Após incentivos fiscais e subsídios do governo chinês, por três meses consecutivos a China bateu os EUA em venda de carros, tendo ultrapassado, em março, a incrível marca de 1 milhão de automóveis vendidos por mês. Tudo isso enquanto em terras americanas a indústria amarga uma queda de cerca de 40% nas vendas.
Com isso, os EUA fecharam o primeiro trimestre com apenas 2,2 milhões de carros vendidos, muito abaixo dos números que se costumavam ver naquele país. Já os chineses devem chegar perto das 3 milhões de unidades vendidas.
No entanto, o faturamento da indústria americana ainda é, certamente, maior. Em sua maioria, os carros chineses são simples, de menor custo. E a indústria local, focada nesses modelos, domina mais de 90% do mercado. Já nos EUA os mais vendidos são picapes e SUVs, normalmente acima de US$ 20,000.
Lá fora não se fala de outra coisa que não sejam os carros da Tesla, o S (sedan) e o Roadster. Elétricos, além de supostamente poluírem menos por jogar a conta do combustível fóssil nas mãos das usinas termelétricas, os carros têm excelente desempenho e, no caso do S, muito espaço e conforto.
O modelo S alcança uma velocidade máxima de 210 km/h, limitada eletronicamente, e faz de 0-100km/h em apenas 5,6 segundos. Já o Roadster faz de 0-100km/h em ainda menos tempo, apenas 3,9 segundos, mas a velocidade é limitada em 200km/h. O modelo S custa US$ 49,900 (R$ 114.000,00) nos EUA, enquanto o Roadster custa US$ 109,900 (R$ 250.000,00).
O carro gerou tanto burburinho que nada menos que 520 Tesla S foram reservados na primeira semana! Isso que o pessoal que fez a reserva teve de pagar uma entrada de US$ 5,000 (R$ 11.400,00) de cara (tudo bem, se desistirem da compra, podem ter o dinheiro de volta mas…). Vai levar um bom tempo para o pessoal poder acelerar o carro. Já quanto ao Roadster, a entrega de 100 modelos por mês para os endinheirados capazes de bancar seu preço salgado não tem sido suficiente. A lista de espera para por as mãos no carro vai até 2011!
No Brasil existe uma legião de amantes do Chevette, mas você sabia que ele também foi fabricado em outros países?
Nos Estados Unidos ele foi fabricado pela Pontiac com o nome de T1000 (isso mesmo, o mesmo nome do modelo do exterminador do segundo filme da série), no Japão pela Isuzu, onde recebeu o nome de Gemini, e em vários outros países. Veja os slides, vale a pena!
Estava eu a procura de um esportivo antigo para meu uso pessoal, e como se por acaso do destino, me deparei com uma verdadeira “loja de jóias”. A loja tem de tudo que um admirador de motocicletas e automoveis antigos necessita para passar um dia todo. A loja compra, restaura, dá manutenção e vende carros antigos, sejam eles originais ou modificados.
E raridades não faltam, no pátio eu encontrei desde um Dodge Kingsway de 1951, uma Amazonas 1986 (lembra aquelas motos com motor VW 1600 que a policia rodoviária usava?) um Plymouth Cabriolet ano 1932, e até um raríssimo exemplar do Jaguar Mark IV Saloon de 1948 (só existe mais 1 no Brasil).
Além desses a empresa também conta com dezenas de carros de luxo e esportivos dos anos 50, 60, 70 e 80, como os Puma GTE e GTC, Miuras, Adamos, Corcel GT XP, vários Maverik, e uma infinidade de Opalas para todos os gostos e bolsos.
A loja se chama Via70 e fica na Av. Brasília, 5331 Curitiba – PR. O e-mail é antigo@via70.com e o telefone 41-8888-5383.
Conseguimos algumas fotos de carros esportivos dos anos 40, 50, 60, 70 e 80 fabricados nos Estados Unidos. A apresentação está disponível para download no site do Slideshare! É só clicar no ícone do canto inferior direito do slide para ir até lá e fazer o download.
Confira algumas fotos de legítimos American Muscle Cars
Pra você que como nós do www.carrobonito.com gosta de muscles cars, preparamos algumas fotos das novas versões atualizadas dos já lendários Dodge Challenger, Ford Mustang e Chevrolet Camaro.
Essas fotos estão disponíveis para down load!
Confira algumas fotos do novo Chevrolet Camaro
Confira algumas fotos do novo Dodge Challenger
Confira algumas fotos do novo Ford Mustang 2010 (prováveis)
Aviso: este conteúdo foi produzido em 2008, quando se cogitava o possível lançamento do Verve no Brasil. Este veículo não é o Fiesta 2010. Agora, no final de 2009, e após crise financeira, fica claro para nós que o Fiesta não deve ser remodelado nem sair de linha. Se (e quando) o Verve for lançado, o mais provável é que o Fiesta continue em produção.
