Splinter – Novo Carro Esportivo feito de Madeira


     

Veículo possui um motor V8 e tem 90% de sua composição em madeira.

Na última semana, um novo carro chamou a atenção no Salão de Essen, na Alemanha. Um superesportivo, batizado de Splinter, que consegue desenvolver até 600 cavalos de potência, utilizando um motor V8 de 7 litros e que conta também com um câmbio de marchas manual de 6 velocidades.

Até aí, o Splinter parece dentro dos padrões dos carros superesportivos, o que realmente chama a atenção é o material que constitui o carro, a madeira, isso mesmo, o carro teve em torno de 90% construído utilizando como material para a conclusão do projeto a madeira.

A ideia é do engenheiro estadunidense Joe Harmon, que relata que tudo começou quando este ainda estava na universidade e em um dos projetos desenvolvidos visava apontar novas utilidades para o material principal da construção do Splinter, a madeira. Após isso, foi posto como objetivo que se fizesse uso da madeira tanto quanto fosse possível no desenvolvimento do automóvel.

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Foram necessários 5 anos para concluir a construção do veículo, que possui desde o chassis até a carroceria feitos de madeiras como, carvalho, cerejeira, nogueira, entre outras. Para se ter uma noção da complexidade do projeto, podemos analisar a composição das rodas que necessitaram nada mais nada menos que 275 partes desenvolvidas separadamente para se obter o resultado final desejado.





O Splinter possui 4,4 metros de comprimento e um entre-eixos de 2,66 metros. Conta também com um motor de alumínio posicionado na parte central do automóvel. Um detalhe que chamou muito a atenção de todos que viram o carro, foi a ausência das portas, por essa razão, os passageiros devem entrar por uma janela muito pequena posicionada na parte lateral do Splinter.

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Para finalizar, Harmon afirma em seu site, que a inspiração para a construção do modelo foi um avião utilizado na segunda guerra mundial, que também utilizava-se do material para a sua construção. As vantagens, segundo ele, são que o material é naturalmente renovável, biodegradável e também uma quantidade muito pequena de energia é necessária para a construção do Splinter.

Por Igor Furraer

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