblina, pisca aletra, piscas laterais ou aqueles que estão posicionados nos retrovisores e iluminação da placa.

  • Comprove se buzina, velocímetro, conta-giros, indicador de combustível e demais indicadores funcionam corretamente. Olhe também se a quilometragem bate com a idade aparente do carro.

  • Verifique se o carro conta com todos os equipamentos obrigatórios, como estepe, macaco, triângulo, extintor (cheque se este está dentro do prazo de validade) e demais equipamentos.

Passo anterior – Como verificar a mecânica de um carro usado?

Próximo passo – Como verificar os documentos de um carro usado?

admin DETRAN, Dicas, Financiamento, Manual do Comprador, preços, usados

Como Inspecionar os documentos de veiculos

19, outubro, 2008

Este post é parte da série “Manual para quem quer comprar um carro usado“.

Inspeção dos documentos do veiculo

Agora que você sabe que o carro que vai levar pra casa está em dia com a manutenção, chegou a vez de checar a documentação do carro. Deixamos esse item por último porque é o único que pode custar alguma coisa, já que, dependendo da situação, você vai ter que recorrer aos serviços de uma empresa especializada.

  • Confira a autenticidade dos documentos apresentados, os do carro e os do vendedor. Existem situações em que o carro está alienado a bancos ou financeiras. Nesses casos, o dono fica legalmente impedido de vender ou transferir o veículo sem pedir autorização à empresa. E, em alguns casos, os vendedores conseguem apagar o nome da empresa a quem o bem está alienado, por isso é que você faça a checagem.

  • De posse dos números de matrícula (placa), chassis (não confie no documento e cheque você mesmo) e Renavam, e do nome do proprietário, faça a consulta dos dados de propriedade e multas através do telefone ou do site do DETRAN do seu estado. Também peça um certificado de propriedade ao orgão. Aproveite para ver se existe alguma pendência de multa ou de tributo referente ao veículo. Em nosso país, as multas e tributos não pagos ficam atrelados ao veículo e não ao proprietário, impossibilitando a transferência sem o devido pagamento da pendência.

  • Agora que você sabe que o veículo está bom e pertence a quem o vendedor diz que pertence, é hora de transferir o carro. Recomendamos que você vá ao cartório acompanhado do vendedor. Além disso, não dê nenhum tipo de adiantamento antes de que a firma esteja reconhecida.

Agora que você já checou o carro e os documentos e tem o recibo de transferência, basta transferir o carro para o seu nome. Devido à burocracia para fazê-lo, recomendamos que você contrate um despachante para fazê-lo. Lembre-se, você tem 30 dias para transferir o bem junto ao DETRAN.

Passos Anteriores:

Como comprar um carro usado?

Como verificar a mecânica de um carro usado?

Como inspecionar a lataria de um carro usado?

admin DETRAN, Links, Manual do Comprador, usados

Consórcio, o modo mais fácil de você adquirir carros, motos ou caminhões

18, outubro, 2008

Pra você que quer comprar um carro, uma moto ou um caminhão, consórcio pode ser o modo mais fácil de consegui-lo.

Comprando um consórcio você praticamente elimina os juros e ainda pode se programar e conseguir prazos muito maiores do que se fosse financiar de um modo tradicional. Além disso, você pode pode programar quando quer receber o bem, ou a carta de crédito, basta comprar um plano longo, e enquanto paga as parcelas junta dinheiro para o lance. O que pode ser bastante fácil. Considerando que num plano de financiamento normal você pagaria cerca de R$1.800,00 em 60x para obter um carro de R$60.000,00, enquanto num plano de consórcio você poderia pagar 120x de R$600,00, o que além de eliminar quase R$36.000,00 em juros, ainda estica o prazo de pagamento te deixa com fôlego para juntar dinheiro e dar um lance, pegando o bem de uma vez!

E quando você tiver o capital, pode quitar o plano completamente, ainda recebe um bom desconto!

Se você optar por um plano desses, procure uma empresa sólida e que não vá te deixar na mão, porque muitas delas acabam quebrando no meio do caminho, e lesando os consorciados.

Por isso escolhemos algumas empresas com bom histórico, e deixamos os links pra você! É só clicar no link e fazer sua simulação!