Baseado no Ford Verve (concept car apresentado pela Ford no Frankfurt Motor Show em 2007), o novo Ford Fiesta será produzido na planta da Ford de Camaçari, Bahia, a partir de 2010. Ele contará com versões 3, 4 e 5 portas e novas opções de motorização, que ainda não foram reveladas para o mercado nacional. Vale lembrar que as motorizações adotadas na Europa, Asia ou EUA, devido a diferenças nas leis e preferências do mercado local, nem sempre são adotadas no Brasil. Bons exemplos disso são os fatos de que nossos motoristas preferem carros com motores maiores e de apenas 8 válvulas (enquanto a maioria dos europeus prefere levar carros com motores menores mas com 16 válvulas) e que, devido a reduções de impostos, nossos carros populares são 1.0, enquanto na Europa são 1.4.
Apesar de moderno e agressivo, o design dessa nova linha de produtos Ford é também amigável e convidativo aos olhos. A Ford já introduziu o novo modelo no Reino Unido, onde é vendido simultaneamente ao modelo atual (o novo custa a partir de R$34.316,00 e o antigo a partir de R$34.930,00), a fim de testar a reação do público a seu design. Mesmo assim, a montadora pretende iniciar as vendas de seu novo “bebê mundial” nos mercados da Europa, Asia, EUA, Oceania e Brasil em julho de 2010.
Com a atitude de produzir e vender o novo Fiesta por aqui sem atrasos com relação às linhas de outros paises do mundo, a Ford mostra, mais uma vez, que sente respeito pelo público brasileiro e, ao contrário de outras montadoras, não traz apenas veículos indesejados em outras partes do mundo para nosso mercado.
Veja algumas fotos do novo Fiesta e do Concept Verve. Mesmo que você seja bastante detalhista, não vai encontrar muitas diferenças entre os dois modelos. Esperamos que você goste!
Com o lançamento do novo Chevrolet Camaro ocorrendo oficialmente em julho de 2009, e o novo Dodge Challenger já estando disponível desde 6 de fevereiro de 2008, a Ford teve que correr com o projeto de renovação de seu maior ícone (sem contar o Ford T), já que sua imagem está meio cansada devido a seu quase pioneirismo em renovar o clássico do passado. Relançado em 2005, com linhas que lembram o primeiro Mustang, e desde então sem melhoras significativas, o visual do atual Ford Mustang já apresenta sinais de cansaço. Por isso, a Ford que já planejava a estilização em segredo, deixou que o protótipo fosse às ruas para a realização de testes e fosse, assim, “intencionalmente flagrado”.
Isso aumentou as espectativas dos fãs de Muscle Cars. Além disso, o flagra provocou uma chuva de imagens de supostos protótipos, que na verdade não passavam do atual modelo com as mais variadas customizações. Além das especulações, alguns fatos foram oficialmente divulgados pela Ford, como a mudança do motor V8 de 4.6 para um de 5 litros mais atual e, seguindo as tendências dos novos Camaro e Chellenger, a introdução do motor V6 bi-turbo, que propicia mais de 300 cavalos e reduz consumo e emissões quando comparado ao V8. Dada a confusão de imagens rolando soltas na Internet, pesquisamos e trouxemos para você algumas fotos que condizem com o carro flagrado, além do próprio vídeo. Espero que você goste!
Para quem não conhece, ou para quem não lembra, nós do www.carrobonito.com resolvemos escrever um pouquinho sobre esse soberbo esportivo desenvolvido pela Lotus inglesa em parceria com GM européia (Vauxhall na Inglaterra e Opel no resto da Europa) para alavancar as vendas do então sedã de luxo das marcas (Vauxhall Carlton, ou Opel Omega).
Ele foi desenvolvido para a GM pela então recém adquirida Lotus (renomada fabricante inglesa de esportivos) com base no Omega/Carlton (isso mesmo, o nosso Omega 3.0 nacional) mudando vários itens de performance, estética e desempenho.
O motor era praticamente o mesmo do carro de linha, com a diferença da capacidade cúbica, que foi aumentada de 3.0 para 3.6. Ele também recebeu um cabeçote de 24 válvulas com duplo comando e dois turbo-compressores Garrett T25. Essas medidas fizeram com que o motor, que já desenvolvia 165 cv, passasse a desenvolver extraordinários 382 cavalos e um torque de 568 N·m (maior que o do Dodge Viper)! Tudo isso jogado apenas nas rodas traseiras, já que para esse tipo de carro, não se costumava adotar tração nas quatro rodas. Os freios também mudaram, apesar do carro original já contar com imensos discos, os engenheiros acharam pouco e substituíram os originais por discos ventilados de 330 mm e pinças especiais para corridas na dianteira e na traseira. Além disso, ele recebeu também uma transmissão manual de ZF de 6 marchas doada pelo Chevrolet Corvette ZR-1.
Visualmente, ele recebeu aerofólio, spoiler, saias laterais e entradas de ar no capô imensos, além de novos pára-choques e rodas de 17 polegadas calçadas com pneus larguíssimos, 255 na dianteira e 315 na traseira (mesma largura dos usados no Lamborguini Diablo). Mas a grande diferença estava mesmo nos pára-lamas traseiros, que ao invés dos quadrados, eram redondos, transmitindo um inigualável espírito esportivo e diferenciando-o de todos os Omega disponíveis. Ele também era diferente na cor, só sendo produzido no tom tradicional da Lotus, o Imperial Green, que dependendo da iluminação parecia negro. Apesar disso, pode-se encontrar carros pintados em outras cores, mas somente sob encomenda. O carrão aí custava a bagatela de 45 mil libras esterlinas. Parece caro, mas se você olhar por outro ângulo, ele era uma pechincha, já que custava um quarto do valor de uma Ferrari!
Devido à crise que afligia a Europa nessa época, e as altas cotações dos seguros (a lei européia obriga contratação de seguro), que chegava a U$12.000,00 anuais para o modelo, apenas 950 carros foram produzidos. Foram 320 Carlton e 630 Omega, tornando-o um dos modelos de série mais exclusivos do mundo!
Falando em desempenho, ele era capaz de alcançar impressionantes 313 km/h e de chegar aos 100 km/h em apenas 5,2 segundos e aos 240 Km/h em 18,2! A otimização era tanta que, mesmo quase 20 anos depois, o Atual Vauxhall VXR8 (que leva a mecânica do atual Corvette) sofre bastante para superá-lo!
Só para constar, a fabricação desse carro chegou a ser condenada pela polícia inglesa. Eles diziam que colocar um carro com essas características e por esse preço era o mesmo que convidar a cidadãos pacatos à cometer delitos!
A GM acaba de apresentar, no salão de Paris, o novo Chevrolet Cruze, um sedã de silhueta alta, muito agradável aos olhos e que lembra muito um coupé. Ele seria produzido na Coréia pela Daewoo (subsidiária da GM por lá) e teria como alvo os mercados americano, europeu e asiático. Ele lembra muito o Chevrolet (ou Daewoo) Epica que seria seu irmão mais velho e mais caro (cerca de 20 mil euros ou 66 mil reais) por ter um porte muito parecido ao do Omega que, aliás, já faz muito sucesso na Europa. A GM diz que ele tem a aerodinâmica mais eficiente e baixíssimo nível de consumo e emissões. Também será muito bem equipado.
Segundo o que foi divulgado imprensa, o vice-presidente mundial de design da GM, Ed Welburn, disse que o novo Chevrolet Cruze deve chegar ao Brasil até 2010. Algumas vertentes da imprensa já estão dizendo que ele viria a ser importado no lugar do americano Malibu e que poderia, até mesmo, tomar o lugar do nosso atual Chevrolet Vectra.
Nós discordamos disso!
Nós sabemos, por experiência, que a GM do Brasil não costuma descontinuar ou remodelar totalmente um modelo antes que ele complete pelo menos 10 anos em linha, o que só aconteceria com o Vectra em 2016, então poderíamos descartá-lo como próximo Vectra. Podemos citar como bons exemplos dessa política de atuação a geração anterior do Vectra, do Omega nacional, do Celta (modelo anterior do Corsa com melhoras de design e pior acabamento) e do Corsa (que já mudou Europa há muito tempo).
Sabemos, também por experiência, que a nossa GM costuma trazer ao Brasil equipamentos de linhas de produção de veículos que sairão de linha em breve nos EUA ou Europa, exatamente o que já aconteceu com o Omega (que foi produzido na Europa de 1986 a 1993 e recebemos de braços abertos em 1992 como se ele fosse novidade). Então, se a fábrica seguir essa mesma maneira de tratar o público brasileiro, a GM não importará o Malibu de sexta geração (remodelado em 2008) dos EUA, que já apresentou no Brasil. O que deve acontecer, sim, é fabricar por aqui o modelo de quinta geração.
Nessa proposição, onde teríamos o Vectra (Cobalt nos EUA) e o Malibu V sendo produzidos aqui até 2016. Haveria espaço para mais um carro, dessa vez um importado de luxo e com design jovem, cenário perfeito para o Cruze.