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Citroën C4 Pallas Flex nas versões Exclusive (top de linha) e GLX (básica)

Na busca por maior competitividade no mercado, o Citroën C4 Pallas chega ao mercado em uma versão Flex (bicombustível).

O motor 2.0 de 16V manteve 143 cavalos a gasolina, mas agora conta com 151 cavalos a álcool. Para desenvolver o novo motor, foram realizados testes em várias cidades do Brasil, em cidades quentes, além de países como França e Finlândia.

Dentre as mudanças pode-se citar o remapeamento da central eletrônica do motor, com pistões e anéis novos (tratamento diferenciado), além de calibragem para partida a frio.

A caixa de câmbio continua com o mesmo escalonamento de marchas, mas agora recebeu nova programação de software. Até a vareta para medição de nível de óleo foi trocada para material plástico, devido ao uso de álcool.

O C4 Pallas Flex vem em duas versões - a Exclusive (top de linha) e GLX (básica). Os preços não foram alterados em relação às versões anteriores.

Crise do petróleo; de onde vamos tirar energia?

Atualmente, com a constante alta nos preços e risco de escassez do petróleo, além de índices de poluição cada vez mais alarmantes surge uma pergunta:

De onde tiraremos energia para mover nossos carros sem correr o risco de acabarmos com o planeta?

A solução seria simples se não fossem os inconvenientes de se conduzir um carro elétrico ou a hidrogênio, que sofrem de baixa autonomia e problemas na hora de encontrar um lugar para abastecer. Quem teve o carro convertido para gás natural sabe do que estou falando. E, se já é difícil fazer com que todos os postos trabalhem com gás, imagina com hidrogênio ou com tomadas de eletricidade! Outro problema seria o preço dos carros, cerca de 40% a mais que o de um modelo idêntico a gasolina.

Mas, até que as montadoras encontrem uma forma de fazer um carro elétrico barato, com boa autonomia e que não precise ficar ligado na tomada por 8 horas a cada 150 quilômetros, a solução seria “o híbrido” que, além de custar mais caro, segue dependente de combustíveis líquidos para rodar.

Os híbridos funcionam da seguinte forma:

1 - Um motor de baixa cilindrada trabalha de forma estacionária para gerar eletricidade, o que reduz em muito o consumo e o desgaste do motor.

2 - A energia é armazenada em uma bateria pequena (se comparada a de um carro elétrico)

3 - Um motor elétrico usa a energia armazenada na bateria para mover o carro. Por ser elétrico, esse motor dispensa a caixa de mudança de marchas e da embreagem, além disso, quase não requer manutenção (adeus as trocas de óleo, velas e filtros entre outros)

4 - Alguns híbridos podem usar os dois motores simultaneamente, ou seja, o carro funciona com baterias até que atinja uma certa velocidade ou até que você exerça certa pressão no acelerador, então o motor a combustão entra em ação.

Um bom exemplo disso é o TOYOTA PRIUS (do latim para ir), lançado em 1997 numa atitude pioneira da montadora japonesa que conseguiu fazer de seu carro “limpo” um sucesso de vendas, enquanto outras montadoras produziram carros elétricos, a hidrogênio e híbridos que não tiveram aceitação do mercado.

O fato é que o PRIUS que custa quase U$26000,00 ou R$75.000,00 se fossemos importá-lo  (enquanto um Corolla custa U$16.000,00). Faz tanto sucesso que nos EUA existe uma fila de mais 2 meses para poder comprar um. Ele faz quase 21 Km por litro de gasolina na cidade e possui um dos índices mais baixos de emissões de CO2 por km rodado, cerca de 104 gramas.

O motor elétrico do PRIUS desenvolve 67 cavalos. O motor a gasolina 76. Isso resulta numa potência total de 143 cavalos quando trabalham em conjunto. Além de muita saúde na hora de acelerar, o carro é extremamente econômico e ecológico e tem espaço de sobra para cinco ocupantes e algumas maletas.
Resta saber quando ele ou outros de sua classe chegarão às nossas ruas!

Saiba mais!

Novo Mille Economy, econômico até no nome! Novo Uno traz até econômetro!

A linha 2009 do Mille ganhou uma nova versão, a Economy, que promete ser o carro nacional mais econômico da marca, além disso, é o único em sua faixa de preços a oferecer um motor flex.

Para melhorar o consumo, a FIAT melhorou o sistema de exaustão de gases, recalibrou a suspensão, alongou a quinta marcha, aliviou as válvulas e as bielas, mexeu no acerto da injeção e até mudou a viscosidade do óleo. Com isso, o carrinho que já tinha fama de ser robusto e econômico, ficou ainda mais econômico, chegando a fazer 24 km/l de gasolina na estrada. Além disso, a montadora incluiu um novo equipamento no painel do carro, um “econômetro” que indica quando o motorista está “pisando economicamente”, ajudando-o a economizar combustível.

Em resumo, ele é urbano, ecológico (já que cumpre as metas de emissões que passam a vigorar em 2009), robusto e a versão básica custa R$23.240,00, já a completa com ar, direção hidráulica, trio elétrico e CD player, entre outros, pode custar até R$32.494,00.

Para saber mais, clique aqui para ir ao site da FIAT.

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