O Brasil tem conseguido consolidar algumas tendências iniciadas após a adoção de medidas de curto prazo, tais como a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a vários setores, entre eles o de veículos automotores. Após o término do benefício ao final de março passado, com arrefecimento já aguardado, o segmento começou a apresentar, novamente, bons números.
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) relacionou no início desta semana que as montadoras vigentes no país confeccionaram quase 316 mil veículos em julho, alta de 3,2% em comparação a junho e ascensão de 12% em confronto anual. De janeiro de 2010 até o mês base deste artigo, a produção de carros chegou à marca de 2,07 milhões de unidades, salto de 18,3% ante o período igual de 2009.
Na mesma linha de crescimento, de acordo com a agência de notícias Reuters, a comercialização de veículos, comerciais leves, ônibus e caminhões no mês de julho atingiu números superiores a 302 mil unidades, dilatação de 15,1% ante junho e elevação de 5,9% no confronto anual.
A montadora que melhor colaborou para o crescimento nas vendas foi a Fiat, seguida pela Ford e pela Volkswagen, repetindo uma convergência de meses.
Boa notícia para quem quer comprar picapes, caminhões, tratores, reboques, etc., além de outros bens de capital. A redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que seria reajustado para patamares anteriores ao final deste mês de junho, está valendo agora até 31 de dezembro de 2010.
Isso significa que, até o fim do ano:
caminhões, reboques e tratores estão isentos do IPI;
picapes terão IPI de 4%
outros bens de capital, incluindo peças de máquinas e equipamentos também estão isentos.
Com o fim do desconto de IPI, as vendas realmente estão surpreendendo e chegando a bater recordes históricos.
Até o momento foram registrados 337.381 mil unidades de veículos comercializados em todo o país. Superando todas as expectativas o primeiro trimestre deste ano fecha com 750.500 mil unidades de automóveis vendidas e se torna o melhor recorde da historia.
Dados estes divulgados nesta manha de quinta-feira pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
As montadoras não fazem previsões para o mês de abril mas esperam manter o volume de vendas já que muitas prometem manter o preço até acabar os estoques.
Com a chegada do mês de Abril veio também à volta da cobrança do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), o que promete mudar o panorama do mercado de automóveis novos e usados no país.
O benefício da redução do imposto fez com que a venda de veículos novos aumentasse 11% em 2009, em relação ao ano de 2008, mas agora com volta da cobrança os preços podem subir até 5%, deixando o mercado de carros usados mais atrativo, pelo menos por até que as montadoras achem o equilíbrio entre as novas tabelas de preço e a necessidade de vender os novos estoques.
Mas se o objetivo for adquirir um carro usado, os próximos dias serão o período certo para comprar, pois a oferta ainda é grande o que mantém os valores mais baixos, mas isto por pouco tempo, pois a reboque do aumento dos “zeros”, espera-se uma elevação do preço dos usados e seminovos, assim que a procura aumentar. No entanto, se o seu caso for vender, faça justamente o contrário. Aguarde alguns dias e provavelmente obterá um preço um pouco mais alto.
Com a promessa da redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) ser encerrada, concessionárias apostam em promoções e facilidades inovadoras nas formas de pagamento para não perder nem espantar clientes.
O encerramento dessa redução foi marcada pelo governo para iniciar-se dia 31 de março.
Contando com isso as montadoras estão montando planos de estratégia para chamar a atenção dos clientes e atrair mais consumidores para as lojas.
Sendo abril um mês que sempre foi marcante para o mercado automobilístico, as fabricantes prometem que não será diferente.
Agora as promoções e facilidades somente esperando para conferir!
Os últimos dias de desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) parecem ter surtido um resultado positivo à indústria brasileira de veículos.
Levantamento recente feito pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) assinala um crescimento de 4,7% em fevereiro ante janeiro e 10,45% em detrimento ao período igual de 2009.
Ao todo, 211.371 unidades de automóveis e comerciais levem foram comercializados que, se somados também a ônibus e caminhões, alcança quase 221 mil veículos automotores. Ainda de acordo com a Fenabrave, se se considerar motocicletas, o número ultrapassa a marca de 341 mil unidades.
No acumulado de janeiro a fevereiro, 396.789 unidades foram emplacadas entre todos os setores automotivos analisados. Resta saber, porém, como o segmento se comportará após 31 de março, último dia em que a redução do IPI será aplicada.
O ministro Guido Mantega anunciou ontem para a imprensa que o IPI para carros Flex 1.0 continuará em 3% até o mês de março de 2010. O IPI para carros flex de 1.0 a 2.0 ficará em 7,5% até março e flex acima de 2.0 fica em 18% até o mesmo mês.
Carros 1.0 a gasolina seguirão a tabela do IPI divulgada anteriormente. Carros a gasolina de 1.0 a 2.0 terão alíquota de 11% em dezembro e de 13% em janeiro. Acima de 2.0 o IPI fica em 25%.
Além disso, o IPI caminhões continuará zerado até junho de 2010.
Isso, segundo o governo, serve como medida ambiental, já que carros 1.0 poluem menos e a frota de caminhões brasileira se encontra em idade avançada.
Está confirmado, a isenção do IPI está mesmo no fim. O imposto subirá gradativamente até janeiro de 2010, voltando à alíquota praticada antes da crise. Veja a tabela:
outubro de 2009: 1,5%
novembro de 2009: 3%
dezembro de 2009: 5%
janeiro de 2010: 7%
Lembre-se de que a aplicação da alíquota se dá na data da emissão da nota fiscal.
IPI deve se manter no atual patamar até outubro, ou seja, mais uma vez não haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados para o mercado automobilístico.
Depois de outubro, o imposto subirá gradualmente até o mês de dezembro, quando provavelmente estará com o valor original de antes da redução.
Em resumo, os brasileiros podem comprar carros com preços mais acessíveis até outubro, e o ano de 2010 começará sem qualquer ajuda do Governo às montadoras.
… isso se o Governo não mudar de idéia mais uma vez!
Mais uma vez manteve-se a redução de IPI, porém, alguns carros tiveram aumento de preço em relação às tabelas anteriormente divulgadas pelas montadoras. É o caso por exemplo da Ford Ecosport e do Nissan Tiida 1.8.
Confira abaixo a Tabela de preços sugeridos dos veículos a partir de 27/06/2009: