Mesmo com o cenário da economia global dando sinais de fraqueza, e com as grandes montadoras, sobretudo americanas estando à beira de falência (nós já falamos sobre a tentativa de salvar Chrysler e General Motors da bancarrota fundindo as duas), a Honda anuncia um recorde absoluto na produção de carros e motos. Com essa notícia, a gigante japonesa demonstra que não está sofrendo com a crise. Pelo contrário, insinua que o consumidor de carros está optando por carros mais baratos, econômicos e duráveis. O que é um ponto para a Honda nos mercados europeu e americano, onde seus “econômicos” de U$16.000,00, brigam de frente com os beberrões que, até a crise, eram preferência absoluta.
Além de vendas e faturamento recordes, a empresa anuncia que pretende trazer para cá seu novo sedã, o Honda City. O carro é montado sobre a plataforma do novo Fit, inclusive usando o mesmo motor 1.5 i-Vtec, mas com potência elevada para 130 cavalos.
O carro está mais ajustado ao público brasileiro, já que pretende brigar de frente com sedãs da faixa de R$45.000,00 a R$65.000,00, ou seja, imediatamente abaixo do Honda Civic.
Pois é, falamos tanto sobre fazer uma importação independente de veículos, mas nunca havíamos comentado sobre quem faz isso. O fato é que entramos em contato com uma renomada empresa de importação de veículos para sanar algumas dúvidas. A empresa de que estamos falando é a Word Trade Import (WT Import), ela está sediada em Curitiba-Pr, mas manda entregar em qualquer lugar do Brasil, inclusive com emplacamento em qualquer DETRAN do País.
A WT Import, importa principalmente motos e carros esportivos e de luxo, mas também faz uma coisa que não é muito comum, e que não sabíamos que era possível, a importação de veículos Antigos de coleção com mais de 30 anos.
Lá você encontra des das Yamaha R1 e R6, Corvette, Mustang (tanto comum como séries especiais), até Lamborguini Murcielago e Bugatti Veyron. Todo o processo de importação leva cerca de 3 meses, mas eles trabalham com alguns itens a pronta entrega, como a Yamaha R1. Todos os artigos importados pela Word Trade chegam já registrados, matriculados e tropicalizados (adaptação de todos os sistemas a legislação, e gasolina brasileiras), isto é, você não precisa se preocupar com mais nada!
Estava eu a procura de um esportivo antigo para meu uso pessoal, e como se por acaso do destino, me deparei com uma verdadeira “loja de jóias”. A loja tem de tudo que um admirador de motocicletas e automoveis antigos necessita para passar um dia todo. A loja compra, restaura, dá manutenção e vende carros antigos, sejam eles originais ou modificados.
E raridades não faltam, no pátio eu encontrei desde um Dodge Kingsway de 1951, uma Amazonas 1986 (lembra aquelas motos com motor VW 1600 que a policia rodoviária usava?) um Plymouth Cabriolet ano 1932, e até um raríssimo exemplar do Jaguar Mark IV Saloon de 1948 (só existe mais 1 no Brasil).
Além desses a empresa também conta com dezenas de carros de luxo e esportivos dos anos 50, 60, 70 e 80, como os Puma GTE e GTC, Miuras, Adamos, Corcel GT XP, vários Maverik, e uma infinidade de Opalas para todos os gostos e bolsos.
A loja se chama Via70 e fica na Av. Brasília, 5331 Curitiba - PR. O e-mail é antigo@via70.com e o telefone 41-8888-5383.
Fundada em 1999 por Abraham Kasinski, ou seja, o homem que em 1951 fundou a Cofap (que se tornou a maior indústria brasileira de autopeças e chegou a faturar um bilhão de dólares ao ano). Quando o Senhor Kasinski (lembra do comercial?) comprou a fábrica, ninguém acreditava que seus produtos pudessem concorrer com as motos Yamaha, Honda e Suzuki, que já estavam bem estabelecidas por aqui. Mas, com quase 10 anos de história (e os quase 70 de experiência do senhor Kasinski) e uma linha bastante diversificada de produtos, a fábrica já possui uma grande representatividade no mercado nacional e suas motos estão bombando na Europa, onde chegam com preço reduzido, se comparadas às produzidas naquele continente.
Além de produzir suas próprias motos na zona franca de Manaus, a Kasinski ainda importa, monta e distribui alguns modelos da coreana Hyosung.
Veja os modelos atualmente fabricados ou importados pela Kasinski:
Kasinski Win 110cc, Kasinski Seta 125cc e 150cc, Kasinski Way 125cc, Comet Phase 2 250cc (na versão Naked - ou pelada, em bom português), Comet GTR 250cc e Comet 650R (essas duas carenadas), Mirage Premier 250cc e Mirage Power 650cc (ambas Custom).
A nossa favorita é a custom Mirage Power 650cc, que está disponível nas cores preta e azul e traz um vistoso motor V2 com 8 válvulas e 72 cv de potência. Além disso, a moto chama a atenção pelos detalhes incomuns para sua categoria (custom), como transmissão por correia de fibra de carbono, duplo disco de freio na dianteira e painel digital. Ela custa por volta dos R$35.000,00, mas não se assuste, o Senhor Kasinski parcela ela pra você!
O Astra europeu está prestes a mudar. Acredita-se que a nova reformulação do Astra estará disponível nas concessionárias (da Europa) até junho do ano que vem. Ele estará ainda mais moderno e seguro, e possivelmente será equipado com a nova geração de motores que a GM está desenvolvendo em parceria com a Fiat. Além de mais potentes, eles são menores, mais econômicos e poluem ainda menos. Um dos motores que podem ser adotados é o Tjet 1.4 16v turbo que já equipa o novo Fiat Linea, que tem 155 cavalos de potência e polui menos que o motor do Prius (carro híbrido da Toyota).
Ao que tudo indica, o nosso Vectra, que nada mais é que uma versão do atual Astra europeu, não mudará, pois é fabricado aqui. Como já dissemos em outro texto, a GM brasileira não costuma remodelar um carro antes dele completar ao menos uma década na linha de montagem (veja o caso do atual Astra brasileiro que é fabricado aqui sem profundas alterações desde 1999).
Na Europa, o carro não terá seu preço aumentado, já que não muda de categoria e seus concorrentes não o fizeram.
Basta saber até quando a GM do Brasil vai seguir produzindo carros defasados!
A solução seria que o nosso governo agisse como o governo norte americano, que quando vê esse tipo de situação, libera as importações por um curto período de tempo, para que a indústria nacional daquele país mude suas políticas.
Mas, como sofremos de LOBBY, isso parece longe de acontecer!