Consórcio Rodobens Automóveis

Consórcio Rodobens Motocicletas

Consórcio Rodobens Caminhões

Porto Seguro Consórcios

Consórcio nacional Fiat – Veículos novos

Consórcio nacional Fiat – Veículos usados

Consórcio nacional Volkswagen

Consórcio nacional Ford – Automóveis

Consórcio nacional Ford – Caminhões

Consórcio nacional Honda – Automóveis – Motocicletas

admin Consórcio, Financiamento, Links, Simulação, preços, usados

Tabela FIPE com os preços de Veículos Novos e Usados – Carros, Caminhões, Motos e Ônibus

18, setembro, 2008

Uma dica para o pessoal que quer vender, comprar ou trocar de carro é consultar a tabela da FIPE, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas que provê vários índices de preços para vários setores da economia, incluindo o setor automobilístico.

A tabela FIPE é considerada uma referência na área e é utilizada pela maioria das concessionárias, revendas e imprensa especializada. Lá, além de encontrar preços de carros, também pode-se encontrar preços de motos e caminhões. A FIPE também serve de base de cálculo para os valores do IPVA, além de ser usada por seguradoras para calcular os valores dos prêmios.

É claro que a FIPE é um índice, baseado no preço médio das negociações de carro no país. Portanto, é possível encontrar negócios com valor acima ou abaixo da tabela. E o preço também varia dependendo da região do país, assim como entre capital e interior.

Veja mais no link abaixo:

http://www.fipe.org.br/web/index.asp?aspx=/web/indices/veiculos/default.aspx

Veja como consultar o Detran

Veja também cotações de seguros

admin Tabela Fipe, fipe, preços, usados

Carro grande vs carro pequeno – um pouco de história

3, março, 2008

Dodge Charger RT, exemplo de carr�o beberr�o dos anos 1970 que foi afetado pela crise do petr�leo

É comum, nas conversas entre amigos sobre carros, quando lembramos dos velhos modelos “banheiras” da década de 1970 que as pessoas digam que os carros hoje tendem a ser menores que os carros daquela época, que isso foi causado pelo choque do petróleo porque carrões são muito gastadores e blá blá blá. Bom, é verdade que a crise do petróleo da década de 1970 afetou duramente as economias ocidentais, EUA e Europa inclusive, e que isso fez com que diminuísse a venda dos “carrões”. A Chrysler que o diga, pois faliu justamente por causa disso. Mas os carrões realmente deixaram de ser fabricados, apenas ficaram mais econômicos ou tudo continuou na mesma?

Bom, no Brasil sim, os grandes carrões pararam de ser vendidos. Mas isso não aconteceu logo após a crise do petróleo. O Ford Maverick, carro considerado grande por aqui, mas uma aposta da Ford como um carro barato, compacto e econômico nos EUA, foi vendido por aqui até 1979, no auge da crise do petróleo. O Ford Galaxie, famoso por seu enorme motor V8, foi vendido até 1983, bem depois da crise. Os Dodge, bem, saíram de cena em 1979, com a quebra da Chrysler americana. O que restou para nós foram apenas os nossos conhecidos Chevette, Corcel, Del Rey, Opala, Fusca, Gol, Passat e outros que, embora viessem a ser substituídos por modelos mais econômicos depois, seriam todos modelos pequenos, à exceção do Opala. A resposta por aqui tem mais a ver com a crise econômica brasileira desde a década de 1980, reforçada fortemente pelo fechamento do mercado à importação de veículos, do que com o aperto do petróleo.

Enquanto isso, nos EUA, os grandes sedãs Chevrolet Impala, os Pontiac, os Buick e outros, bem como as picapes Ford e GM também sofreram nas vendas, a ponto do Chevrolet Impala ter tido sua produção interrompida na década de 1980, por exemplo, quando os carros japoneses, pequenos, econômicos e de baixa manutenção, entraram forte no mercado. Na Europa, a opção pelos carros menores fez o sucesso de fábricas como a então estatal Renault, da França, e a Fiat, na Itália. Mas os grandes modelos alemães Mercedes-Benz e BMW nunca pararam de ser fabricados. E, hoje em dia, o Chevrolet Impala é tão grande quanto o gigantesco Impala da década de 1950, os BMW série 5 e série 7 continuam sendo do mesmo tamanho das mesmas séries da década de 1970, entre outros exemplos.

Enfim, não é que os carros tenham ficado menores, meus amigos. É que nossos bolsos encolheram.

Abaixo, O gigante BMW série 7 de 1977:

BMW S�rie 7 1977

admin Nostalgia, usados